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quinta-feira, 23 de maio de 2019

Lançamento G.Floy: Reborn / Renascidos






Este é um dos livros que eu mais tenho esperado desde que foi anunciado pela G.Floy.
É mais uma obra da Millarworld, que segundo parece vai ter filme na Netflix com Sandra Bullock no principal papel.

Fiquem para já com a informação da editora:



RENASCIDOS
Argumento de MARK MILLAR e arte de GREG CAPULLO

Quando morrerem não vão para o Céu... vêm para aqui..

Para onde vamos quando morremos? Bonnie Black é uma mulher velha e doente, que adormece todas as noites no seu quarto de hospital angustiada com a possibilidade de morrer sem saber o que a espera no além. Mas, depois de morrer, vai acordar num mundo de ficção científica como nunca tinha imaginado - um mundo mágico assolado por uma guerra eterna. O pai dela - e o cão que teve em criança - estão lá, e juntos, terão de partir numa viagem tremenda em busca do seu marido, assassinado há mais de uma década.


Mark Millar, o argumentista por trás de sucessos como Kick-Ass ou Serviço Secreto, junta-se ao artista Greg Capullo, célebre pelo seu Batman, numa aventura de proporções épicas.

Mark Millar é o escritor de séries de comics aclamadas como Kick-Ass, Kingsman: Serviço Secreto, O Legado de Júpiter e O Círculo de Júpiter, Nemesis, etc.... Muitos destes livros já foram adaptados ao grande ecrã, e muitos outros estão em adaptação para o cinema, e depois da recente aquisição da Millarworld pela Netflix, para a televisão. O seu trabalho para a DC inclui o aclamado Superman: Red Son (em português Super-Homem: Herança Vermelha), e para a Marvel Comics criou The Ultimates (Os Supremos), Wolverine: Old Man Logan (Velho Logan) e Civil War (Guerra Civil) - a série de super-heróis mais vendida em quase duas décadas.

Greg Capullo é um dos mais aclamados artistas de banda desenhada da actualidade, em particular depois dos incríveis cinco anos que passou como artista principal na revista Batman, para a DC Comics (várias vezes best-seller do New York Times). O seu trabalho em Reborn foi também tremendamente aclamado pela crítica. Antes do seu período como desenhador do Batman, tinha-se tornado já famoso pelos oito anos como desenhador da revista Spawn, na Image Comics. É também criador de The Creech, um comic de terror, e produziu muita da arte para os visuais de World of Warcraft, da Blizzard Entertainment. Vale a pena acrescentar que Capullo é secundado neste livro por dois dos seus colaboradores habituais, que ajudam a assegurar a tremenda qualidade do seu trabalho: o arte-finalista Jonathan Glapion e o colorista FCO Plascencia.

Reborn/Renascidos está neste momento em adaptação para filme, com a actriz Sandra Bullock e o realizador Chris McKay (The Lego Movie) como produtores executivos. O filme tem estreia marcada para finais de 2019 ou inícios de 2020, e será um dos primeiros a adaptar uma história de Mark Millar para a Netflix.




“RENASCIDOS é uma obra-prima. Misturando ficção científica e fantasia, Mark Millar e Greg Capullo servem-nos uma visão única da vida depois da morte, e provam que estão no topo da sua criatividade.”
comicsverse.com



Renascidos
Reúne os números #1-6 de Reborn.
Formato deluxe, capa dura, 176 pgs. a cores.
PVP: 16€
ISBN: 978-84-16510-97-9







Boas leituras












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sexta-feira, 8 de março de 2019

Lançamento G.Floy: Colecção Aleph - Dylan Dog
- O Velho que Lê
- Até que a Morte vos Separe



A G.Floy vai lançar no festival Coimbra BD vários livros, entre eles os dois primeiros volumes de uma nova colecção: Aleph. Esta colecção é dedicada à BD europeia e vai abrir com dois volumes de Dylan Dog.

