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sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Lançamento G.Floy: Wolverine Origem - Volume Dois



A aguardada conclusão da saga que se iniciou com Woverine Origem meses atrás está para vocês, fãs leitores.

Fiquem com a nota de imprensa da G.Floy:




Wolverine ORIGEM
Volume Dois

Um novo capítulo do passado misterioso e secreto do homem que um dia será... Wolverine!
Passaram-se anos desde os eventos de Origem... desde que James “Logan” Howlett desapareceu para se juntar a uma matilha de lobos, à procura da paz que só o grande norte gelado, longe da humanidade, lhe conseguiu dar.

Mas a tragédia que se irá abater sobre o mundo pacífico que escolheu para si vai trazê-lo de volta ao mundo dos homens. E Logan está prestes a descobrir como esse mundo pode ser cruel, porque a civilização esconde monstros bem mais terríveis do que o mundo selvagem. Homens implacáveis, como Hugo Haversham, que o quer explorar como aberração de circo. Ou como o sinistro Dr. Essex, capaz de torturas para além do imaginável em nome da ciência... E, talvez pior que todos, um homem parecido com ele, outro mutante, que poderá vir a ser o seu maior aliado - ou o seu pior inimigo.

Com argumento de Kieron Gillen, um dos mais sólidos talentos da Marvel, Origem II conta com a arte magnífica de Adam Kubert, uma verdadeira lenda dos comics.

Wolverine ORIGEM
Volume DOIS
Kieron Giellen - Adam Kubert
128 páginas, cor, capa dura.
ISBN 978-84-16510-00-9
PVP: 10,99€




Boas leituras



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quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Lançamento G.Floy: Tony Chu Vol.3 - Enfarda Brutos



ESte terceiro volume de Tony Chu apareceu pela primeira vez durante o 26º Amadora BD, mas agora encontra-se espalhado pelos sítios de venda do costume.
Recomendo esta divertida série, eu pelo menos estou completamente cativado!

Nota de imprensa da G.Floy:

Tony CHU Detective Canibal, volume TRÊS:

ENFARDA BRUTOS

As coisas parecem estar a melhorar para Tony Chu, o agente federal cibopata com o poder de receber impressões psíquicas daquilo que come. Arranjou uma namorada. Tem um parceiro em que confia. E até se está a entender com o idiota do seu chefe. Mas o seu antigo e implacável parceiro continua à solta, a operar à margem da lei, apostado em cumprir as ameaças que fez a Tony. É só uma questão de tempo até às suas investigações colidirem, até ser derramado sangue e, inevitavelmente, serem comidos pedaços de corpos humanos!

Enfarda Brutos é o terceiro volume da divertida - e inexplicavelmente popular - série best-seller do New York Times, uma saga sobre polícias, bandidos, cozinheiros, canibais e poderes paranormais.

“Melhor nova série de 2009” - MTV Splashpage

“Incrivelmente divertido” - USA Today

Vencedor de dois Prémios Eisner - galardão máximo da banda-desenhada anglo-saxónica - e de dois Prémios Harvey - os prémios profissionais nos EUA - CHU/Chew é uma das mais populares séries nos comics independentes actuais.

E para quem estiver interessado, uma boa entrevista de John Layman, por ocasião da saída deste volume nos EUA:
http://www.comicbookresources.com/?page=article&id=29433




Tony Chu, Detective Canibal
Volume 3: Enfarda Brutos
John Layman - Rob Guillory
128 páginas, cor, capa dura.
ISBN 978-84-16510-04-7
PVP: 9,99€

Boas leituras


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quinta-feira, 23 de julho de 2015

Tony Chu - Detective Canibal
Volume Um: Ao Gosto do Freguês
Volume Dois: Gosto Internacional



Se houve uma BD que me tenha surpreendido muito pela positiva nos últimos tempos, foi esta: Tony Chu!
Sinceramente acho que a G.Floy está a fazer um enorme serviço à BD traduzida para português, publicando livros/séries que são uma enorme lufada de ar no nosso pequeno panorama comercial da Banda Desenhada. Como já foi referido aqui no LBD, as três séries em “exibição” da Image que a G.Floy está a publicar, são Fatale, Saga e este Tony Chu (Chew no original).

