sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

The Stuff of Legend: Omnibus One


Por vezes sou surpreendido. E essa é uma das facetas da Banda Desenhada que eu amo.
“The Stuff of Legend” é soberbo! A fantasia no seu melhor.

Todos nós sabemos que quando vamos dormir os brinquedos ganham vida… Toy Story já nos provou isso no cinema. (lol)
E “The Stuff of Legend” é isso mesmo! Uma história de brinquedos, ou saga se lhe quiserem chamar isso.

Os argumentistas da obra são Mike Raicht e Brian Smith. O desenhador é Charles Paul Wilson III. A série começou a ser publicada em 2009 pela Th3rd World Studios.
Os quatro livros já publicados são:
  • Book 1: The Dark
  • Book 2: The Jungle
  • Book 3: A Jester's Tale
  • Book 4: The Toy Collector
Os dois primeiros estão compilados num primeiro Omnibus, e os dois seguintes terão direito também a esse formato num segundo Omnibus a sair já no dia 4 de Fevereiro! Os Omnibus são de capa dura, ao contrário dos livros normais que tem capa mole. O formato físico também não é usual, visto ser quadrado. Não me importei muito com este formato quadrado, porque tem a mesma dimensão dos excelentes livros da série Mouse Guard! (Assim ficam todos juntinhos…)
E garantidamente o segundo Omnibus é para comprar mal possa! Fiquei viciado nesta história de fantasia, traição, intriga, sacrifício, abnegação e muito amor.

Mike Raicht e Brian Smith levam-nos para um mundo escuro. Um mito, lenda, que antigamente nos fazia muito medo à noite antes de dormir, é o ponto de partida da história: o bicho papão que saía do guarda-vestidos, ou armário, à noite para levar as criancinhas.
Aqui aconteceu!

O Bogeyman sai pelo armário e leva a criança dona dos brinquedos e de um pequeno cachorro, que ainda tentou lutar com o infame monstro! O urso ainda tentou também, mas não pode fazer muito porque a criança estava acordada…

Os brinquedos na figura do seu líder, o Coronel, organizam uma missão de salvamento entrando no mundo escuro do Bogeyman… mas conforme passam pelo armário transformam-se! O urso de peluche ganha tamanho, dentes e ferocidade; o Bobo torna-se quase humano, assim como a Princesa e a Bailarina. O Pato de Madeira ganha penas e asas e o Porquinho Mealheiro passa a ter carne em vez de ser do usual material quebrável.

Conforme entram têm de lutar com as hostes de brinquedos do Bogeyman, mas são corajosos e destemidos, o que custa uma importante vida no grupo. E nesta altura também se revela o cobarde traiçoeiro que tudo faz para atrasar os companheiros na sua missão.
Este grupo é muito sui generis, sobretudo porque os seus elementos estão todos muito bem tratados psicologicamente. Têm bastante densidade, e os autores conseguiram um feito com isto, porque é difícil em grupos grandes conseguir aprofundar as personagens, para além do que fizeram o mesmo com alguns brinquedos do lado do Bogeyman. E quem são estes brinquedos “do mal”?
Pois… são os brinquedos substituídos, perdidos e desprezados pelas crianças conforme vão crescendo!

Charles Paul Wilson III consegue uma arte maravilhosa. Sem palavras!
Desenho simples, expressivo e consegue uma narrativa gráfica excepcional, aliando e entrelaçando a sua arte ao argumento de Mike Raicht e Brian Smith.
Não é colorido (excepto a galeria de arte), não é preto e branco. O desenho é feito todo na base de muitos tons de castanho e cinza, dando o ar que uma história passada em Brooklyn no ano de 1944 necessitava.

Normalmente não costumo falar no design do livro nestes meus apontamentos aqui no blogue. Mas tenho de referenciar este. O design do livro é muito bom, e nota-se!
O cuidado com que as vinhetas são envolvidas por uma espécie de moldura “velha”, o formato que se adequa perfeitamente a esta obra (e eu não gosto deste formato por defeito), a galeria de arte colorida, os sketches… tudo feito com um extremo bom gosto! Estou a referir-me a esta edição que possuo, não sei se é igualmente assim nos livros normais de capa mole.


Por isto tudo o Leituras de BD aconselha vivamente este livro a todos os que gostam da 9ª Arte! Os comics não são só super-heróis…
;)

Boas leituras

Hardcover
Criado por Mike Raicht, Brian Smith e Charles Paul Wilson III
Editado em Julho de 2012 pela Th3rd World Studios
Nota: 10 em 10
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segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Lançamento Kingpin Books: Hawk


É a entrada em 2014 da Kingpin Books, chama-se Hawk e tem como argumentista André Oliveira com desenho de Osvaldo Medina.

Este aguardado livro apresenta ainda uma colorista que vai dar que falar. Chama-se Inês Ferreira e fez o seu trabalho neste livro de forma tradicional, ou seja aguarela.


O livro será lançado no dia 14 de Fevereiro às 18 horas no Castelo de São Jorge (Lisboa).

Fiquem com a nota de imprensa da Kingpin:

Hawk

Vicente percebe que está à beira do colapso.

