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quinta-feira, 7 de junho de 2012

X-Men: Schism



Embora cada menos eu consuma material da Marvel, tenho acompanhado minimamente os X-Men com X-Men Legacy e Astonishing X-Men. Para além disso tenho comprado os crossovers e as séries ditas importantes para novos rumos desta equipa. Schism insere-se nesta última categoria.
Este HC compila as cinco revistas da mini-série Schism, escrita por Jason Aaron e ilustrada por Carlos Pacheco (#1), Frank Cho (#2), Daniel Acuna (#3), Alan Davis (#4) e Adam Kubert (#5); mais X-Men: Regenesis escrita por Kieron Gillen e desenhada por Billy Tan. A minha opinião sobre estas constantes mudanças nos artistas não é favorável ao livro, embora a arte mostrada não tenha sido má, e nalguns casos, até é bastante boa. Presumo que isto aconteça por prazos comerciais, mas lá está… na sanha por dinheiro não se dá a devida importância à parte artística e isto acaba por ser perverso! Não é à toa que nos EUA os escritores na generalidade são mais conhecidos que os artistas, e eu não acho essa situação normal. Acho que os desenhadores das grandes editoras norte-americanas se estão a rebaixar aos prazos editoriais de uma maneira irreversível tirando-lhes preponderância, e por conseguinte importância, logo os salários e outras benesses baixam também. Qualquer dia temos artistas nesse mercado a trabalhar por cêntimos… mas isso é uma conversa para outro post!
Em relação a Schism, eu desconfiei de início que fosse mais uma série única e exclusivamente caça-níquel. Mas não. Apesar de tudo é uma boa série para novos leitores, pois faz um bom retrato do estado actual do universo dos mutantes, e serve de alavanca para novas e fresquinhas estórias baseadas nas premissas colocadas no final da série.
Esta série é completamente contida no mundo mutante, nas relações entre estes e de como as feridas provocadas por House of M ainda se fazem sentir! Os objectivos dos mutantes mudaram desde essa altura e Cyclops está a ir por um caminho em que perverte completamente o legado do Professor Xavier, aliás, o Magneto dos velhos tempos parece uma criancinha de coro comparado com o Cyclops actual. Estranhamente é Wolverine que tenta colocar o rumo dos X-Men dentro do carril, obedecendo aos conhecimentos apreendidos no passado e opondo-se firmemente a Cyclops. As crianças X-Men já não têm os valores antigos, e quando para uma delas o assassinato passa a ser uma coisa normal Wolverine rebenta!
O conflito entre Cyclops e Wolverine é sobejamente conhecido, embora tenha tido fases de adormecimento,  nesta série atinge o auge com um combate épico entre os dois! Depois deste combate cada um vai para o seu lado e Wolverine retoma e reergue a escola para mutantes, à imagem do Professor Xavier. A imagem é nítida… Cyclops polariza o legado de Magneto e Wolverine o de Xavier. Um cisma igual ao que aconteceu nos primórdios dos X-Men…
Em Regenesis temos o recrutamento de parte a parte para as fileiras de Wolverine e Cyclops. É contada num ambiente primitivo, e metafórico, bem conseguido na minha opinião. Gostei bastante da arte de Billy Tan neste pequeno e último capítulo do livro!
Bem… acho que Wolverine no status quo actual da Marvel está numa situação caricata porque pertence a uma série de grupos… sabendo isso como é que ele consegue ainda ser o director de uma escola para mutantes? Ubiquidade?
O outro ponto que eu não engoli neste livro é o novo Hellfire Club… que é isto??? Crianças entre os 9 e os 12 anos são o novo Hellfire Club?? Completamente sádicas, super- inteligentes, e super-ricas, assassinaram os seus pais para ficaram com os impérios construídos por estes e ainda conseguem mandar abaixo os X-Men? Nah… essa não engulo…
Fora isso considero esta série uma boa rampa de lançamento para uma série de estórias que poderão advir daí. Pelo menos houve um refrescamento bem conseguido. Depois desta série inicia-se uma nova série mutante, “Wolverine and the X-Men”.

Boas leituras

Hardcover
Criado por: Jason Aaron, Carlos Pacheco, Frank Cho, Daniel Acuna, Alan Davis, Adam Kubert, Kieron Gillen e Billy Tan
Editado em 2012 pela Marvel
Nota: 8,5 em 12
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quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Capas: Astonishing X-Men #2


Por vezes a simplicidade é tudo.
Duas personagens, azul, negro e umas pitadas de vermelho.
Esta excelente capa de John Cassaday apenas possui um envolvente azul, com o negro a dar o contraste; azul este que tenta simbolizar o estado de espírito em que as duas personagens estão envolvidas. As personagens são centrais nesta capa e ainda por cima uma delas é a minha preferida dos X-Men: Emma Frost!
Para compor o ramalhete, a luz vermelha saída dos olhos do Cyclops, atravessa as mãos de Emma dando um toque de cor e emoção na capa!
Cassaday é grande!