Tony Chu seria a minha última escolha entre estas três, mas sinceramente, e depois de ter lido de uma assentada os dois volumes já publicados, eu coloco perfeitamente esta série ao lado das outras! Original e com um ritmo dos demónios! Aliás, quando acabei de ler o segundo volume não me contive a dizer uma asneira… o terceiro volume só sai daqui a uns meses.

Chew iniciou a sua publicação nos EUA em Junho de 2009, tendo até ao momento 9 volumes publicados. O mentor e argumentista deste projecto é John Layman que para além deste Tony Chu na Image, já trabalhou em Gen13 e Thundercats para a Wildstorm, e Fantastic Four, Gambit, Punisher, Marvel Zombies para a Marvel (entre outos títulos).

No desenho temos Rob Guillory. Detentor de um traço “cartunesco”, muito expressivo e sobretudo muito dinâmico! Imprime muita força ao argumento com o seu desenho, conseguindo muitas vezes em quadros mais grotescos dar uma ideia de beleza onde muito dificilmente existiria.

Layman diz tudo numa dedicatória no 1º volume:
“À Kim, que certamente esperou que a minha ideia de canibais e gripe da aves fosse um flop (…)”
É… é isso mesmo! Uma ideia louca de Layman, muito original, deu os seus frutos com a editora Image a apoiar. Sim, a Image apoia a originalidade e a qualidade…
O argumento de Layman mostra-se muito sólido até agora, com uma irreverência/ humor que eu adoro, e uma narrativa exemplar. Adorei, adorei! :)

Tony Chu é um Cibopata. Um dos únicos três no mundo! Sim… e o que é um Cibopata? Ora o nosso detective Tony Chu consegue a partir do momento em que prova algo, saber tudo do passado do que provou, excepto beterrabas… apenas as beterrabas não lhe trazem impressões psíquicas. Ora isto para a polícia é sem dúvida uma mais-valia! Se Chu provar literalmente algo orgânico pertencente a alguém, consegue saber tudo o que essa pessoas fez, no caso de investigação criminal.

Depois temos a FDA, uma obscura autoridade norte-americana que controla o circuito alimentar, e os alimentos. A FDA foi formada sobretudo para impedir a venda e consumo de carne de galináceos depois de um alegado surto de gripe das aves que matou milhões no mundo inteiro.

E é com estas premissas que Layman consegue “desenhar” um argumento improvavelmente bom! Temos o consumo de galináceos, o tráfico, a intriga, o amor, frutos estranhos e muito humor. Muitas vezes humor negro, mas também o humor básico e o humor inteligente estão completamente presentes nestes dois livros publicados pela G.Floy. Parabéns por esta publicação em português.

O Leituras de BD, sem dúvidas absolutamente nenhumas, recomenda estes dois livros:
Tony Chu - Detective Canibal : Ao Gosto do freguês
Tony Chu - Detective Canibal: Sabor Internacional


Boas leituras



Hardcover
Criado por John Layman e Rob Guillory
Editado em 2014 (Vol.1) e 2015 (Vol.2) pela G.Floy






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domingo, 10 de maio de 2015

Lançamento G.Floy: Fatale Vol.2



E a seguir ao anúncio de Saga, nada melhor que divulgar mais um número do excelente Fatale!
A G.Floy está a cumprir, e isso é bom! Cria um ambiente de confiança entre a editora e os seus clientes, e para garantir isso o volume 3 já está agendado para a mesma altura do Saga, ou seja, em Outubro (mês do Amadora BD).

Para quem não sabe, Fatale é um policial negro com entradas de fantasia sobrenatural, mas uma crítica está agendada para o final desta semana.

Fiquem com a nota de imprensa da G.Floy e muitas imagens:


FATALE Volume Dois
O Negócio do Diabo

A mulher mais Fatal dos últimos cem anos regressa, na segunda parte desta saga de terror policial que vai seguindo os meandros
mais escuros da história secreta da América, misturando thriller e terror sobrenatural.