Sem emprego, sem uma família presente e com uma relação amorosa ainda por resolver, passa os dias em casa da sua recém-falecida avó cuja morte decidiu não enfrentar.

Quando o pai anuncia que vai deixar de poder pagar-lhe as sessões de psicanálise, sente que está definitivamente entregue às fobias de sempre. Mas, à beira de mais um fim-de-semana de reclusão, algo de inesperado acontece...

HAWK é uma história autêntica e emocionante que fala de prisão e de liberdade, onde uma pequena experiência pode significar grandes mudanças.

Escrito por André Oliveira (Living Will), ilustrado por Osvaldo Medina (prémio FIBDA de Melhor Desenho para Álbum Português com Super Pig – Roleta Nipónica) e colorido por Inês Falcão Ferreira, com a chancela da Kingpin Books.


































Boas leituras
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domingo, 26 de janeiro de 2014

Lançamento Goody: Hiper-Disney #14


Está à venda desde o passado dia 14 (Sexta-Feira) mais um Hiper-Disney.
A Goody continua inabalável com as suas publicações, e o sucesso da Disney em Portugal está cada mais mais firme!

Fiz um post há bastante tempo (Agosto de 2012) sobre o desaparecimento das publicações Disney em Portugal, e na realidade este sucesso actual da Disney pela Goody só sublinha as minhas interrogações da altura...

Fica a nota de imprensa da Goody:

Hiper #14

A Hiper #14 está aí e o Donald desliza com um certo estilo e… trapalhice, até à capa!!! O nosso protagonista da Hiper #14 parece julgar que ainda é jovem para estas andanças e nós não podíamos estar mais de acordo! Por falar nisso, vejam-no a tentar rejuvenescer em Donald e o vale da eterna primavera, uma história deveras… nova! O tempo desempenhará, aliás, uma função importante nesta edição e tu não vais querer perder certamente uma viagem ao passado americano com o episódio épico Mickey e o último dos moigatos, onde Mickey é um índio que luta pela preservação da sua tribo e do seu legado cultural! Mas não é só! A Maga Patalójika não desiste e continua a perseguir a moeda mais valiosa do Patinhas em Tio Patinhas e Maga Patalójika… O desafio interminável!!! É de facto uma missão que dura há tempo demais! Um corrida contra o tempo é aquilo que espera o Mickey se quiser ajudar um amigo em Indiana Pateta e o precioso artefacto! Por isso, não percas mais tempo e corre até à banca mais próxima!

Hiper é diversão ao quadrado!

ÍNDICE
07 Donald e o vale da eterna primavera
41 Indiana Pateta e o precioso artefacto
71 Professor Ludovico e o deserto misterioso
95 Mickey e o último dos moigatos
139 Huguinho, Zezinho e Luisinho em: Procura-se tio desesperadamente
163 Superpateta e o confronto de titãs
189 Tio Patinhas e Maga Patalójika… O desafio interminável
225 Donald Menino e a ilusão de 1 dia
241 Mickey e o ladrão roubado
266 Donald e a roupa vegetal
298 Entre Donald e Anacleto? Nem queiras estar por perto!
315 Tio Patinhas e a semana branca

RISADAS DE UMA PÁGINA!
39 O mundo segundo Pluto – Passeio
40 A arte da pastelaria – Em segurança
94 A arte da pastelaria – Inveja
224 Patos do futuro – A melhor invenção





























Boas leituras
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quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Prémios Profissionais de BD 2014 (PPBD): Lista de Jurados, Lista de Livros e Regulamento


Vou anunciar a constituição do Grande Júri dos PPBD 2014, apresentar a lista de livros elegível para os prémios e no final o regulamento.

De notar que o júri deste ano apenas apresenta nove repetições em relação ao ano passado.

Grande Júri (PPBD 2014)

1. André Azevedo, divulgador
2. André Lima Araújo, desenhador de BD
3. Carlos Pedro, designer e ilustrador
4. Fernando Dordio, argumentista de BD
5. Filipe Bravo, jornalista e coleccionador
6. Filipe Homem Fonseca, guionista
7. Frederico Duarte Carvalho, jornalista
8. Ivo Assis Rodrigues, divulgador
9. João Mascarenhas, autor de BD
10. João Miguel Lameiras, crítico e livreiro de BD
11. João Sequeira, ilustrador e artista de BD
12. José Eduardo Ferreira, coleccionador e membro do CNBDI
13. Pedro Bouça, crítico e tradutor
14. Pedro Brito, autor de BD e ilustrador
15. Pedro Grilo, divulgador
16. Pedro Mota, crítico e divulgador
17. Pedro Moura, crítico e docente de BD
18. Miguel Mendonça, desenhador de BD
19. Nuno Duarte, argumentista de BD e guionista
20. Nuno Neves, divulgador
21. Nuno Santos, jornalista
22. Sandra Adónis, jornalista
23. Sara Figueiredo Costa, crítica e jornalista
24. Tiago Cardoso Pinto, jornalista
25. Tiago da Bernarda, jornalista


Lista de Livros

ÁLBUNS DE BD (a concurso nas categorias Álbum do Ano,Argumentista do Ano, Desenhador do Ano, Colorista do Ano, Legendador do Ano e Designer de Publicação do Ano)


