quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

Boas Festas!



O Leituras de BD deseja a todos um bom Solestício de Inverno, bom Natal, bom Hanukkah, bom Diwali, enfim...

BOAS FESTAS PARA TODOS!

Este ano optei pela figura do Pai Natal guerreiro... como a vida está só pode!
:D



Boas leituras e ofereçam muita BD


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segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Super-heróis à francesa I: Mais hardcore que os americanos

Desde que foram criados nos anos 30, os super-heróis são um símbolo da banda desenhada americana. Para alguns puristas mais retrógrados e regionalistas, são a prova da inferioridade intelectual da banda desenhada americana face à europeia, uma temática infantil sem possibilidades de exploração. Mas se há uma coisa que a banda desenhada francesa sempre teve é amplitude de temáticas, e dentro destas também há espaço para os super-heróis, que geralmente eram editados em revistas a preto e branco de dimensões em redor dos 13x18 cm, chamadas petits formats.

Um dos mais antigos super-heróis franceses, e um dos maiores sucessos da sua época, foi Fantax. Criado em 1946 pelo editor Pierre Mouchot, Fantax era inspirado visualmente no Hourman da DC Comics, com um uniforme preto e vermelho, com um F vermelho bordado na camisa, e possuía inteligência, força e agilidade sobre-humanas. O seu alter-ego era Horace Neighbour, um aristocrata inglês que trabalhava como diplomata nos Estados Unidos. As suas primeiras histórias, publicadas no jornal semanal Paris-Monde Illustré, foram escritas por Marcel Navarro, usando o pseudónimo anglófono J.K. Melwyn-Nash, com arte do próprio Pierre Mouchot, que assinava com o nome Chott. As histórias tentavam evocar deliberadamente um estilo mais americano que francês, e eram bastante inspiradas em pulps americanos com algum nível de sordidez.

Mouchot deu a Fantax a sua própria revista em petit format, em 1946, tendo sido publicadas 39 edições até 1949, na sua maioria escritas por Melwyn-Nash e desenhadas por Chott, mas também passaram pelo título Robert Rocca como artista e o próprio Chott como escritor. A revista foi cancelada pela lei francesa publicada em 16 de Julho de 1949, que obrigava a BD a ser submetida a um painel censor para aprovação, e que atacava directamente os petits formats a preto e branco e as importações americanas, com as suas temáticas centradas em ficção científica e combate ao crime. Mesmo assim, Fantax regressou no mesmo ano numa novela ilustrada, escrita por J.F. Ronald-Wills, pseudónimo de André Compère, escritor de livros policiais e de ficção científica mais conhecido como Max-André Dezergues.

Em 1951, Chott voltou à carga com o artista Rémy Bordelet, com uma série contínua na revista Reportages Sensationelles, material que foi republicado numa nova série de nove números editada em 1959. Pelo caminho, Pierre Mouchot tentou aproveitar o conceito numa forma mais ligeira, intitulada Black-Boy, que afirmava ser Horace Neighbour Jr., filho de Fantax, sem máscara, com moto, e com menos tortura e corpos estropiados. Foram publicadas várias histórias nas revistas Rancho, Special Rancho e Fantasia, entre 1957 e 1961, e com autoria de Chott, Bordelet e Francis Péguet. Em 1961, Pierre Mouchot foi forçado a fechar a sua editora, a S.E.R., e, debilitado pelos confrontos legais com a censura, morreu cinco anos mais tarde. A primeira série de Fantax foi editada em quatro Intégrales entre 2010 e 2013.

Um dos heróis preferidos dos completistas, mas esquecido do público geral, é Satanax. Um alquimista deu ao anónimo escrivão Arsène Satard poderes que são activados em contacto com o fogo, incluindo força extrema, invulnerabilidade e levitação. Satanax foi criado em 1948 pelo escritor Jean d'Alvignac e pelo artista Auguste Liquois, e teve direito a 16 histórias publicadas em revista própria até 1949, pela Éditions Mondiales. Com um nome algo ambíguo, Satanax apenas foi reeditado em 1977 em três volumes.