Em 1970, em Los Angeles, Josephine não consegue escapar às forças de Hollywood, dos cultos satânicos, de sinistros filmes de 16mm e dos perversos milionários que os tentam adquirir... Quando um actor e a sua amiga ferida se cruzam com ela, vamos
assistir a uma explosão de acção que ecoará até aos nossos tempos, em que Nicholas Lash continua obcecado por encontrar a imortal Josephine e descobrir os seus segredos... qualquer que seja o preço que tenha de pagar por isso.

"A imortalidade pode ser uma lâmina de dois gumes, mas é uma arma que a fascinante Josephine usa com uma elegância sem igual, neste romance gráfico irresistível."
- Publishers Weekly

Ed Brubaker, um dos maiores argumentistas de banda desenhada americana, e autor entre outros, de Capitão América: O Soldado do Inverno, junta-se a um dos mais talentosos artistas britânicos, Sean Phillips, para assinar esta história em que terror e policial negro colidem num dos maiores sucessos dos comics actuais. Nomeada para cinco Eisners (incluindo Melhor Série Nova, Melhor Argumento, e Melhor Desenho), a série ganhou também o Eisner para as Melhores Cores, pelo trabalho de Dave Stewart.

- Fatale saiu nos EUA sob a forma de uma série de 24 números regulares. Cada volume recolhe 5 números, excepto o terceiro, que apenas inclui quatro capítulos.

- Cada um destes arcos de história decorre numa era diferente, para além de continuar a saga de Nicholas Lash na nossa época.

- Ed Brubaker produziu um divertido trailer de lançamento para a série, que pode ser visto no Youtube no canal Multiversity Comics: "Ed Brubaker and Sean Phillips' "Fatale" Trailer from NYCC". https://youtu.be/enww0k2Mips


E não percam, no Outono de 2015, o terceiro volume da série: desde os dias mais negros da Grande Depressão, à Idade Média e ao Velho Oeste, um conjunto de contos de terror em volta do mito e do mistério da Femme Fatale que vêm revelar os segredos que nem a nossa heroína conhece!


Fatale Volume Dois: O NEGÓCIO DO DIABO
128 páginas a cores, capa dura.
ISBN: 978-87-91630-91-0
PVP: 9,99€
G. FLOY Studio














































































Boas leituras
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Lançamento G.Floy: Saga Vol.2



Está à venda o segundo volume da excelente série Saga em português pela editora G.Floy!
Tinha sido prometido por esta editora que os segundos volumes das séries a que se propôs publicar em português, seriam distribuídos na Primavera de 2015, e aí estão eles!

O volume 3 desta série será publicado em Outubro, ou seja, irá sair em pleno Amadora BD. Bem apostado, penso eu.
:)
Fiquem com a nota de imprensa da G.Floy e muitas imagens:

SAGA Volume Dois

Com o lançamento do segundo volume de SAGA, regressamos ao universo de ficção-científica e fantasia de Brian K. Vaughan, uma das séries de banda desenhada de maior sucesso comercial e crítico da actualidade, a que a Entertaiment Weekly chamou "o tipo de comic que só aparece quando se dá a um par de criadores superstars liberdade total para produzir o comic dos seus sonhos".

Marko e Alana continuam em fuga, com a sua filha bebé, Hazel, perseguidos pelas muitas facções de um vasto conflito interestelar. O seu crime? Ameaçar a "narrativa" que é a única justificação para esta guerra que assola a galáxia. Hazel já sobreviveu a assassinos letais, Príncipes Robots, exércitos e monstros alienígenas, mas terá agora de enfrentar o seu maior desafio... os seus avós! Neste volume descobriremos mais sobre o romance entre Alana e Marko antes de Hazel nascer, bem como a história dos pais de Marko. Seguiremos também o percurso do assassino conhecido como A Vontade, e o seu encontro com... Gwendolyne, a ex-noiva de Marko! E quem é Oswald Heist? Fique a saber tudo em SAGA Volume 2.