Gailivro
Zé Leitão e Maria Cavalinho: O Regresso ao Castelo Violeta – Pedro Leitão

Chiado
Dead Combo – Tó Trips e Pedro Gonçalves

Insonia
No Presépio – José Pinto Carneiro e Álvaro
Balcão Trauma – Álvaro

ASA
Mahou vol.2: Perdidos no Tempo – Ana Vidazinha e Hugo Teixeira
Enorme, Brutal, Colossal 2012 – Henrique Monteiro

Chili Com Carne
Kassumai – David Campos
Desenhador Defunto – Francisco Sousa Lobo

Tinta da China
As Fantásticas Aventuras de Dog Mendonça e Pizzaboy III: Requiem – Filipe Melo e Juan Cavia

Kingpin

Super Pig: Roleta Nipónica – Mário Freitas e Osvaldo Medina
Palmas para o Esquílo – David Soares e Pedro Serpa
Super Pig: Impaciente Inglês – Mário Freitas e André Pereira

Imprensa da Universidade de Coimbra
Uma Aventura Estaminal - João Ramalho-Santos e André Caetano

OUTRAS PUBLICAÇÕES (a concurso na categoria com o mesmo nome)

Edições Polvo
Comic-Transfer – Ricardo Cabral e Till Lassmann (Diário Gráfico)
Rosa Delta sem Saída – Fernando Relvas (Compilação de material clássico)

Ao Norte
Melancolia – Constança Amador (Diário Gráfico)

Chili Com Carne
O Hábito faz o Monstro – Lucas Almeida (Compilação e reedição parcial)
Mesinha de Cabeceira nº 25 (Antologia)
Loverboy na Feira das Vanessas – Marte, João Fazenda e Jorge Coelho (Compilação e reedição)

Bertrand
Isto é um Assalto – Mariana Mortágua, Francisco Louça e Nuno Saraiva (Publicação mista)

Associação Tentáculo
Zona Nippon 2 (Antologia)
Zona Gráfica 3 (Antologia)

Mundo Fantasma
Diário Rasgado: Anos Dourados – Marco Mendes (Diário Gráfico)
Crónicas de Arquitectura – Pedro Burgos (28 páginas)

Objectiva
A Criada Malcriada – Autor anónimo (Nacionalidade e residência desconhecidas)

Quarto de Jade
Os labirintos da Água – Dinis Conefrey (Reedição parcial)

Pedranocharco
BD Jornal #30 (Magazine)

Verbos & Letras
Escudos da Lusitânia - Grupo Entropia (Antologia)

Ave Rara
Living Will - André Oliveira e Joana Afonso (16 páginas)

Calçada das Letras
Bestof: Tirado das Prateleiras – Geral e Derradé

Escorpião Azul
Segunda Oportunidade – Geral e Derradé

Kingpin
Vamos Aprender – Aida Teixeira e Carlos Rocha

Âncora
João de Deus – José Ruy




PRÉMIOS PROFISSIONAIS DE BANDA DESENHADA 2014
REGULAMENTO

GRANDE JÚRI

O Grande Júri será composto por 25 personalidades, doravante designadas como “jurados”. Essas personalidades serão convidadas anualmente pela organização dos PPBD, podendo ocorrer a possibilidade dos jurados serem convidados mais do que uma vez, mesmo em anos consecutivos.

A organização dos PPBD fornecerá uma listagem, tão abrangente quanto possível, das obras passíveis de nomeação, mas os jurados poderão nomear alguma obra que eventualmente não conste dessa listagem, desde que tal obra cumpra os restantes requisitos constantes do presente regulamento.

A organização solicitará às editoras versão em pdf, ou outro formato compatível, dos álbuns passíveis de nomeação, para disponibilização gratuita aos jurados, ficando estes porém impedidos de divulgarem ou fornecerem, publicamente ou a terceiros, essa versão.


FASE DE NOMEAÇÃO

Na fase de nomeação, a decorrer até ao dia 15 de Março de 2014, cada jurado fica incumbido de escolher um mínimo de três e um máximo de quatro obras ou autores para cada categoria a concurso, por ordem alfabética e sem ordem de preferência. Esta nomeação será feita de forma electrónica, por e-mail, para o endereço ppbandadesenhada@gmail.com.

Serão passíveis de nomeação todas as primeiras edições em álbum editadas em Portugal durante o ano civil anterior, desde que possuam ISBN e Depósito Legal e que incluam um minimo de 32 páginas de conteúdo de BD originais ou publicadas parcialmente nos 5 anos civis imediatamente anteriores. Pelo menos um dos autores deverá ter nacionalidade portuguesa ou ser residente em Portugal e só estes poderão ser nomeados a título pessoal nas diferentes categorias. A organização reserva-se o direito de não aceitar a concurso obras que considere não serem Banda Desenhada, mesmo que publicadas por editoras ou da autoria de artistas normalmente conotados com BD. Para clarificar, isto significa que um autor que participe numa antologia ou outra publicação, e cuja história não antija as referidas 32 páginas ou não seja considerada pela organização como BD, não poderá ser nomeado individualmente nas diferentes categorias.