Um contemporâneo de Fantax e de Satanax era Tom X, mais um herói com a letra X. Tom X foi criado por Robert Bagage, mais conhecido pelo seu pseudónimo, Robba, que escreveu e desenhou as suas aventuras, com ajuda de Louis Auger. Tom X não tinha poderes, mas era um daqueles Da Vinci modernos tornados famosos pelos pulps e pelos penny dreadfuls, neste caso um aviador, explorador e cientista. Robba editou 24 histórias de Tom X em revista própria, pela sua própria editora, a Éditions du Siècle, de 1946 a 1947. Estas histórias nunca foram republicadas.

Robba teve mais sucesso com Super Boy, que nada tem a ver com o Superhomem. Super Boy, em duas palavras, começou por ser uma simples revista em petit format, lançada em 1949, mas em 1958 finalmente lançou uma personagem com este nome. Este Super Boy era filho de um cientista e não tinha poderes próprios, mas o seu cinto permitia-lhe voar e a o capacete com viseira transparente tinha um rádio embutido. O seu uniforme era vermelho e amarelo, com as letras SB na camisa. Super Boy foi publicado regularmente até 1970, primeiro com argumento de Schwarz, aparentemente um pseudónimo da mulher de Robba, e arte de Félix Molinari. Molinari continou a trabalhar até 1970, a partir daí dando lugar a uma série de artistas espanhóis, incluindo o consagrado José Ortíz, continuando a chegar às bancas até 1986, altura em que os petits formats estavam em rápido declínio.

Mais relacionado com ficção científica, Fulguros começou com um uniforme com capa e máscara, mas rapidamente abandonou este visual para se tornar um cientista aventureiro, com uma série de inimigos. Fulguros foi publicado em 12 partes na revista Andax em 1946, e reimpresso um ano depois na revista Pic-Nic. O seu criador, o artista René Brantonne, contava com a ajuda do escritor de ficção científica, Robert Colliard, mais conhecido como R. Lortac, para escrever os argumentos, mas a falta de tempo, por ser ilustrador de livros de ficção científica, só lhe permitiu regressar a Fulguros em 1954, na revista feminina Sylvie, onde teve pouco sucesso numa aventura em seis partes. Mais três histórias foram publicadas em 1959 na revista Audax, e as histórias foram reimpressas em 1967 na revista Meteor.

Mister X não tinha superpoderes, mas tinha um uniforme colante vermelho, distinguindo-se facilmente pelo seu cachimbo. A lista dos seus vilões contava com algumas personagens comunistas ou com fisionomia asiática, ao estilo yellow peril, tornado popular por Fu Manchu. Mister X foi criado por André Roger e André Bohan, e foi publicado na sua própria revista, editada pela Elan, com 22 números entre 1949 e 1951. Uma segunda série de 10 números foi publicada em 1951. Este material permanece esquecido.

Finalmente, Jacques Flash também não tinha superpoderes, com excepção de um soro de invisibilidade. Jacques Flash era um jornalista que recebeu este soro do professor Folven. Apesar de ter surgido mais tarde que quase todos os heróis apresentados até agora, era mais tradicional, até porque foi publicado na revista Vaillant, e na sua sucessora, a Pif. Foi criado pelo escritor Jean Ollivier e pelo artista Pierre Le Guen, com três histórias publicadas entre 1957 e em 1959. Voltou para uma série de histórias mais frequentes, que foram publicadas de 1960 a 1973. Ollivier (conhecido por ter trabalhado com o artista português Eduardo Teixeira Coelho em Ragnar Le Viking) escreveu três histórias de Jacques Flash, desenhadas por Gerald Forton, mas depois, por estar ocupado como editor da revista, deixou o lugar ao escritor Pierre Castex. René Deynis e Max Lenvers desenharam a maior parte das histórias, que contabilizam um total de 54. Foi reeditado em seis volumes em 1977.

A temática dos super-heróis à francesa vai regressar ocasionalmente. A próxima edição vai dedicar-se em exclusivo ao universo da Éditions Lug.

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sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Lançamento Lego / Bauer: Lego Star Wars #1



E temos mais uma revista com BD nas bancas e quiosques: Lego Star Wars!

Aproveitando a estreia do filme, a Lego e a Bauer tentam alavancar o sucesso desta revista, que possui bastante BD e claro, um conjunto Lego de oferta. No caso é um X-Wing que vem com esta primeira revista.

Já li as duas histórias inclusas na revista e posso dizer que são bastante divertidas, aliás, conseguiram-me arrancar bastantes sorrisos e uma gargalhada!
As histórias são:
  • O Esparguete Imperial
  • Ataque a Tattoine
Para além disso temos posters, e muitas curiosidades.