Devo dizer que acho a capa em cima lindíssima! :)

O Velho que Lê, é um dos títulos que inauguram esta colecção, escrito e desenhado por Fabio Celoni, estará em pré-venda nos dias 9 e 10 de Março no Festival Coimbra BD, onde o desenhador italiano é um dos convidados. Até que a Morte Vos Separe, uma das mais célebres histórias de Dylan Dog (de Mauro Marcheselli, Tiziano Sclavi e Bruno Brindisi) estará também disponível em pré-venda.

Fiquem com a informação detalhada da G.Floy:

Dylan Dog regressa a Portugal numa nova colecção da G. Floy Studio!

Criado por Tiziano Sclavi, DYLAN DOG é o célebre investigador do paranormal, o detective dos pesadelos, uma das mais conhecidas personagens de BD de sempre, cujas aventuras ao mesmo tempo aterradoras, inquietantes e melancólicas, têm encantado leitores - e leitoras - em todo o mundo.


Detective privado especializado no sobrenatural e no paranormal, ex-agente da Scotland Yard e alcoólico recuperado, Dylan Dog é uma das mais fascinantes personagens da banda desenhada europeia e, juntamente com Tex, um dos maiores símbolos da qualidade das produções da editora italiana Bonelli. É também, de certa maneira, um anti-herói, cuja personalidade melancólica e reflexiva, cuja ocasional insegurança aliada à sua inteligência penetrante, souberam granjear a admiração e fidelidade de milhões de leitores - e leitoras, ou não fosse Dylan uma das personagens mais populares junto do público feminino - levando inclusive o grande Umberto Eco a declarar “Sou capaz de ler a Bíblia, Homero e Dylan Dog durante dias e dias sem me aborrecer” (Umberto Eco que apareceria na série sob a forma do prof. Humbert Coe).

Dylan Dog surge pela primeira vez em 1986, na história L’Alba dei Morti Viventi (O Amanhecer dos Mortos Vivos), uma história de zombies onde o terror se misturava com o humor, e cedo se tornou uma personagem de culto, capaz de conquistar tanto as leitoras, com a sua aura romântica, como os intelectuais como Umberto Eco, até aos apreciadores dos filmes de terror, que não ficavam indiferentes ao lado por vezes gore da série. E a época de ouro do cinema de terror italiano, representado por nomes como Dário Argento, Mário e Lamberto Bava e Michele Soavi, é uma das grandes referências de Tiziano Sclavi, o criador da série. Confirmando as ligações de Dylan Dog e do seu criador com o cinema, o herói emprestou o nome ao Dylan Dog Horror Fest, um festival de cinema de terror, que teve quatro edições, entre 1987 e 1993, onde os desenhadores de Dylan Dog partilhavam o protagonismo com grandes nomes do cinema de terror, como Dario Argento, que recentemente escreveu uma aventura do Investigador do Pesadelo.

Foi precisamente nos anos 90 que Dylan Dog passou de série de culto para verdadeiro fenómeno de massas, aspecto a que não será estranha a grande qualidade dos seus principais desenhadores, como Angelo Stano, Fabio Celoni, Bruno Brindisi e Corrado Roi. O sucesso de Dylan Dog foi tal, que chegou mesmo a ultrapassar Tex como título mais vendido da casa Bonelli, com vendas superiores a meio milhão de exemplares da revista mensal, aos quais se acrescentavam outro meio milhão com as edições especiais e reedições, ao mesmo tempo que a personagem era adaptada a outros meios de comunicação, desde o cinema e jogos de computador, ao teatro radiofónico.