As categorias a concurso nos PPBD são as seguintes: Álbum do Ano, Argumentista do Ano, Desenhador do Ano, Colorista do Ano, Legendador do Ano, Designer de Publicação do Ano, e Outras Publicações, que substitui a categoria Antologia do Ano. Foi suprimida este ano a categoria WebComic do Ano. A categoria Outras Publicações visa englobar todas as publicações que não se enquadrem nos parâmetros definidos pela organização como “álbum de BD”, podendo assim abarcar antologias, reedições clássicas, livros de ilustração de autores de BD, diários gráficos ou publicações cujo número de páginas não atinja o limite mínimo definido (32), desde que se mantenha o critério quanto à existência de ISBN, Depósito Legal e nacionalidade dos autores.

No caso de autores com mais de um álbum publicado no período a que correspondem os prémios, os jurados deverão indicar à frente do nome desse autor qual o livro ou livros pelo qual ele está a ser nomeado; Exemplo: Desenhador do Ano – Artista X (Livro Y, Livro Z).

As quatro obras ou autores mais mencionados pelos jurados, em cada categoria, ficam nomeados para os PPBD, em cada uma dessas categorias. As nomeações serão anunciadas publicamente no dia 12 de Abril, durante o Festival AniComics Lisboa 2014.


FASE DE ATRIBUIÇÃO

Na fase de atribuição, a decorrer até ao dia 15 de Maio de 2014, cada jurado fica incumbido de seleccionar uma obra ou autor em cada categoria, entre os nomeados apurados na fase anterior. Esta votação será feita de forma electrónica, por e-mail, para o endereço ppbandadesenhada@gmail.com. Se assim o desejar, o jurado poderá optar por não votar em todas as categorias a concurso.

Os jurados ficam impedidos de nomear ou votar em obras por si editadas ou em obras em que participem como autores (na qualidade de argumentista, desenhador, colorista, legendador ou designer).

Em caso de empate entre obras ou autores nomeados, os jurados poderão ser chamados novamente a votar, desta feita escolhendo apenas entre as obras ou autores empatados. Em alternativa, e se assim achar conveniente, a organização dos Prémios poderá ela própria proceder a esse desempate, por deliberação conjunta dos seus membros. Se uma das obras sujeita a esta deliberação pela organização for editada ou criada, total ou parcialmente, por algum dos seus membros, este retirar-se-á da deliberação em causa.

A premiação em cada duas das seguintes categorias - Designer de Publicação do Ano, Legendador do Ano, Colorista do Ano, Desenhador do Ano ou Argumentista do ano - representará um voto extra para o livro em questão na categoria Álbum do Ano. Caso algum autor esteja nomeado por mais do que um álbum nalguma dessas categorias, esse voto extra irá dividir-se.

A decisão do Grande Júri, depois de reiterada pela organização, é soberana, não havendo recurso possível.

ENTREGA DOS PRÉMIOS

A entrega dos Prémios será feita em dia ainda a definir, perto do final de Maio, em cerimónia protocolar a realizar no Auditório da Torre do Tombo, em Lisboa.

O anúncio dos vencedores em cada categoria será mantido secreto até ao decorrer da cerimónia, sendo apenas, até esse momento, do conhecimento da organização.

Boas leituras
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terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Lançamento MSP/Panini: Horácio e seus Amigos Dinossauros Vol.1 e MSP 50 Artistas


É com um enorme prazer que divulgo o lançamento em Portugal destes dois livros para Fevereiro!
Irão estar à venda nas bancas e quiosques portugueses e em capa dura!

Horácio sempre foi umas das minhas personagens favoritas de Maurício, e segundo parece é o preferido deste incontornável brasileiro! Por alguma razão o Horácio é o único personagem que Maurício faz questão de desenhar e escrever as histórias.

Já tinha havido nos anos 90 uma compilação desta personagem, mas esta não era uma compilação histórica e cronológica. Esta nova edição coloca as histórias cronologicamente desde 1963, e iremos ver um Horácio que graficamente não é o mesmo dos livros mais recentes. Iremos ver o Horácio desde a sua génese!

Serão 112 páginas em capa dura com um preço de 15€.

Nascido de um ovo abandonado ao sol, o dinossauro mais querido dos quadrinhos surgiu nas tiras de jornal para conquistar corações e mentes de gerações de leitores. A PANINI lança a coleção que vai recapitular as emocionantes histórias do personagem de Mauricio de Sousa em volumes com acabamento especial, capa dura e papel offset.

A coleção reúne as tiras semanais do Horácio, publicadas inicialmente na Folha de S.Paulo e depois em O Estado de S.Paulo. Enquanto procura pela mãe, vive aventuras e faz muitos amigos, Horácio, o “tiranossauro vegetariano”, diverte e faz importantes reflexões, sua marca registrada. Neste primeiro volume, estão reunidas as histórias publicadas originalmente entre 1963 e 1965.

MSP 50 Artistas é uma publicação em que diversos artistas brasileiros são convidados a desenhar as personagens clássicas de Maurício de Sousa. Com o olhar e estilo próprios destes artistas, conseguiremos ver em Fevereiro histórias bastante diferentes do habitual! Esta publicação foi coordenada por Sidney Guzman, que idealizou este livro inspirado em Asterix e seus Amigos.
Esta é uma grande homenagem a Maurício, celebrando os seus 50 anos de carreira.