Espero que tenha sucesso e fiquem com a informação editorial:


Bauer lança em Portugal a revista oficial de LEGO® Star Wars™

Pela primeira vez, duas marcas míticas unem-se numa publicação mensal dirigida a crianças dos 5 aos 12 anos.

Com uma tiragem mensal de 15.000 exemplares e 36 páginas, a revista incluirá em cada mês uma peça de LEGO Star Wars exclusiva, que apenas poderá ser conseguida com a revista.

Luke Skywalker, Yoda, Darth Vader, Han Solo… são os heróis de varias gerações. Desde 1977, a saga galática Star Wars entusiasma fãs de todas as idades no mundo inteiro com filmes e séries de televisão e, a partir do final de novembro, também com LEGO® Star Wars™ - uma revista oficial que será publicada em Portugal pela editora líder em revistas infantis e juvenis – Bauer Media Group. A revista LEGO® Star Wars™ terá uma periodicidade mensal e será dirigida a um público dos 5 aos 12 anos, com conteúdos pensados não só para o desenvolvimento da imaginação e para o incentivo à leitura, mas também com múltiplas curiosidades e novidades em redor do universo Star Wars, juntamente com passatempos, comics, fichas de personagens e de naves, posters e um espaço dedicado aos fãs, tanto da saga de George Lucas como das míticas peças de LEGO.

Com uma tiragem mensal de 15.000 exemplares, a revista LEGO Star Wars, dirigida por Marisol Piñero, terá distribuição assegurada em todo o país e incluirá um brinquedo de edição limitada em cada número, que apenas poderá ser obtido com esta publicação e que, muito rapidamente passará a ser uma peça de colecionador. A revista é já distribuída a nível europeu, com mais de 700.000 exemplares traduzidos em 14 idiomas.

Na revista caberão todas as personagens e histórias surgidas em redor da saga galáctica, desde os episódios cinematográficos até à série Star Wars Rebels, tudo elaborado num tom que seja atrativo para as crianças, mas tratado com todo o rigor que rodeia a saga e que os seus seguidores tantos valorizam. Assim, poderão viver de perto as aventuras das suas estrelas galácticas em comics nunca antes publicados. O primeiro dos quais narra as aventuras de Luke, Leia, R2-D2 e Darth Vader em formato humorístico. O segundo gira em torno das vicissitudes dos rebeldes Ezra e Zeb.


Acerca de BAUER Ibéria
H. Bauer Ediciones editora líder em revistas infantis e juvenis nos mercados Espanhol e Português com publicações como Bravo, Como Tu, Peppa Pig e Nancy e agora LEGO® Star Wars™. A editora ibérica pertence ao Bauer Media Group, editor líder de revistas na Europa, Estados Unidos da América e Austrália, facturando mais de 2.000 milhões de euros e emprega 11.000 colaboradores por todo o mundo.


Experimentem a revista, acho que vale a pena. :)

Boas leituras



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quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

X-Men - Apocalypse trailer, a controvérsia religiosa começou...



Pois é.
Abriram a Caixa de Pandora quando se permitiu, e admitiu, na nossa sociedade ser "proibido desenhar a cara de Maomé", agora temos os Hindús à perna...

Podemos pôr um preservativo no nariz do Papa Católico, podemos gozar com os Padres e a sua castidade, podemos rir com o teatro Evangélico de alguns Pastores, agora tocar noutras religiões...

A comunidade Hindú dos EUA está revoltada com a menção a Krishna... Rajan Zed, presidente da Universal Society of Hinduism nos EUA já pediu a Brian Singer para retirar todas as menções a Krishna do trailer e do filme, a não ser que sejam "verdadeiras" e estritamente segundo as escrituras, dizendo:

“Lord Krishna was meant to be worshipped in temples or home shrines and not for pushing movies for the mercantile greed of filmmakers”

Ora... a menção a Krishna no trailer é apenas esta:

"I have been called many things over many lifetimes — Ra, Krishna, Yahweh.”

Com todos os demónios (hindús, cristãos, muçulmanos, Taoístas, Budistas, etc...)! Mas esta gente não se consegue libertar? Não sabem o que é ficção? Deviam saber, pois aquilo em que acreditam para mim é ficção mesmo. Se não gostam não vejam! Simples não?

