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Assim o Rafeiro Perfumado resolveu mandar um texto sobre o Dilbert. Nada como um fã a falar do que gosta, mas como se esperava o cão Dogbert é a sua personagem preferida...
Ler o Dilbert sonhando ser o Dogbert
Se há banda desenhada que me prende do início ao fim, é a do Dilbert. Aquele aspecto tosco e infeliz, apanhado nos meandros das empresas modernas, onde o talento é triturado e a incompetência tantas vezes premiada, as poucas aptidões sociais, os permanentes conflitos com a chefia, colegas, fornecedores, clientes, a vizinha do terceiro direito que insiste em colocar o contentor do lixo à frente da porta do prédio, enfim, todo um manancial de situações que me levam a dizer: tenho muitos colegas que são tal e qual!
Adoro esta BD mas em quem me revejo mesmo é no Dogbert (não fosse ele um cão). Desprovido de qualquer estrutura moral, faz o que muito bem lhe interessa, retirando inclusive um certo prazer em se aproveitar dos imbecis que povoam o seu mundo (dono incluído). E haverá algo melhor do que demonstrar a quem nos rodeia que não passam de palhaços destinados a servirem-nos?
Uma BD para pessoas inteligentes, especialmente apelativa para quem trabalha num ambiente de escritório, e que demonstra de maneira bastante fiel como são os meandros da vida laboral, onde vale tudo mesmo tirar olhos ou outros órgãos, especialmente se tal estiver estipulado no contrato de trabalho.
Rafeiro Perfumado (Jorge Pereira)
Rafeiro Perfumado (Jorge Pereira)
Estou a gostar disto!
Obrigado a todos os que estão a colaborar!
Boas leituras!