Ivan Brandão
Ivan Reis
























Os artistas foram:
Laerte, Rodrigo Rosa, Flávio Luiz, Gilmar, Daniel Brandão, Lelis, Antonio Eder, Cau Gomez, Lailson, Fido Nesti, Julia Bax, Orlandeli, Ivan Reis, Baptistão, Mascaro, Fábio Yabu, Jean Galvão, Raphael Salimena, Benett, Fábio Moon, Gabriel Bá, João Marcos, Jean Okada, Otoniel Oliveira, José Aguiar, Angeli, Samuel Casal, Osmarco Valladão, Manoel Magalhães, Antônio Cedraz, Erica Awano, Luciano Félix, Gustavo Duarte, Fábio Lyra, Fernando Gonsales, Vinicius Mitchell, Fernandes, Rafael Sica, Spacca, Wander Antunes, Fabio Cobiaco, Ziraldo, Christie Queiroz, Dalcio Machado, Jô Oliveira, Guazzelli, Laudo, Marcelo Campos, Renato Guedes e Vitor Cafaggi.

MSP 50 Artistas tem 200 páginas, capa dura e vai sair em Fevereiro com um preço de 30€.

Boas leituras
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terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Super-Homem: Herança Vermelha


Muito bom!
Foi uma excelente surpresa para mim este livro da Levoir. Já sabia que tinha sido muito bem recebido pela crítica quando saiu, mas é sempre muito satisfatório quando o hype existente à volta de um livro não o estraga na leitura.

Red Son, no original de 2003, é mais uma excelente história de Mark Millar neste caso inserida na linha Elseworlds da DC Comics. Esta linha conta histórias alternativas de heróis bem conhecidos, colocando-os em situações, tempos e espaços fora das cronologias normais da editora.
Assim Mark Millar coloca a questão… e se a nave do Super-Homem, por uma questão de horas, em vez de aterrar no Kansas aterrasse numa quinta da URSS?

Premissa genial se for bem trabalhada. E foi!
É uma história alegórica de Millar, muito bem estruturada, onde ele vira o mundo ao contrário. Temos versões de várias personagens do DCU vistas de um modo completamente diferente, como Lex Luthor, Green Lantern, Batman, Wonder Woman entre outros, e temos um desenvolvimento geopolítico e económico completamente diferente daquele a que estamos habituados.

Millar dá as ferramentas necessárias a Kal-El para a grande utopia comunista, e à escala global!
Os EUA são resistentes, entram em decadência política e económica, enfim, representam o caos capitalista a bater no fundo… mas temos um salvador: Lex Luthor!

E Batman? Pois, Batman é russo e luta clandestinamente contra a situação de controlo politico do Super-Homem, que subiu ao poder depois da morte de Estaline. Superman e Wonder Woman levam a utopia ao extremo, mas o preço a pagar é alto. O controle é total, inclusivamente são colocados implantes nos elementos da sociedade mais recalcitrantes com esta nova ordem mundial.

Batman está do outro lado da barricada! E Lex Luthor luta com toda a sua força contra este Superman. Desde que se torna presidente, este cientista brilhante consegue reerguer os EUA e com isto estragar os planos do verdadeiro grande vilão por detrás do Superman.

Não me vou alongar com a história, apenas vou dizer que adorei o final. Acho que foi um momento alto de Millar, este final!

Os desenhadores foram Dave Johnson e Kilian Plunkett, que trabalharam bem, com competência, dando o “ar” gráfico que esta história precisava. Aliás, adorei as versões do Batman e do Green Lantern deles! Muito bons.

Este livro está à venda nas bancas e quiosques portugueses desde sexta-feira passada (10 de Janeiro 2014), e o Leituras de BD aconselha vivamente este livro.
O desenvolvimento é muito bom, mas o final do livro para mim é nota 10!

Хорошо читает

Hardcover
Criado por Mark Millar, Dave Johnson e Kilian Plunkett
Editado em 2014 pela Levoir
Nota: 10 em 10
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domingo, 12 de janeiro de 2014

A Palavra dos Outros: Minnie & Friends Vol.2 por Sofia Amado


Nada como o público alvo escrever sobre os livros que lê.
A visão sobre este livro de Sofia Amado, 9 anos, em que ela nos diz do que gostou e não gostou neste título mensal da Goody.

Não é preciso escrever muito para dar uma opinião sincera!
:D

Minnie & Friends Vol.2

Eu gostei muito do livro “ Minnie & Friends” !

As minhas histórias preferidas foram “Minnie e o Mistério do Rubi Roubado”, “Vovó Donalda e a Quinta Portátil”, “Uma Jóia de História: Minnie Crusoé Publicitária”, “Donald em : Academia de Limpeza” e “Margarida e a Lenda dos Flocos de Neve”.
De todas as histórias que acabei de referir vou destacar: Margarida e a Lenda dos Flocos de Neve, porque, pessoalmente adoro fadas!

As duas histórias que não achei muito interessantes foram a “Minnie e os Contos do Lenhador: Soldino e Soldina e a Canção de Outono” (uma história super romântica e com muito drama) e “Minnie e as Olimpíadas sobre o gelo”.

