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segunda-feira, 28 de janeiro de 2019

Lançamento ASA: Astérix - O Segredo da Poção Mágica
Comemorações de 60 Anos de Astérix



Depois do filme, temos o livro.

Saiu este mês, inserindo-se em uma série de eventos / lançamentos que celebram os 60 anos de Astérix, este livro é a adaptação do filme que estreou em França em Dezembro do ano passado e que está a passar neste momento em Portugal.

Fiquem com a informação da ASA sobre o livro aqui em baixo, e mais abaixo podem ver o programa para "as festas" dos 60 anos :)


ASA BD – Janeiro 2019
Novidade Editorial

ASTÉRIX – O SEGREDO DA POÇÃO MÁGICA nas livrarias a 22 de janeiro

O Álbum do filme homónimo com estreia em Portugal marcada para 10 de janeiro de 2019.

Sinopse
O quê?! Os Gauleses mal podem acreditar! Após ter dado uma queda, Panoramix decide que está na altura de assegurar o futuro da aldeia. Acompanhado por Astérix e Obélix, percorre então o mundo gaulês à procura de um jovem druida talentoso a quem possa transmitir o segredo da poção mágica! Mas o que ele não sabe é que o terrível Enxofrix, seu rival dos tempos da escola de druidas, engendrou um plano maquiavélico para se apoderar da receita da poção mágica. Por Tutatis! Se ele conseguir alcançar os seus objectivos, a aldeia está perdida!

Ficha do Livro:
Título: ASTÉRIX – O SEGREDO DA POÇÃO MÁGICA
Texto: Olivier Gay
Desenhos: Fabrice Tarrin
Colecção : Astérix – Fora de Colecção
Formato: 21,8 x 29 cm
Nº págs.: 48
ISBN : 978-989-23-4396-9



60 Anos de Astérix




Estamos em 1959 d.C.
O argumentista René Goscinny e o desenhador Albert Uderzo estão sob grande pressão. Têm de criar uma série de BD completamente original e baseada na cultura francesa para o primeiro número da revista Pilote, que deverá sair dentro de algumas semanas.
No apartamento de Albert Uderzo, os dois autores dão voltas à cabeça numa sessão de trabalho que acabaria por ficar para a História:
– Diz-me lá quais são os períodos mais marcantes da História de França – começa René.
– Ora bem, temos o período pré-histórico – atira Albert.
– Não, já foi usado – replica o amigo.
– Então que tal a Gália e os Gauleses?
René aproveita imediatamente a deixa e as ideias começam a fluir. “Tudo foi feito e decidido em duas horas”, conta o argumentista.
Foi assim que tiveram início As Aventuras de Astérix, a 29 de Outubro de 1959, no primeiro número da revista Pilote. Rapidamente toda a Gália foi ocupada pelo Romanos, pela poção mágica, pelos trocadilhos e por sibilinas citações latinas. Toda? Sim, toda!


NOTA DO EDITOR
Desde o seu aparecimento em 1959 que Astérix congrega leitores de todos os horizontes e de todas as gerações. Um verdadeiro prodígio que se deve aos seus criadores, o genial René Goscinny e o mestre Albert Uderzo.
Desde há 10 anos que temos o privilégio de ter embarcado nesta aventura editorial única no mundo, e é com enorme prazer que aproveitamos o ensejo deste 60.º aniversário para prestar homenagem a Astérix e ao seu universo.
Para este ano de comemorações, diversos parceiros fizeram questão de se juntar a nós, todos eles movidos por este mesmo entusiasmo que nós próprios partilhamos. Um entusiasmo que advém de recordações de leituras e que é acalentado pelo desejo de acompanhar a aldeia nas comemorações. E de participar na escrita de novas aventuras.

UM ANIVERSÁRIO É PARA FESTEJAR, POR TUTATIS!






CINEMA: ASTÉRIX E O SEGREDO DA POÇÃO MÁGICA
estreia em portugal: 10 de Janeiro
A Gália não é apanágio apenas da banda desenhada! A 7ª arte contribuiu também largamente para dar a conhecer as personagens imaginadas por René Goscinny e Albert Uderzo, nomeadamente através de 4 filmes em imagem real e 10 filmes de animação, entre os quais se conta Astérix e o Segredo da Poção Mágica, o último filme até à data, realizado por Alexandre Astier e Louis Clichy. Em 10 de janeiro, este filme animado chegará FINALMENTE às salas de cinema de norte a sul do país! 