SAGA foi lançado em Portugal em Novembro de 2014, durante o Festival da Amadora BD. Esteve em grande destaque no Comic-Con no Porto, em que a presença de Brian K. Vaughan foi muito notada e gerou as maiores filas de autógrafos de qualquer autor de BD neste festival, tendo sido também referida em inúmeras entrevistas extensas publicadas na altura.
Uma das entrevistas mais interessantes: "Na última década o mundo dos comics tornou-se mais feminista":
http://www.publico.pt/culturaipsilon/noticia/na-ultima-decada-o-mundo-dos-comics-tornouse-mais-feminista-1678696

"Quando comecei a escrever Y: The Last Man e a ir a convenções deste género, eram sempre homens a vir ter comigo. Agora, em Saga, diria que 60% dos leitores são mulheres. Na última década, o mundo dos comics tornou-se num meio igualitário e mais feminista. Bem mais do que o cinema e a televisão."
Brian K. Vaughan

- SAGA Volume 2 inclui os números 7-12 do comic regular. SAGA é publicado nos EUA em arcos de história de 6 números, e cada volume recolhe um arco. Entre cada seis números da revista mensal existe um intervalo de cerca de três meses, antes de ser lançado o arco seguinte. Os arcos estão agrupados em três, ou seja, os Volumes 1-3 da série correspondem ao primeiro ciclo da saga, em que Hazel é ainda bebé.

- o Volume 3 da versão portuguesa da série está previsto para Novembro deste ano (2015).
"..Será tudo isto o suficiente para fazer de Saga um livro mais do que recomendável? Não, o que torna a sua leitura interessante é a guerra a deixar de ser pano de fundo, para se transformar em personagem, acossando o casal, com o poder de os transformar, como aos seus perseguidores, em monstros. Não é difícil supor a influência da actualidade sobre o texto de Brian K. Vaughan. Habitantes do planeta Fenda, os temidos “horrores” são, afinal, fantasmas de crianças que atormentam, com alucinações, o exército invasor. Pisaram minas ou sofreram ferimentos mortais de estilhaços, e vagueiam pelas florestas, iluminados por halos vermelhos. Não se salvaram, como não se salvará a menina refugiada que faz o que os homens quiserem. Sendo um livro assumidamente escapista, Saga reenvia o leitor para o real. E, nesse movimento, desvela a dialéctica que o sustenta: entre a fantasia da ficção e a violência do mundo."
José Marmeleira, in Ípsilon / PÚBLICO

SAGA Volume DOIS
152 páginas a cores, capa dura.
ISBN: 978-87-91630-89-7
PVP: 10,99€
G. FLOY Studio














































































Boas leituras
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segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Lançamento G.Floy: Fatale Vol.1



E é o terceiro lançamento neste ressurgimento da G.Floy!
E assim, depois de Saga e Chew, vamos ter nada menos que Fatale, igualmente em capa dura por 8,99 EUR.

É uma das grandes obras da BD norte-americana, escrita por Ed Brubaker e desenhada por Sean Phillips. No original já está terminada, e garantidamente esta série eu não vou perder!

Basta de conversa, e passemos à nota de imprensa da G.Floy:


FATALE é uma combinação explosiva e brilhante de policial noir e pulp com terror sobrenatural, que mistura mulheres fatais, cultos secretos, detectives empedernidos e monstros lovecraftianos!

Nos nossos tempos, Nicolas Nash recebe a herança e os escritos que o escritor Dominic Raines lhe legou, e conhece uma estranha mulher, Josephine, por quem se apaixona irremediavelmente e de modo quase obsessivo. Depois de descobrir um manuscrito esquecido de Raines, e de Jo o salvar de ser assassinado por um grupo misterioso de homens, percebe que nem tudo é o que parece ser no passado de
Dominic Raines. E, na São Francisco dos anos 1950, seguimos os acontecimentos contados no manuscrito de Raines e a vida da estranha mulher fatal que poderá ser a própria Josephine, que procura escapar a um perigo vindo do seu passado misterioso.