Gostei muito dos desenhos e também gostei das cores que usaram em cada personagem.
Achei o livro verdadeiramente engraçado!

Texto: Sofia Teixeira Amado

Pronto, foi uma opinião de uma pequena leitora.
(E o primeiro texto deste ano na rubrica "A Palavra dos Outros"...)
:)
























Este livro encontra-se à venda em todas as bancas, quiosques e tabacarias desde quinta-feira (dia 9).

Boas leituras
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sábado, 11 de janeiro de 2014

Tintin: Rumo à Lua & Explorando a Lua (85 Anos de Tintin)


Tintin foi o meu primeiro contacto com a Banda Desenhada, e por isso mesmo tem sempre um lugar especial dentro de mim.
Estávamos em 1971 e eu tinha 7 anos... o meu pai surgiu em casa com a revista nº14 do 4ºano da revista Tintim, onde era exibida a aventura espacial de Tintin na Lua! Recordo-me perfeitamente que era a minha preferida da altura numa revista onde existiam Blake & Mortimer, Asterix, Lucky Luke, Luc Orient, Alix, Michel Vaillant e Blueberry entre outros! Mas Tintin era o meu preferido, a aventura na Lua enchia-me as pequenas medidas de criança. Foi o meu primeiro contacto com a BD e com a Ficção Científica! Talvez por isso esse seja um dos meus géneros favoritos desde sempre.

Só mais tarde li as páginas que me faltavam desta aventura de Tintin, assim como o livro precedente: Rumo à Lua.
Tintin tem essa particularidade, atinge um público entre os 7 e os 12 anos com força. Já o meu filho adorou Tintin exactamente nessa gama etária, e a concorrência era forte: Dragon Ball e Naruto!

Claro que tinha de falar de Tintin hoje. Ontem este jovem repórter fez 85 anos de idade, desde a sua primeira entrada no Le Petit Vingtième (1929)! Como é sabido o seu autor foi o belga Georges Remi, conhecido mundialmente como Hergé. Existe muita discussão sobre quem teria sido a inspiração para estas aventuras de Tintin, mas diz-se que foi o seu irmão Paul Remi.

Os livros de Tintin tiveram desde cedo nuvens negras a pairar sobres eles. Ligações ao partido Nazi, anti-semitismo, racismo, colonianismo... por isso mesmo passaram por diversas revisões na altura, e por incrível que pareça ainda hoje há quem queira fazer mais revisões, e inclusivamente proibir alguns livros da série de estar presente em estantes de livrarias!
Penso que há que ter tino, e apreciar este livros à luz da época em que foram feitos. Não conheço nenhuma criança que se tenha tornado racista por ler livros do Tintin. De facto, era assim que se pensava na altura na Europa ocidental e colonial! Hergé apenas navegou ao sabor daquilo que era certo na altura. Hoje em dia temos de ter a inteligência para colocar a obra de Hergé na altura histórica em que foram feitos os primeiros livros da série, e não julgá-los à luz do panorama actual.
Aliás... as crianças que lêem Tintin estão-se a borrifar nessas coisas, lêem o livro pela aventura em si, e não porque rebaixa africanos, ou mata animais com um saca-rolhas! As crianças não são estúpidas e nem sequer ligam a estes factos que sabem perfeitamente que estão errados!

Estes dois livros, Rumo à Lua e Explorando a Lua são dos meus preferidos da série. Não cabem dentro do padrão normal das histórias do Tintin. A parte policial é leve, e o palco é enorme: a Lua!
Reli estes dois livros ontem, e consegui rir-me ainda com alguns gags! Lembrei-me do porquê destes serem dos meus preferidos: divertidos, divertidos e divertidos!
São livros onde a narrativa gráfica é das melhores na série, na minha opinião, extremamente dinâmicos e com um detalhe excelente do desenho. Têm algumas páginas soberbas!!

Em Rumo à Lua a narrativa é lenta... Hergé sabe que esta é uma aventura profética do que iria acontecer no futuro, estávamos em 1953, e decididamente este autor queria mesmo contar uma grande aventura. Por isso mesmo Rumo à Lua tem um andamento bastante lento e "técnico" para colocar os leitores perante bastante detalhe e uma boa base para o livro que se seguiria.
O livro inicia-se com o regresso de Tintin e Haddock (do "País do Ouro Negro") a Moulinsart esperando encontrar o seu amigo Girassol, mas... afinal não se encontrava lá! Tinha partido para a Sildávia e convida por telegrama os nossos amigos a juntarem-se a ele.
Aí sabemos que o Professor está à frente de um enorme projecto espacial, e que uma potência estrangeira quer roubar os planos desse projecto.

Em Explorando a Lua a acção desenrola-se bastante mais rápida, tornando-se uma aventura excelente até ao fim. Muitos gags, alguns enganos científicos (claro, normal), intriga e claro os vilões dão a cara aqui. Este livro tem para mim das melhores páginas da série. Muito bom o desenho de Hergé nesta aventura, a minha preferida por todos os motivos!