Que gente... qualquer dia não se consegue andar na rua nem falar com medo de ofender um qualquer Deus...



Boas leituras

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sábado, 12 de dezembro de 2015

Lançamento Levoir: Batman Noir



Este livro foi apresentado ao público no dia 4 deste mês durante a Comic Con Portugal 2015, e contou com a presença do desenhador Eduardo Risso para autógrafos e apresentação do livro. Esgotou...

De qualquer modo todos vocês podem ver os fantásticos preto e branco de Eduardo Risso desde segunda feira (dia 6/12/2015). Ou seja, está nas bancas à venda para todo o país desde essa data.

BATMAN NOIR
Eduardo Risso | Brian Azzarello

Trazendo o mesmo sabor de neo-noir e o realismo sórdido que distingue o seu trabalho em 100 BULLETS, o artista Eduardo Risso com a escrita do seu frequente colaborador criativo, Brian Azzarello, apresentam-nos um conjunto de histórias que retiram o protector das sombras da cidade de Gotham e que o poem a brilhar em desenhos alucinantes a preto e branco.

Um nativo de Leones, Argentina, Eduardo Risso começou a desenhar profissionalmente em 1981 nas tiras de revistas "Julio Cesar" e "El Angel”. Risso trabalhou pela primeira vez com o escritor Brian Azzarello em 1998 nas minisséries da Vertigo, JONNY DOUBLE, que levaram à sua parceria em 100 BULLETS e na novela gráfica BATMAN: CIDADE DESTROÇADA. O trabalho de Risso em 100 BULLETS rendeu-lhe três prêmios Eisner, dois prêmios Harvey e o Prémio Yellow Kid.

Risso é conhecido pelo seu uso de sombras, ângulos originais, e pelos seus mundos sombrios habitados por mulheres bonitas e homens desgastados. A sua propensão para narrações sombrias faz dele o artista perfeito para ilustrar o mundo do Batman, e que lembra também muito o estilo de Frank Miller, particularmente em Sin City, que esta publicação a preto e branco acentua, sem que o seu traço perca personalidade.

BATMAN NOIR: EDUARDO RISSO põe duas encarnações distintas do Batman em confronto com alguns dos seus maiores inimigos, incluindo o Joker, o Pinguim, o Crocodilo e muitos outros, de uma maneira que nos mostra o Cavaleiro das Trevas no seu mais negro. Esta edição de luxo reúne as histórias BATMAN: CIDADE DESTROÇADA, FLASHPOINT: NOITE DA VINGANÇA e a história curta CICATRIZES.






BATMAN NOIR
Edição inédita em português de Portugal.
210 páginas a preto e branco, formato comic, capa dura.

Boas leituras
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sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Comic Con Portugal 2015



O fim de semana passado foi grande. Comic Con Portugal 2015 na Exponor a vibrar com 54.000 mil visitantes! As considerações que vou fazer deste evento são apenas na óptica de um visitante, não vou falar sobre a organização interna visto que isso são assuntos para debate interno.

Star Wars dominou muito deste evento, a estreia do filme assim o “obriga”. Um espaço comercial fervilhante, painéis com actores de cinema e séries TV, artistas presentes numa boa Artists Alley, autógrafos de autores de BD, e muita muita diversão.

Havia duas coisas de que eu tinha muita curiosidade de ver, visto que mergulham no meu imaginário adolescente: um Tie-Fighter em tamanho real, e o célebre DeLorean dos filmes “Regresso ao Futuro. E não fui defraudado! :)

Relativamente ao ano passado houve algumas mudanças. Achei este evento mais bem organizado, e apesar do público ser em número bem superior este ano, achei que mesmo assim se circulava melhor, isto embora o Sábado ter sido asfixiante. Mas o ano passado já assim o tinha sido com menos pessoas.

Penso que estavam mais lojas presentes este ano, o que diz bem da perfuração comercial do evento desde o ano passado, infelizmente para mim que não fiz compras no Sábado para não andar carregado, no Domingo não consegui comprar quase nada do que queria… As lojas estavam muito apelativas, muitas delas com figuras bem grandes alusivas a elementos da cultura pop, o que convidava a abrir a carteira.

O Cosplay estava muito bom, com figuras super simpáticas, nunca fazendo má cara e mostrando o seu sorriso para a câmara dos visitantes, aliás, fiquei fascinado por alguns cosplayers tal era a qualidade do seu trabalho nos fatos e respectiva maquilhagem. E claro, a 501st Legion (personagens Star Wars) deu um grande colorido ao evento.