A dupla formada pelo argumentista Ed Brubaker e o artista Sean Phillips conheceu-se e começou a trabalhar em conjunto uma década atrás em Sleeper, uma série ambientada no universo de super-heróis da Wildstorm, muito aclamada pela sua criatividade. Tratava das aventuras de Holden Carver, um agente da força de controlo de actividade super-heróica, que é colocado como agente infiltrado numa organização criminosa de supervilões chamada Tao.

Mas apenas o director da sua organização sabe que ele é na realidade um dos bons, e quando ele fica em coma, Holden perde contacto com o mundo exterior, e aos poucos vai subindo dentro da organização criminosa...
ao mesmo tempo que se afunda pessoalmente, tornando-se num dos supervilões que foi encarregue de combater. Este pequeno resumo mostra de modo perfeito a capacidade de Brubaker em misturar géneros e em criar histórias extremamente credíveis e originais, algo que também demonstrou em O Soldado do Inverno, na fase do Capitão América a que presidiu, cruzando aí o universo da S.H.I.E.L.D. e dos seus heróis com a espionagem internacional, metade 3 Dias do Condor, metade James Bond.
Ed Brubaker e Sean Phillips continuaram a colaborar ao longo dos anos em projectos pessoais publicados na Marvel Icon (uma chancela da editora dedicada aos seus criadores em projectos mais independentes, de que eles controlem os direitos), com títulos como Criminal ou Incognito, que tiveram grande sucesso crítico. Mas FATALE foi o seu primeiro projecto fora da Marvel e o primeiro que lhes pertenceu a 100%. E foi também, de longe, o seu maior sucesso. Com FATALE juntaram também à equipa o talentoso Dave Stewart, um dos maiores coloristas dos comics actuais, cujo trabalho na série foi extraordinariamente bem recebido e lhe granjeou um prémio Eisner.

FATALE foi nomeado para vários Eisners em 2013, entre os quais Melhor Série em Continuação, Melhor Argumentista, e Melhor Artista, mas foi o trabalho de Dave Stewart que acabou premiado com o Eisner para Melhores Cores.

Ed Brubaker é um dos mais conhecidos argumentistas de comics da actualidade, vencedor de quatro prémios Eisner ao longo da sua carreira, e conhecido pela sua predilecção por histórias que incorporam o género policial. Como muitos outros autores que se notabilizaram ao longo das últimas duas décadas, iniciou a sua carreira nos comics independentes, escrevendo uma série de histórias policiais para a célebre revista antológica Dark Horse Presents. Editou também algumas obras com artistas mais conotados com os estilos alternativos – como Jason Lutes ou Eric Shanower – em várias editoras, desde a Drawn and Quartely à Alternative Comics e à Dark Horse.

Mas foi na DC Comics e na Vertigo que alcançou notoriedade, com histórias para a revista Batman, a minisérie Sandman Presents: Dead Boy Detectives e o relançamento de Catwoman, que levou a cabo juntamente com Darwyn Cooke. Mas as suas séries mais aclamadas dessa altura foram Gotham Central, que acompanhava as aventuras de um grupo de polícias e detectives de uma esquadra de Gotham – com argumento dividido com outro argumentista, Greg Rucka – e Sleeper, para a Wildstorm, de que já falámos acima. 

Em 2004, começou a colaborar com a Marvel, onde escreveu uma das mais populares fases do Capitão América de sempre (o Volume 5, que inclui o arco de história O Soldado de Inverno), e que durou oito anos, bem como uma série longa do Demolidor, entre muitas outras. Desde então assumiu bastantes mais títulos e um papel importante na criação das grandes sagas da Casa das Ideias destes últimos anos (como Vingadores vs. X-Men ou Secret Avengers, p. ex.). Foi também na Marvel que Brubaker voltou aos comics criados exclusivamente por ele (com o artista Sean Phillips, seu colaborador de longa data) com títulos como Criminal e Incognito. Depois de lançar FATALE na Image, viria a criar outra série para esta editora, Velvet, desta vez com o artista Steve Epting (o mesmo de O Soldado de Inverno).