Boas leituras
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quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Prémios Profissionais de BD 2014


A organização dos Prémios Profissionais de BD emitiu o primeiro comunicado, respeitante à segunda edição destes prémios:

Caríssimos,

Há pouco mais de um ano, os Prémios Profissionais de BD (PPBD) foram apresentados como um projecto ambicioso que se pretendia abrangente. Longe de se pretender esgotar nos próprios prémios - por muita relevância que eles assumam – a ideia da atribuição de novos troféus às melhores edições de BD de autores portugueses antes pretendia integrar-se em algo que então denominámos Iniciativa BD 2013. Pretendíamos uma frente abrangente de promoção e divulgação dos livros e dos autores que congregasse os principais festivais de BD e os principais locais de comercialização e pontos de venda. Tivemos o apoio prometido do Festival AniComics; tivemos o apoio prometido do Festival de Beja; por razões e condicionalismos financeiros e logísticos, sobejamente conhecidos das pessoas do meio, não pudemos ter o apoio do Festival da Amadora, embora acreditemos que fosse o desejo dos seus responsáveis cumprir o espaço prometido para exposição e divulgação das obras vencedoras.

Um dos pólos fundamentais da nossa acção foi a tentativa de divulgação internacional das obras premiadas, que passava, em primeira instância, pela tradução e edição em inglês dessas obras e pela presença do(s) autor(es) no Festival de Angoulême, em França, em Janeiro do ano seguinte. O nosso projecto despertou o interesse e apoio por parte da Direcção Geral do Livro, do Arquivo e das Bibliotecas (DGLAB), que envidou todos os esforços para que a verba necessária fosse aprovada e desbloqueada em tempo útil, algo que infelizmente não veio a acontecer. Recordemos ainda que a cerimónia oficial de entrega dos PPBD foi feita no Auditório da Torre do Tombo, com o apoio expresso e alto patrocínio da referida DGLAB.

Infelizmente, para além do profundo desapontamento pela ausência de qualquer apoio estatal destinada a essa simples coisa que gostamos de designar como cultura, depararam-se-nos igualmente outras portas estranhamente fechadas, como a da cadeia de lojas Fnac, que nunca se mostrou disposta a colaborar nas iniciativas propostas, e de outros locais ou pessoas que pareceram melindrados com os resultados dos prémios atribuídos, apenas porque tais resultados não lhes agradavam do ponto de vista pessoal, e como se estes não tivessem sido fruto da votação de 25 jurados independentes, sem qualquer intervenção dos organizadores.

Não fugimos com isto a alguns pecadilhos e culpas próprios. O principal terá sido, talvez, o de colocar a fasquia demasiado alta e prometer demasiado em ano de estreia. Contámos demasiado com promessas verbais e esperanças de boas vontades que se esfumaram depois no vento; contámos demasiado com a disponibilidade total e empenho organizativo que nem sempre as profissões ou as vidas pessoais acompanharam. Nem sempre comunicámos cabal ou atempadamente com editores, autores e outros parceiros, e sentimos que há críticas apontadas que fazem todo o sentido e que urge corrigir. Para alguns, talvez fizesse sentido atirar a toalha, dar a batalha por perdida. Não os censuramos, e até os podemos compreender, mas não chegou, de forma alguma, o momento de o fazermos. O passo a dar é evidente, e mais seguro: manter o que tão bem funcionou em 2013 (o modelo dos prémios e as suas premissas) e evitar o excesso de optimismo e as promessas a ele associadas.

Vamos assim focar-nos nos Prémios Profissionais de BD 2014, composto por um Grande Júri de 25 personalidades independentes, do qual, recorde-se, NÃO fazem parte os organizadores. Este modelo continua a ser aquele que se nos afigura como mais justo e eclético no panorama nacional, de entre as iniciativas que pretendem valorizar a produção de autores portugueses no campo da BD. Significa isto que nos vamos cingir à atribuição dos prémios (“mais uns prémios”, dirão alguns)? Não: significa apenas que nos vamos centrar neles, sem outros anúncios prematuros e que careçam de alicerces ou confirmações sólidas. Se outras coisas surgirem, serão então anunciadas; serão então confirmadas. Para já, fiquemos pelos prémios; que não são apenas “mais uns prémios”, ou não estivéssemos nós a falar dos Prémios Profissionais de BD. Contamos convosco.

Em 2014, os PPBD contarão com quatro membros organizadores: Maria José Pereira (editora da Verbo), Mário Miguel de Freitas (editor da Kingpin Books), Nuno Amado (divulgador e coleccionador de BD) e Maria João Pratt (jornalista), que substitui a também jornalista Inês Fonseca Santos. Agradecemos ainda, e em particular, ao André Oliveira, que se afastou por razões da sua agenda profissional e pessoal, mas que continua sempre com a porta aberta, ou não tenha sido ele um dos principais impulsionadores deste projecto.

Boas leituras
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segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Sand Land


Futuro pós-apocalíptico, , Demónios e Generais… ingredientes para um pequeno, mas muito divertido Manga!

Este livro foi-me oferecido por amigos, e eu por desconhecimento não peguei logo nele… pensava que era o primeiro volume de uma série. Depois reparei que era um one-shot, e aí agarrei-me a ele.