Preparem os caldeirões!




ASTÉRIX EM AUDIOLIVRO!
LANÇAMENTO em França: 16 DE JANEIRO
Por ocasião do 60.º aniversário do mais famoso de todos os Gauleses, descubra pela primeira vez nas Edições Audiolib as duas primeiras aventuras de Astérix numa criação sonora excecional e irresistível, fiel aos álbuns originais! As versões francesas de Astérix o Gaulês e A Foice de Ouro num formato áudio inédito, com música, efeitos sonoros e a totalidade das falas originais, interpretadas por um elenco de exceção que inclui Dominique Pinon, Jean-Claude Donda, Guillaume Briat, Bernard Alane e Emmanuel Curtil, entre outros. Uma nova forma de dar vida às personagens criadas por René Goscinny e Albert Uderzo, e de redescobrir ou dar a descobrir as suas duas primeiras obras!












EDIÇÃO DE LUXO
A 23 de Janeiro, os leitores poderão descobrir pela primeira vez nesta edição de luxo o conjunto integral das 44 pranchas originais a preto e branco, passadas a tinta por Albert Uderzo, acompanhadas por um dossiê exclusivo de 32 páginas sobre os bastidores da criação do álbum. Indispensável para todos os fãs da personagem!
• Álbum em grande formato a cores
• Lombada em tecido, com cabeceado
• 128 páginas
• 2 tipos de papel diferentes: papel couché para as pranchas a cores; papel offset para as pranchas originais
39€ / 5000 exemplares (em França)











O COMBATE DOS CHEFES: MAIS UM ASSALTO!
LANÇAMENTO em França: 29 DE MAIO
Com a publicação da Edição de Luxo de O Combate dos Chefes, 10.º volume desta colecção topo de gama, (re)descubra uma das primeiras aventuras de Astérix. Com um legionário voador, sessões de psicanálise druídica e um campeonato oficioso de lançamento de menires, em O Combate dos Chefes a aldeia gaulesa faz verdadeiramente jus ao seu epíteto de “aldeia dos loucos”!
EDIÇÃO DE LUXO
• Álbum em grande formato a cores
• 128 páginas, 44 pranchas originais a preto e branco
• Dossiê de 32 páginas sobre os bastidores da criação do álbum
39€ / 4000 exemplares (em França)










ART BOOK
Uma edição como nunca se viu, digna da Biblioteca de Alexandria!
Numa sumptuosa caixa de tecido com 290 x 370 mm, os leitores poderão descobrir pela primeira vez:
• Dois livros lado a lado com, à esquerda, o argumento integral (sinopse e distribuição das falas) dactilografado por René Goscinny e, à direita, as 44 pranchas originais desenhadas e passadas a tinta por Albert Uderzo, tudo em papel Munken 150g. Uma oportunidade única para ir ao âmago da criação da BD mais famosa do mundo e para melhor compreender a alquimia que existe entre os dois autores!
• cinco ex-líbris: as primeiras notas manuscritas de René Goscinny que constituem a certidão de nascimento de Astérix (2 ex-líbris); os primeiros esboços de Astérix e Obélix pela mão de Albert Uderzo (2 ex-líbris); a prancha só com as cores da primeira página de Astérix o Gaulês, publicada na revista Pilote em 29 de outubro de 1959 (1 ex-líbris).
200€ / Edição limitada a 800 exemplares numerados (em França)








TRIBUTO A ASTÉRIX: 60 AUTORES TIRAM-LHE O RETRATO
LANÇAMENTO em França: SETEMBRO
60 anos, 60 desenhadores, 60 tributos… Um livro de sonho para qualquer fã incondicional do universo dos irredutíveis Gauleses. Os maiores nomes da banda desenhada francesa e internacional tomaram a palavra para propor as suas versões das personagens de culto imaginadas por René Goscinny e Albert Uderzo:
Didier Conrad, Blutch, Midam, Catherine Meurisse, Arthur de Pins, Guy Delisle, Alary e muitos outros…



E no fim do ano uma surpresa:
PARA FESTEJAR… COM O MAIS BELO DOS PRESENTES: UM NOVO ÁLBUM!