O britânico Sean Phillips foi um dos muitos autores que fez parte da célebre “invasão britânica” dos comics americanos, sobretudo através da Vertigo, onde trabalhou num dos títulos mais icónicos da editora, Hellblazer. Depois de desenhar uma longa série de histórias para as revistas 2000 AD e Judge Dredd no Reino Unido, voltou aos comics de super-heróis americanos com WildC.A.T.s e Sleeper.
Trabalhou também em Marvel Zombies (com Robert Kirkman, o criador da série The Walking Dead), e tem colaborado com Brubaker numa extensa série de comics, dos quais FATALE foi o que maior sucesso teve.

Dave Stewart é um dos mais conhecidos coloristas actuais de comics, com trabalho publicado nas grandes editoras americanas, Marvel, DC e Dark Horse. Ganhou já oito prémios Eisner pelo seu trabalho, um dos quais com FATALE, que enriqueceu com o seu enorme talento.


























Boas leituras
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terça-feira, 28 de outubro de 2014

Lançamento G.Floy: Saga Vol.1 & Tony Chu (Chew) Vol.1



Conforme já tínhamos falado anteriormente, a G.Floy tinha um plano... e eis que num curto espaço de tempo temos os primeiros volumes de duas séries míticas em português e em capa dura!

E não vale a pena dizer muito sobre o assunto, porque está tudo muito explicadinho mais abaixo! Passamos à notas de imprensa da G.Floy:

Saga Volume 1


SAGA tem sido descrito como muita coisa, um épico de ficção científica cruzada com fantasia, com romance e comédia à mistura, como um encontro entre a Guerra dos Tronos e a Guerra das Estrelas ou Romeu e Julieta no espaço. É também um dos comics independentes de maior sucesso dos últimos anos, e talvez uma das bandas desenhadas mais premiadas de todos os tempos, tendo ganhado praticamente todos os prémios Eisner e Harvey para que foi nomeado nas duas últimas edições. A sua mistura elegante de géneros, aliada a um sentido de crítica social mordaz e uma boa pitada de humor e sexo, complementada pela arte pormenorizada e elegante de Fiona Staples — que atinge um equilíbrio difícil entre o realismo das ilustrações e o lado abstracto das suas sombras, cores e cenários — tornou SAGA num dos fenómenos sem precedentes nos comics americanos, uma saga subversiva para adultos.


Sinopse:
SAGA é a história de dois jovens soldados de lados opostos de um vasto conflito intergaláctico sem fim, que se apaixonam e arriscam tudo para protegerem a vida que criaram e que terá de crescer num universo hostil e perigoso.
Alana e Marko querem apenas poder viver a sua vida em paz com a sua jovem filha Hazel — considerada uma abominação por todas as potências envolvidas na guerra — e, entre serem perseguidos por um príncipe robot com cabeça de TV, assassinos profissionais dos mais diversos planetas e serem assombrados pelos fantasmas de vítimas de batalhas passadas, a sua história irá mudar a galáxia.


Brian K. Vaughan é um dos nomes maiores dos comics americanos, um argumentista com créditos firmados em todas as grandes editoras. Depois de ter escrito para as grandes editoras de super-heróis, DC e Marvel — para títulos tão variados como Batman, Ultimate X-Men ou Captain America - tornou-se conhecido com Runaways, que escreveu para a Marvel e que lhe granjeou enorme reconhecimento crítico (e um Eisner como Melhor Argumentista), e pelas duas séries que criou e escreveu para chancelas da DC e que o tornaram famoso: Y The Last Man e Ex Machina. Vaughan é também argumentista conhecido de televisão, e em particular conhecido pelos argumentos que escreveu para a série Lost, e para Under the Dome, a série baseada num romance de Stephen King, de que também é produtor executivo.
SAGA é a primeira série que escreveu em que manteve total controlo criativo, razão pela qual a lançou na editora Image como série independente. Foi também a série com a qual obteve o seu maior sucesso crítico e comercial.