Boas leituras
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terça-feira, 26 de julho de 2011

Autores: Stan Lee


Stanley Martin Lieber nasceu em Nova Iorque no ano de 1922, mas o nome provavelmente não diz nada a ninguém. Se eu falar em Stan Lee de certeza que meio planeta Terra sabe de quem eu estou a falar! Este homem mudou para sempre, e irreversivelmente, os comics e cultura norte-americana, ao reinventar o mundo dos comics! Ele, em conjunto com Steve Ditko e Jack Kirby, inventou uma grande parte dos super-heróis que catapultaram a Marvel de uma pequena editora para o gigante mundial que é neste momento. Só para terem uma ideia aí vai uma lista das personagens que saíram da cabeça deste homem:
- Black Marvel
- Mister Fantastic
- Invisible Woman
- The Thing
- Human Torch
- The Hulk
- Ant-Man
- Spider-Man
- Thor
- Doctor Strange
- Iron Man
- Nick Fury
- Wasp
- Cyclops
- Professor Charles Xavier
- Angel
- Iceman
- Magneto
- Beast
- Marvel Girl (Phoenix)
- The Avengers
- Black Widow
- Daredevil
- Hawkeye
- Quicksilver
- Scarlet Witch
- Wonder Man
- Black Phanter
- Silver Surfer
- Captain Marvel (Mar-Vell)
- Falcon
- She-Hulk
Nos anos 40 do século passado o mercado de BD norte-americano era dominado pela DC comics em pontificavam Superman e Batman. Stan “The Man” Lee começou a escrever nos anos 30 para uma pequena editora a Timely Comics. Esta editora viria a tornar-se mais tarde a Marvel Comics! O seu primeiro trabalho foi uma página para a revista Captain America, criação de Joe Simon e Jack Kirby, onde assinou pela primeira vez como Stan Lee. Foi no nº3 desta revista.
Stan Lee voltou para a “sua” editora no final da 2ª Guerra Mundial, onde se deparou com uma crise de moralismo, em que se dizia que a BD corrompia a juventude. Foi um período muito negro desta arte nos EUA, que ainda se repercute nos dias de hoje! O nome da censura chamava-se Comics Code Authority.
Nos anos 50 Martin Goodman incumbiu Lee de “responder” à renovada DC com uma equipe nova de super heróis, assim surgiu o Quarteto Fantástico! De seguida veio o Hulk, Iron Man, Thor, X-Men, DareDevil e por fim… o maior sucesso da Marvel: Spider-Man!
Os heróis criados por Lee foram recebidos de braços abertos pelo público norte-americano, pois eram humanos! Tinham problemas existenciais, alguns eram violentos e possuidores de mau feitio! Tinham namoradas e de trabalhar para viver.
Esta foi a revolução de Stan Lee! Acompanhado pelos míticos artistas Jack Kirby e Steve Ditko, Lee levou a Marvel para o top de vendas.
Para além do seu trabalho como criador de personagens e estórias, tornou-se editor chefe da Marvel durante muitos anos.
Mas apesar de estar intimamente ligado à Marvel também trabalhou para a sua concorrente já neste século, criando a conhecida série “Just Imagine Stan Lee’s...” onde personagens da DC tinham aventuras alternativas.
Agora, Stan Lee vai passeando a sua fama em programas de televisão e em pequenas cenas nos filmes rodados pela Marvel. Arranja sempre maneira de figurar no meio dos seus heróis que saltaram com grande êxito para o ecrã. A sua melhor aparição é mesmo no 2º filme do Quarteto Fantástico, onde aparece como ele próprio e tenta penetrar na festa de casamento entre Sue e Reed Richards…
É sem dúvida um dos maiores vultos ainda vivos dos comics norte-americanos!


Boas leituras!
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quinta-feira, 17 de julho de 2008

Astonishing X-Men: Vol.1 (Regresso) e Vol.2 (Perigo)