LANÇAMENTO DO ÁLBUM Nº 38
24 de OUTUBRO de 2019






Boas leituras









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sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

XV Festival Internacional de Banda Desenhada de Beja: Primeira informação
Autores e Exposições


14 anos de cartazes do Festival Internacional de BD de Beja


Já se sabe quando vai acontecer e que autores estarão presentes e que exposições nós poderemos apreciar.
É assim o Festival Internacional de BD de Beja!
Alberto Varanda

Ao nível de exposições e autores presentes Beja demonstra que é o melhor festival de BD em todos os aspectos e sem nenhuma sombra de dúvida. Outros talvez possam aprender o “como se faz” com a organização deste festival e com o grande Paulo Monteiro.
Já agora, este "outros" não é uma indirecta ao "não festival da Amadora", é mesmo muito directo!

Para já este festival vai-me tornar um sonho realidade: conhecer o autor de Colombe Tiredaile, uma personagem pela qual me apaixonei em criança, o grande Dany!
Tenho seguido alguns trabalhos dele sempre que posso, sobretudo pin-ups (visto que não sei francês), e continuo a adorar o seu estilo!

Depois, vamos ter Paul Duffield, autor da série Freakangels, uma excelente saga em ambiente steampunk que eu adorei ler há uns anos.

Vamos ter Tyler Crook, o autor de uma série de fantasia negra, que eu estou a adorar, em publicação pela G.Floy: Harrow County.

Estes três autores satisfaziam-me plenamente, mas vamos ter Altarriba (A Arte de Voar), a equipa de Michel Vaillant (Benjamin Benéteau, Denis Lapière e Marc Bourgne), Alberto Varanda (La Geste des Chevaliers-Dragons), Peter van Dongen (Blake & Mortimer), e depois um grande naipe de autores portugueses como Pedro Serpa, Nuno Duarte & Mosi, Pedro Brito e o José Ruy que continua a não perder um festival. Com certeza haverão outros, mas isto já ultrapassa todas as minhas expectativas!

Agora alguma informação oficial enviada pela organização do Festival Internacional de Beja:

XV FESTIVAL INTERNACIONAL DE BANDA DESENHADA DE BEJA
De 31 de maio a 16 de junho

AS EXPOSIÇÕES

ALBERTO VARANDA E OLIVIER VATINE - A MORTE VIVA – Portugal/França

ALCIMAR FRAZÃO – Brasil
Eduardo Teixeira Coelho


ALTARRIBA E KIM – Espanha

AS AVENTURAS DE JERÍLIO NO SÉCULO XXV (2ª parte), de Luís Cruz Guerreiro (BD sobre azulejo) – Portugal

BENJAMIN BENÉTEAU, DENIS LAPIÈRE E MARC BOURGNE - A 200 À HORA COM MICHEL VAILLANT – Bélgica/França

DANY – Bélgica

DAVID SALA – França

EDUARDO TEIXEIRA COELHO – Portugal

FABIO ZIMBRES – Brasil

MIGUEL ÁNGEL MARTÍN – Espanha

MOSI E NUNO DUARTE – Portugal

NÓDOA NEGRA (Exposição coletiva) – Brasil/Colômbia/Portugal

PAUL DUFFIELD – Inglaterra

PEDRO BRITO – Portugal

PEDRO SERPA – Portugal

PETER VAN DONGEN – Holanda

RITA ALFAIATE – Portugal

TYLER CROOK – BEM-VINDOS A HARROW COUNTY – Estados Unidos da América

VÉTE – Portugal



AUTORES PRESENTES EM BEJA DE 31 DE MAIO A 2 DE JUNHO:
Alberto Varanda e Olivier Vatine / Alcimar Frazão / Altarriba e Kim / Dany / David Sala / Benjamin Benéteau, Denis Lapière e Marc Bourgne / Fabio Zimbres / Luís Cruz Guerreiro / Miguel Ángel Martín / Mosi e Nuno Duarte / Paul Duffield / Pedro Brito / Pedro Serpa / Peter van Dongen / Rita Alfaiate / Tyler Crook / Véte / Autores de coletivo Nódoa Negra