Tem todos os ingredientes que fizeram de Toriyama um desenhador célebre! O desenho e os gags são bem identificados com o estilo deste mangaka, e quem gostou das suas obras mais conhecidas, Dragon Ball e Dr. Slump, com certeza gostará desta pequena história: Sand Land.

Segundo ele próprio, teve algumas dificuldades com esta história, sobretudo com uma “personagem”: o tanque de guerra… pelos vistos, e para quem fez tantas naves, carros e motas, um tanque pode ser um problema!

Toriyama fez esta história para seu prazer próprio, a história de um tanque de guerra e um velho general. Desenhou a história sozinho, sem ajuda dos artistas do seu estúdio, como se fosse um complicado guilty pleasure! E fez uma história bem divertida.

Sand Land foi serializado no ano 2000 na revista Weekly Shōnen Jump e passou a tankōbon pela Shueisha nesse mesmo ano. A versão que tenho comigo foi publicada pela Viz Media em inglês e em 2004. É um típico Shounen, muito menos intrincado que Dragon Ball, mas o storytelling de é muito forte. Ao contrário de muitos Mangas deste género, tem muitas falas, e essa é uma marca dele que aprendi a conhecer com Dragon Ball. Já li alguns Mangas deste género e muitas vezes a acção é completamente gráfica, Toriyama dá-lhe mais corpo com os constantes e divertidos diálogos. Por alguma coisa o seu sucesso como mangaka foi enorme…


Sand Land, como disse no início, situa-se temporalmente num futuro pós-apocalíptico em que a água praticamente desapareceu, sendo que a pouca que existe é vendida a preços exorbitantes à população. Toda a água estava na mão do poderoso monarca de Sand Land, e para controlar a água tinha o exército às suas ordens, com os seus dois Generais de confiança: General Zeu e General Are.

Mas um antigo General, Rao, não se conforma com esta situação, e sabendo que os Demónios também precisam de água faz literalmente um pacto com eles! Para isso contacta o Demónio Beelzebub, que acaba por acompanhar este velho General na demanda pela água escondida ao povo. Têm a ajuda de outro Demónio, o velho Thief, e juntos trilham o deserto hostil onde vão encontrar Dragões, bandidos e o exército!
O grande vilão disto tudo é… lol… leiam o livro se quiserem saber!
:P



Tankōbon
Criado por: Akira Toriyama
Editado em 2004 pela Viz Media
Nota: 7,5 em 10




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sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

As minhas sugestões de 2013

Estas foram 33 leituras deste ano que me deram muito prazer, por diferentes razões.
Provavelmente nem são as melhores, e provavelmente sou capaz de me estar a esquecer de algumas.

Muitos não são livros de 2013, mas foram lidos nesse ano, daí figurarem nesta lista (não estranhem...)
:D

Em relação a editoras portuguesas faço um destaque especial à Kingpin que aposta forte no trabalho de autores portugueses conseguindo manter uma boa qualidade e diversificação nos títulos publicados este ano, e dando o salto para uma distribuição ao nível nacional.

Destaco O Baile, Super Pig: Roleta Nipónica e Vamos Aprender. Como disse atrás, não quer dizer que sejam os melhores, mas foram aqueles que me deram mais prazer de ler.


Era bom que mais editoras apostassem assim na nossa BD, com os olhos postos nos vários públicos hipoteticamente compradores.
É claro que existem mais editoras que apostam apenas e quase exclusivamente nos autores portugueses, mas os temas apresentados não são propriamente de fácil saída para um mercado já de si muito difícil, e claro, com isto não estou a dizer que são más editoras, ou que os autores dos seus livros são maus. Não é isso que está em causa neste momento.

Editoras com outros meios deveriam impulsionar de outra maneira a nossa BD! Que eu me lembre a ASA no ano de 2013 apenas publicou um único livro de autores nacionais… e cheira-me que em 2014 o número vai ser zero...!

Os livros que eu refiro aqui penso que são boas sugestões de leitura daquilo que li o ano passado!
Os que tiverem link eu sugiro que cliquem nele para lerem o que eu escrevi sobre eles.
(A ordem é aleatória...)
;)

Bolland Strips!
Catwoman: Selina's Big Score
























Comprimidos Azuis
Daredevil
























Daytripper
Fables Deluxe Vol.4 e Vol.5
























Lone Wolf and the Cub Omnibus Vol.1 e Vol.2
Murena Vol.8 e Murena Vol.9
























Nausicaa of the Valley of the Wind (Box Set)
Absolute Promethea Vol.3
























Rugas
Storm: The Collection Vol.10
























Arqueiro Verde: Os Caçadores
The Complete Maus: A Survivor's Tale
























The Technopriests Supreme Collection
Turma da Mônica: Laços
























Vagabond (Vizbig) Vol.4 e Vol.5
As Águias de Roma Livro IV
























Camões: Sua Vida Aventurosa


Star Wars: Cavaleiros da Antiga República


O ano de 2013 também viu surgir o blogue irmão malvado do Leituras de BD, o Leituras de BD PoP PorN. Este blogue é apenas para ADULTOS, e ali pode-se mostrar e falar da BD erótico-pornográfica, uma vertente sempre escondida do grande público, mas... ela existe e tem grandes artistas também!

http://leiturasbdpopporn.blogspot.pt/
Boas leituras
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