Fiona Staples é uma artista canadiana que tem trabalhado para diversas editoras de comics americanas, incluindo a Wildstorm e a IDW. Escolhida por Brian Vaughan para ilustrar SAGA devido ao seu estilo original e diferente do esperado, o trabalho de Fiona Staples na série tem-lhe granjeado os maiores elogios. O site Ain’t it Cool News descreveu-o como “glorioso”, enquanto a MTV Geek anunciava que os leitores iriam “certamente apaixonar-se perdidamente pelo seu talento”, e em 2014 recebeu o prestigioso Joe Shuster Award como Artista de banda desenhada.


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Tony Chu Volume 1


CHEW, lançado em Portugal com o título de Tony Chu: Detective Canibal, é uma das mais aclamadas e populares séries actuais. Lançada na Image Comics em 2009, o seu sucesso foi imediato e inesperado, com o número um da série a esgotar quase instantaneamente e a ser reimpresso quatro vezes, tendo sido talvez o comic individual mais popular de sempre na Image. CHEW nasceu da mente do autor John Layman, um argumentista de comics com um percurso complexo e variado. Foi durante algum tempo editor da Wildstorm, uma das chancelas da DC Comics, antes de se tornar argumentista a tempo inteiro em 2002, escrevendo sobretudo para a Marvel (em particular a bem-sucedida série Gambit). Layman tinha um monte de ideias relacionadas com comida, todas meio sobrenaturais, todas elas cómicas de uma ou outra maneira.
E, embora nenhuma delas lhe parecesse suficientemente forte para aguentar uma série por si só, juntas talvez funcionassem.


“A ideia de uma proibição do frango por causa duma gripe das aves era divertida, mas parecia-me que não dava para muito mais que um sketch no Saturday Night Live. A ideia de uma crítica de comida e restaurantes capaz de escrever tão bem sobre comida que os seus leitores são capazes de a saborear, idem.
E a ideia de um detective capaz de receber impressões psíquicas depois de comer carne de algo que tivesse sido morto, e usar isso para resolver crimes, era mesmo meio maluca. Mas todas estas ideias tinham de facto um tema comum – a comida – e acabaram por se juntar numa só história... que assim ficou mais maluca ainda!”.


O resultado foi muito para além do esperado e, em menos de nada, CHEW foi considerada a Melhor Série Independente pelo site IGN (batendo The Walking Dead!), a Melhor Nova Série pela MTV, e as suas duas primeiras colectâneas foram parar ao New York
Times Bestsellers List.

Sinopse:
CHEW é a história de Tony Chu, um detective cibopata. E perguntam: o que é um cibopata? Pois bem, é alguém que consegue receber as últimas impressões psíquicas da vida de um ser vivo quando... o come. Um poder potencialmente muito útil para um detective resolver crimes, mas que requer que ele se torne num... canibal! Passado num mundo em que a carne de frango (e de aves em geral) foi proibida devido a uma epidemia catastrófica de gripe das aves e em que a Food and Drug Administration se tornou na mais poderosa força de autoridade do planeta, esta aventura policial e sobrenatural de humor negro levará os seus heróis a procurar desvendar uma imensa conspiração, enfrentar ameaças extraterrestres, navegar poderes cibopatas, saboescribas, cibolocutores, e muito mais.
Uma divertida série que a MTV considerou em 2009 como a Melhor Nova Série do ano!

Rob Guillory é um artista de comics que iniciou a sua carreira em antologias indie para editoras como a Ape Entertainment e a Image Comics. Foi John Layman quem escolheu especificamente o jovem desenhador, porque queria um estilo divertido e leve, longe do realismo, para ilustrar uma história que tem muitas cenas menos... digeríveis! “Com outro artista, a coisa podia ter sido
demasiado séria, mas o Rob consegue tornar divertidas até as coisas mais nojentas” diz Layman. O estilo misto de Guillory, entre a influência manga e um traço com sabor mais europeu, já lhe valeu várias nomeações para os prémios Harvey e para os Eagle Awards, tendo-lhe merecido o Harvey para Melhor Novo Talento.
CHEW venceu o prémio Eisner para Melhor Nova Série em 2010, e em 2011 o de Melhor Série em Continuação, reconhecendo a qualidade constante da série. Venceu também dois prémios Harvey em 2010 – como Melhor Nova Série, e como Melhor Novo Talento, para Rob Guillory.