Paul Duffield




OUTROS CONVIDADOS:


ENRIQUE SÁNCHEZ ABULÍ – Espanha

FABIO MORAES (Especialista na obra de Jayme Cortez e de Eduardo Teixeira Coelho) – Brasil

JOSÉ RUY – Portugal

NICOLAS GRIVEL (Agente) – França

OLIVIER SZTEJNFATER (Editor) – França












Tyler Crook



Alberto Varanda
Dany




























Pedro Serpa



Peter Van Dongen



Mosi



Marc Bourgne



O Leituras de BD apoia o Festival Internacional de BD de Beja





Boas leituras









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domingo, 4 de novembro de 2018

O Não "festival" Amadora BD 2018



Fui arrastado para o "festival" pela autora de BD Aida Teixeira, porque, na realidade, tenho-me arrastado para lá estes últimos anos sem muita vontade de lá ir.

No caminho para o dito "festival" passamos por um túnel onde estava escrito pomposamente "A Cidade da BD"... claro que gargalhadas foram soltas ao vento (não foram, estávamos dentro de um carro), porque uma cidade com um evento de BD daqueles arrogar-se a tal título... upa upa!


Entramos e pronto... a tristeza de não ver ou haver público, do ar cansado e enfastiado que quem está de serviço aos stands, sem movimento, era notório, e atenção perguntei a mais do que uma pessoa se aquilo tinha estado assim sempre, a resposta foi que basicamente sim, era mais daquilo.

Espalhando bom gosto com design criativo...
Ontem foi a entrega dos PNBD, ou seja, os Prémios Nacionais da BD, onde o competentíssimo director do "festival" recebeu um monte deles, e porquê? Porque só se soube dos artistas e livros nomeados a menos de 24 horas antes da entrega dos prémios, e claro, não estavam presentes. E já agora, porque não dizê-lo, parece que pelo menos alguns editores nem convidados foram para a Gala Nelson Dona.

As exposições, o ex libris deste evento ao longo destes anos, eram muito poucas e banais, toda uma geração de autores portugueses praticamente ausente das exposições. O Álvaro teve uma exposição decente, assim como o grande Artur Correia (mas este de uma geração muito antiga)

Que dizer...? Um director que acha tudo muito difícil de fazer num festival? Sem ideias? Sem competência? Arrogante para mudar seja o que for? Um funcionário público cujo o único propósito é o festival, e que ao fim de 18 anos ainda não aprendeu? E que desde que a Maria José Pereira saiu da ASA ficou sem a bengala que o amparava com os seus conhecimentos, e autores, que aquela editora  trazia?

Temos pena, pessoas muito mais competentes já tiveram que sair dos seus cargos... este está lá de pedra e cal, presumo que para a dar razões à Câmara Municipal da Amadora para acabar com o Festival.

Podia escrever muito mais, mas não vale a pena. Já agora, não tirei fotos do evento porque há dois anos tive problemas graves por tirar fotografias (quase meteu polícia), por isso desde essa altura não tiro fotos aos trabalhos expostos. Mas tirei selfies com a autora Aida Teixeira (O Espirro do Dragão e Vamos Aprender), com dois livros publicados e esgotados em parceria com Carlos Rocha, editados e publicados pela Kingpin Boks :D

Vão lá e comprem um livro, porque os nossos editores merecem.


Aqui em cima podem ver a comodidade e o design de uma parte da cave onde encontravam 4 exposições (se contei bem), e também os livros que comprei no evento: Monstress, Saga, O Legado de Júpiter, Hercule Poirot e Bouncer.

E mais uma selfie :D




Boas leituras






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segunda-feira, 29 de maio de 2017

XIII Festival Internacional de Banda Desenhada de Beja
Opinião e Fotos



No fim-de-semana passado celebrou-se o XIII Festival Internacional de Banda Desenhada de Beja. Todos os caminhos deram a Beja por essa altura, uma oportunidade para rever amigos, conhecidos, enfim… muitas caras, muitas pessoas.

Oportunidade única também para comprar em primeira mão muitas novidades de BD, conviver com autores informalmente com uma cerveja na mão, visitar as muitas e boas exposições de originais.
Paulo Monteiro

Muitas apresentações, lançamentos, ou simples painéis de autores no auditório do Pax Julia foram feitos, sempre contados ao minuto pelo Paulo Monteiro, o homem (e a sua equipa) que mantém de pé este evento há 13 anos consecutivos.