A BD Mania edita de uma vez só um ano inteirinho de Astonishing X-Men da "run" de Joss Whedon (Buffy, A Caçadora de Vampiros e Firefly/Serenity) e John Cassaday ( Planetary)!
No prmeiro volume, "Regresso", Whedon agarra-nos à narrativa de uma maneira viciante, pois sendo ele um fan do Universo X-Men, respeita a sua "mitologia" e não se dispersa com muitos mutantes no jogo... cria uma pequena equipa, com alguns "pesos-pesados" e ainda vai recuperar o mutante que "deu a vida" para curar os portadores do gene "X" do virus Legado. Com uma pequena equipa é mais fácil a um bom escritor fazer o detalhe psicológico da trama e é isso que acontece! Whedon lentamente e com pequenos pormenores deixados aqui e acolá, vai envolvendo o leitor de maneira a que não se consegue deixar de ler! Para além disso não é chato... tem sempre uns "gags" espalhados um pouco por todo o livro. Assim neste livro de apresentação temos como linhas principais: uma "cura" para o gene "X", o ressuscitar de um gigante e depois no meio disto tudo aparecem uns extra-terrestres, aliados a uma obscura facção da Shield para assuntos extraterrenos, que querem eliminar todos os X-Men por razões que vocês só vão saber se comprarem o livro!
No segundo livro, "Perigo", continuam as linhas de acção do primeiro volume, mas com um desenvolvimento muito importante... devido à "cura" forçada de um estudante,
Wing, este não suporta o que lhe aconteceu e suicida-se na sala de perigo... este acto vai catapultar a estória para outro nivel!
Falando de John Cassaday, é na verdade um dos grandes desenhadores da actualidade! Esta é a minha opinião, e não vale a pena dizer mais nada... o detalhe gráfico que ele pôs em Planetary transpôs para estes Astonishing X-Men. Esta dupla era só para fazer um ano de X-Men, mas o sucesso foi tão grande que foi contrado mais um ano. Toda esta "run" com estes dois criadores vai ser editada em português pela BD Mania. Portanto é aproveitar!
A capa "provisória" do volume nº3, com o nome "Sob Ataque" será apresentada neste blog amanhã à noite! Tenho de dizer que estas edições estão muito boas mesmo.
Falta-me dizer que os X-Men têm um espião, ou talvez mais que um! Um saberemos quem é neste segundo volume...







Hardcover
Criado por: Joss Whedon e John Cassaday
Editado em Julho de 2008 por BD Mania (original da Marvel)
Comprado na Tabacaria 202 do Centro Comercial Galerias do Alto da Barra
Nota : 10 em 10
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sexta-feira, 30 de maio de 2008

X-Men : Messiah Complex


E agora o X-Men mega-crossover, anunciado há uns posts atrás... Messiah Complex!
Para uma melhor compreensão do "complexo de messias" vou dar uma defenição deste estado psicológico:
Condição mental na qual o indivíduo acredita que ele ou ela é ou está destinado a ser o salvador de um grupo, evento, período de tempo ou até mesmo do mundo inteiro.
Posto isto tenho de dizer que quando fazem mega publicidade a um mega evento, eu tenho como primeiro instinto desconfiar! Se é tão bom não necessitaria de títulos tão bombásticos, como "Melhor estória dos X-men da década"... bom, eu acho que é! Foi tudo bem bem feito, desde House of M , passando por Decimation : X-Men - The Day After, X-Men : Endangered Species , Supernovas e Blinded By the Light foi tudo bem encadeado. Estes dois últimos títulos não tiveram post, não porque fossem piores, mas porque optei por outros livros ou eventos. Penso que existe pelo menos mais dois ou três livros antes deste crossover pertencente à série Uncanny X-Men, que eu não possuo pois optei pelos livros da série X-Men.
Para quem não conhece os antecedentes deste evento pode clicar nos links acima referidos, pois para a compreensão desta estória é necessário saber o que está para trás. O livro começa com o primeiro nascimento mutante desde House of M, e foi de tal maneira a explosão de energia que conseguiu queimar a própria máquina Cerebra, sendo de notar que os poderes mutantes por norma só se manifestam na adolescência! O nascimento deu-se no Alaska, levando a que fosse formada uma equipe imediatamente para procurar a criança. Aqui verificaram que não eram os únicos a procurar a criança, pois a povoação encontrava-se completamente destruída e todas as crianças tinham sido vítimas de um hediondo massacre! Encontraram corpos pertencentes a dois outros grupos: Marauders de Sinestro e membros do clube anti-mutante "The Purifiers".
Imediatamente Cyclops passa a lider incontestado, organizando todos os grupos mutantes de maneira a seguir o rasto da criança. O Profesor Xavier põe em causa os métodos de Cyclops e este "põe o Professor no sítio" dizendo-lhe que tinha sido treinado por ele, para agora ser lider na altura mais crítica, e até de sobrevivência da raça mutante... a "missão" do Professor X passa a ser apenas tentar por a funcionar novamente Cerebra, em conjunto com McCoy, "The Beast".
Como o livro é para ser lido e não contado, fico-me por aqui no que toca à narrativa!
Posso enumerar algumas consequências que ficam deste evento, como: Cyclops passa a ser o lider absoluto e incontestado dos mutantes, Rogue fica curada e tenta matar a sua mãe adoptiva (Mystique), Os X-men deixam oficialmente de existir por uns tempos, o Instituto Xavier fica completamente destruído, e... mais consequências só lendo!
Adorei o livro, ponto fraco, a arte de Bachalo... é completamente descabida neste livro! Este livro não é de "bonecos". Sinceramente, e ainda não percebi o que é que a Marvel viu em Bachalo e Leinil Yu para os manter nas séries principais... nós por cá acho que temos artistas mais talentosos... Felizmente que a sua intervenção (Bachalo, porque Leinil Yu não entra aqui) não é muito grande nesta compilação!
Esta compilação é composta por:
- Messiah Complex one-shot
- Uncanny X-Men 492-494
- X-Men 205-207
- New X-Men 44-46
- X-Factor 25-27