No que respeita à BD acho que o evento esteve bem relativamente a autores. Pode-se dizer que poderiam vir outros, ok, é verdade. Mas penso que o evento está a melhorar e espero que a cada edição tenhamos mais artistas e nomes ainda mais sonantes!
Quanto aos autógrafos, o local mudou (agora estavam mais junto às lojas) e a filas já foram “mais apelativas” para todos os que queriam um autógrafo desenhado.


De notar que este ano a exposição de trabalhos de BD e ilustração estava também bastante melhor que no ano passado. Muitos mais trabalhos presentes, e também melhor expostos. Embora as exposições não estivessem nada do outro mundo, não teve comparação com o ano passado. Espero que todos os anos melhore cada vez, e que chegue a altura de termos exposições temáticas com um bom nível cénico.

A parte alimentar funcionou perfeitamente, não havendo as fragilidades do ano passado, era situação que preocupava muita gente, e com razão.


Como pontos menos bons e percalços deste evento tivemos a desistência quase à última hora de Jason Momoa devido a constrangimentos com filmagens, a mudança de horário do painel Teen Wolf (pelas mesmas razões e “enfurecendo” uma legião de fãs), o barulho na zona dos painéis de BD que por vezes tornavam complicado ouvir o que os artistas tinham para dizer.

Relativamente às queixas na demora de entrada… get real… é assim em todos os eventos desta dimensão. Gostava de saber se também fazem essas queixas quando fazem directas numa fila para comprar bilhetes para os “One Direction” e depois acampam em fila para entrar, dormindo a noite na rua… Assim como os artistas do cinema e da TV cobrarem para tirar fotos e autógrafos… é assim que é em todas as convenções deste género. A organização não tem culpa disso.

Agora já não achei bem que algumas que pessoas com crianças pequenas tivessem ficado em filas com espera de mais de uma hora. Sei que a organização tinha dado ordens para que essas pessoas tivessem entrada mais célere, mas pelos vistos alguns colaboradores não perceberam… . Bom, isto foram queixas que ouvi mas eu não estava lá para assistir, mas também não tenho razões para duvidar das pessoas que desabafaram isto comigo… Isto são pontos a melhorar decididamente.

Em relação à BD acho que houve coisas que fizeram divergir o público para outros lados. Acho que ficou um pouco escondida, embora estivessem lá bastantes (e bons) expositores/stands com muito (e bom) material para venda. Acho que falhou ali algo que eu ainda não percebi bem o quê… não sei se foi o local, ou se foi barulho que rodeava os painéis. Mas penso que os responsáveis dos stands saberão melhor que eu.

De resto… diversão diversão diversão! :)

Foi também um fim-de-semana especial para mim, visto que de algum modo participei neste mega evento da cultura pop em Portugal. Foi a entrega dos Galardões BD Comic Con, e três painéis de BD: André Oliveira, André Caetano e Daniel Henriques, depois Javier Pulido e Carlos Pacheco e finalmente Peter Snejbjerg. Nunca tinha moderado painel nenhum, e fui estrear-me logo num evento destes. Espero que tenho corrido bem…

Penso que existem pouco eventos desta dimensão em Portugal, aliás, não estou a ver nenhum, exceptuando concertos de música e jogos de futebol. Parabéns à organização por ter apostado nisto "oferecendo" a Portugal este super evento!

E agora fiquem com as fotos! Já sabem, para ver maior basta clicar em cima delas.

Área Comercial

FNAC



Dr. Kartoon

Kingpin Books

Goody

G.Floy

Levoir

                                                                    Polvo







Exposições de BD e Ilustração









Artists Alley





André Coelho



Zona de Vídeojogos e Star Wars

















Artistas e autógrafos

Carlos Pacheco

Mesa de autógrafos e André Caetano

Carlos Pedro e Peter Snejbjerg

André Oliveira e David Soares

Nuno Duarte e Ricardo Venâncio

Garantidamente não é o Duarte Neves...

Javier Pulido, Nuno Amado e Carlos Pacheco

Peter Snejbjerg e Nuno Amado


DeLorean (Regresso ao Futuro)













Galardões GB Comic Con



Área de cinema e área de maquilhagem




Cosplay

















501st Legion









Boas leituras e até para o ano!



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