Saga e Tony Chu estarão à venda com certeza no AmadoraBD.

Boas leituras em dose dupla
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quinta-feira, 9 de outubro de 2014

A G. Floy Studio anuncia um ambicioso plano de edições de banda desenhada para Portugal


A G. Floy que estava apagada do mercado português surge agora com indícios de uma vitalidade que pessoalmente não estava à espera.

E parece que vão "entrar a matar" publicando na nossa língua o primeiro livro de uma das séries de top norte-americanas... nada mais que "Saga"!
Espero que tudo corra pelo melhor neste novo fôlego da G. Floy!

Fiquem com a nota de imprensa desta editora e a capa de Saga:


A G. Floy Studio anuncia um ambicioso plano de edições de Banda Desenhada para Portugal


A G. Floy Studio anuncia um ambicioso plano de edições de banda desenhada para Portugal A G.
Floy é um nome menos conhecido dos fãs de BD portugueses: esta editora dinamarquesa opera em vários mercados europeus, incluindo a Dinamarca e a Polónia, entre outros, e no passado publicou alguns títulos de comics em Portugal (incluindo Fell, Hellboy e o aclamado Orquídea Negra, de Neil Gaiman e Dave McKean). Mas, começando no Outono de 2014, a G. Floy irá embarcar num ambicioso plano de edições, aproveitando sinergias com outros mercados em que opera.

Christine Meyer, fundadora e sócia gerente da empresa, é uma fã de longa data de comics, e tem quase vinte anos de experiência no mercado, primeiro como gestora de direitos de autores e editoras vários, e agora como editora. “Sempre gostei de comics independentes americanos, e tenho vindo aos poucos a aumentar as minhas edições em vários países. Quando o José de Freitas e o Rui Alves, com quem já trabalhei no passado, me abordaram com a ideia de estender este plano a Portugal, fiquei entusiasmada, e a parceria com eles tornou possível este projecto. Acho que, dentro do meio da banda desenhada em Portugal, poucas pessoas conhecem melhor o mercado, e ambos estão em posição de tratar da produção sem problemas. Podemos obter sinergias com co-edições que nos vão permitir trazer alguns dos melhores títulos de banda desenhada americana, a um ritmo muito bom.

E o título com que se iniciará este programa de edições é o imensamente premiado e aclamado SAGA, de Brian K. Vaughan e Fiona Staples, uma das maiores surpresas dos comics independentes nos últimos anos. Saga venceu seis Prémios Eisners (os Óscares da banda desenhada americana), e seis Prémios Harvey, e o seu primeiro volume antológico (que corresponde ao primeiro volume que
a G. Floy editará em Portugal) venceu também o Hugo(o prémio máximo da ficção-científica). Com lançamento previsto para o Festival Amadora BD em inícios de Novembro, Saga será um de três títulos que a G.Floy lançará no nosso país ainda este ano, num plano editorial que a G. Floy quer também marcar com livros de boa qualidade e preços acessíveis, e com um ritmo de lançamentos trimestral.

José de Freitas tem vindo a trabalhar em comics desde há 15 anos para cá, primeiro como editor e responsável pelas Edições Devir, mais tarde como coordenador das colecções que a Levoir e o jornal Público têm vindo a editar desde 2012, e como Editor Assistente da Panini Comics em Portugal, para as edições regulares de títulos da Marvel. Rui Alves foi colaborador da Devir durante muitos anos, como responsável pela organização, grafismo e legendagem de comics, e tem vindo desde então a desenvolver trabalho para inúmeras editoras, portuguesas e estrangeiras, bem como para a Levoir/Público.


Boas leituras
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