Hardcover
Criado por: Mike Carey, Ed Brubaker, Craig Kile, Christopher Yost, Peter David, Marc Silvestri, Billy Tan, Scot Eaton, Chris Bachalo e Humberto Ramos
Editado em 2008 por Marvel Publications
Comprado Amazon
Nota : 9,5 em 10
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domingo, 16 de março de 2008

Decimation : X-Men - The Day After


Conforme prometido no post House of M , continua agora a saga dos piores dias para a raça Mutante!
Depois da Feiticeira Escarlate (Scarlet Witch) ter dito "No More Mutants" no fim de House of M, estes viram-se reduzidos a menos de duas centenas, quando eram milhões anteriormente! Nunca nenhum dos mais poderosos inimigos dos Mutantes tinha provocado tantas "baixas"... Poucas vidas se perderam, "apenas" ficaram sem o gene X responsável pelos seus poderes, habilidades ou aspecto! É claro que mutantes que voavam e perderam as suas habilidades e outros que respiravam por baixo de água e foram apanhados nestas situações, não terão sobrevivido com certeza! Mutantes bem conhecidos ficaram sem poderes, Magneto, Polaris, Blob e Jubilee foram alguns deles... do professor Xavier, ninguem sabe de nada !
A Escola de Xavier torna-se um sanctuário para os mutantes reminiscentes, mas esta fuga para um único lugar também tem os seus perigos... grupos anti-mutante patrulham as cercanias da Escola para capturar e abater Mutantes. Quando tudo parecia bater no fundo eis que surgem uns dos mais antigos inimigos dos X-Men : os Sentinelas !
A resposta é pronta e imediata, os X-Men defendem com "unhas e dentes" o seu último refúgio! Mas os Sentinelas não atacam, apenas se defendem! Afinal a Shield colocou os Sentinelas em redor da escola para defender os últimos sobreviventes dos grupos anti-mutante!
Agora para saber o que acontece a Polaris, Havoc, Homem de Gelo e mais sobre este catastrófico evento, é favor ler o livrinho !
Próximo post, X-Men : Endangered Species !

Softcover (TPB)
Criado por: Chris Claremont, Peter Milligan e Salvador Larroca
Editado em 2006 por Marvel Publications
Comprado na Amazon
Nota : 8 em 10
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quinta-feira, 6 de março de 2008

X-Men : God Loves, Man Kills


Depois de Avengers : Defenders War apresento, dentro da mesma linha (Marvel Premiere Classic), a Graphic Novel #5 X-Men : God Loves, Man Kills de 1982 !
Mais uma grande reedição da marvel num formato lindíssimo, que apanha a época de ouro de Chris Claremont na Marvel.
É uma Graphic Novel perfeita, intemporal e com grande conteúdo metafórico, extrapolando para os conflitos raciais que todos nós conhecemos. Serviu também de base, em muitos dos seus pormenores, para um dos melhores filmes de ficção que eu conheço: X-Men United (X2).
Chris Claremont voltou há uns anos à Marvel, após uma ausência de 10 anos, desculpem o termo, só para fazer asneiras... isto na minha opinião! Mas isso é outra estória!
Em relação à nossa Graphic Novel, X-Men : God Loves, Man Kills, básicamente o Reverendo Stryker começa, com um enorme sucesso, uma cruzada contra a raça Mutante em todos os meios de comunicação fazendo ver ao cidadão normal, que os Mutantes não eram filhos de Deus, e para dar garantias de sucesso à sua demanda religiosa, rapta no processo o Professor X (Xavier). Chris Claremont consegue por o leitor também do lado do Reverendo, pois nesta metáfora muitos dos seus argumentos também são válidos... claro que isso não pode implicar a destruição de uma raça, tal como ele a propunha! Nesta estória Magneto não é vilão, antes pelo contrário, aliás, esta estória tem a particularidade de não haverem super vilões mascarados!
O grupo X-Men desta estória é constituido por: Cyclops (Cíclope), Storm (Tempestade), Wolverine, Night Crawler (Nocturno), Colossus e Shadowcat (Lince Negro).

Hardcover
Criado por: Chris Claremont e Brent Anderson
Editado em 2007 pela Marvel Publications, com material de 1982
Comprado em Amazon
Nota : 10 em 10
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