O ano passado deu-se uma mudança na localização do núcleo principal do evento, passando da Casa da Cultura de Beja onde esteve durante mais de uma década, para o centro da cidade entre o Teatro Municipal Pax Julia e no largo do Museu Regional.

Existem pessoas que gostam mais desta nova localização, mas eu não sou uma delas por várias razões. Embora o Pax Julia tenha tido este ano as exposições muito bem montadas e grande bom gosto na sua disposição não é tão bom como a Casa da Cultura, onde existe um espaço muito amplo em que as exposições centrais “respiram” mais à vontade. De facto o auditório para lançamentos do Pax Julia é bastante melhor, mas as exposições ficam bastante mais labirínticas.

Depois, aquelas arcadas da Casa da Cultura eram um local onde os visitantes podiam descansar e fugir do Sol que não existe no Largo do Museu Regional, onde a natureza faz das suas sem fuga possível para os visitantes, tendo apenas umas árvores para refúgio.

Presumo que sirva melhor a cidade de Beja esta nova centralidade do festival, e este precise do apoio da Câmara Municipal… mas pronto, eu preferia sinceramente a Casa da Cultura.

Outra situação que eu tenho a apontar, e continuo a falar pessoalmente (existe com certeza quem goste), é o palco dos Concertos Desenhados. O local de lazer e descanso (e autógrafos) dos visitantes é precisamente o local onde o palco está instalado. Torna-se muito desagradável estar sentado a beber uma cerveja e conversar com amigos e ouvir durante uma tarde inteira check sounds para os concertos da noite. Ninguém consegue falar sem ser quase aos gritos e de vez em quando a saltar com alguns sons arrepiantes! Não é compatível “zona de descanso e lazer” com um palco em constante check sound e por vezes com pequenos concertos que nem sequer agradam a uma boa parte das pessoas presentes, ou seja, torna-se invasivo e anti-social.

Bem, quanto às exposições em si. Estavam maravilhosas, com muito bom gosto e recheadas com trabalhos de excelentes artistas.
As apresentações decorreram a um bom ritmo no auditório sem se tornarem enfadonhas, e sempre controladas pelo cronómetro do Paulo Monteiro.


O som nos Concertos Desenhados estava bastante decente e para quem gosta deste tipo de evento presumo que foram bastante bons.
Os artistas convidados foram de uma grande simpatia, nunca fugindo à convivência com os visitantes. Apenas faltou um “grande” no festival. Giménez não pode vir devido a ter sido sujeito a cirurgia Foi uma pena, pode ser que venha para o ano!

Quanto à cidade de Beja, continua igual e ela própria: espectacular!

As exposições ficam até ao final do festival, assim como a loja de BD, ou seja, até dia 11 de Junho. Até ao final haverão muitos workshops e um encontro de Urban Sketchers. Podem verificar as datas e horas no programa do evento, neste link:

XIII Festival Internacional de Banda Desenhada de Beja: Programação






Concertos Desenhados

José de Freitas - Terkel Risbjerg - Judith Vanistendael - Anne-Caroline Pandolfo

Sama - Pedro Moura

Janaína de Luna - Pedro Cobiaco


Juan Giménez



Jorge Coelho





Grazia La Padula





Artur Correia





Paolo Motturi





Flávio Luiz





Judith Vanistendael





Anne-Caroline Pandolfo & Terkel Risbjerg





Pedro Morais




Ricardo Venâncio



Vinhetas da Roménia







Rafael Coutinho







Luís Afonso




Pedro Cobiaco






Geral do festival e da cidade
Pedro Cobiaco e Grazia La Padula - Autógrafos na Kingpin Books

Loja do festival

Loja do festival

Tenda de Modelismo

Loja da Arte de Autor

Loja da Arte de Autor

Loja da Comicheart

Loja do festival

Sama
Loja do festival

Mário Freitas e Pedro Cobiaco

Anne-Caroline Pandolfo, Terkel Risbjerg e Josá de freitas

Visita à cidade por Florival Baiôa Monteiro

Graffiti em Beja



Boas leituras e até para o ano!






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