Em Portugal, e depois de um período em que chegava apenas em edições brasileiras distribuídas em bancas do nosso país, Dylan Dog estreou-se em 2017 na colecção Novela Gráfica da Levoir, com Mater Morbi, uma história de enorme impacto e sucesso em Itália, para no ano seguinte protagonizar o terceiro e décimo volumes da colecção que a Levoir dedicou aos fumetti da Bonelli. Finalmente, em 2019 Dylan Dog chega ao catálogo da G.Floy, abrindo a nova Colecção Aleph, dedicada a explorar outras latitudes do universo da BD. Uma estreia que se fará em dois tempos: primeiro, no Coimbra BD, com a apresentação dos dois volumes iniciais da colecção, O Velho que Lê, de Fabio Celoni, este com a presença do autor, e Até que a Morte Vos Separe, história desenhada por Bruno Brindisi. E em segundo lugar, em finais de Abril, com a apresentação na 6ª Mostra do Clube Tex Portugal, que contará com a presença de Bruno Brindisi, desenhador do segundo volume. Serão álbuns num formato próximo do original, com cerca de 17x22 cms, capa dura, e 120 páginas a preto e branco, que recolherão uma história principal, e quando o espaço o permita, histórias mais curtas que complementarão os volumes.

Convidamos assim os nossos fãs a descobrirem o universo desta genial personagem, emblemática de um verdadeiro novo mundo da banda desenhada que se abre aos nossos leitores, o dos fumetti italianos!




Boas leituras




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segunda-feira, 4 de março de 2019

Harrow County Vol.5 - Abandonado




A G.Floy publicou mais um volume da série de fantasia negra Harrow County, aproximando-se assim do seu final (oito livros).

É de facto uma das minhas séries preferidas de entre as que estão neste a ser publicadas regularmente em Portugal.
A história de Cullen Bunn até agora tem-se mostrado muito sólida, desenrolando-se num crescendo em que os véus se vão dissipando pouco a pouco, mostrando sempre algo de novo e de diferente em cada livro.

No livro passado ficamos a conhecer a família malvada e super creepy de Emmy, neste livro é apresentado de início a história de dois outros seus familiares, Malachi e Amaryllis.
Emmy é-nos cada vez mais revelada, e desta vez descobrimos que afinal ela não é a reencarnação de Hester Beck mas sim de .... eheheh :)

Harrow County é cada vez mais um palco de forças sobrenaturais  a acontecer e em que a fasquia está cada vez mais alta.
Cullen Bunn ao invés de soltar o todo o poder de Emmy, apenas a deixa mostrar o suficiente para que resolva o problema e ao mesmo tempo nos faça sentir que ainda há muito poder para ser solto, embora Emmy se retraia sempre, procurando sempre o melhor das pessoas, sendo benevolente até.

A atmosfera negra mantêm-se, a violência e o gore são usados quanto baste, nunca ultrapassando os limites para o lado mais grotesco e psyco em que muitas obras deste tipo de registo acabam por cair.
Neste volume vamos saber quem é o Abandonado (o minotauro que vive na floresta), e quem encarnou em Emmy...

Como disse atrás, a escrita é muito consistente, mas quem dá o corpo e veste esta história tornando-a extremamente apelativa é Tyler Crook. As suas aguarelas manuais e directas são fantásticas!
É ele quem nos mostra a atmosfera e nos transmite as sensações imaginadas por Bunn. Um trabalho maravilhoso de um artista que vai estar presente no Festival Internacional de BD de Beja 2019. 

A primeira parte do livro é desenhada por uma artista convidada, Carla Speed McNeil, que não sendo Tyler Crook, mostra qualidade e não deslustra a obra.


O Leituras de BD aconselha vivamente a leitura desta série. a quem gosta deste género de fantasia negra, :)

Fiquem também com a nota de imprensa da editora relativa a este livro:

HARROW COUNTY volume 5: Abandonado
Argumento de Cullen Bunn e arte de Tyler Crook e Carla Speed McNeil



BEM-VINDOS A HARROW COUNTY...

O Abandonado, aquela figura enorme, ameaçadora, com os seus olhos amarelos e inquietantes, raramente sai da sua cabana escondida nas profundezas dos bosques do Condado de Harrow. Mas não foi sempre assim. E, quando um grupo de caçadores forasteiros chega a Harrow County em busca de caça grossa, vão encontrar algo muito para além do que imaginavam. E Emmy vai continuar a conhecer mais visitantes vindos do exterior, e a descobrir mais segredos do seu passado e das suas raízes, no volume que marca o início da recta final da série.



Este volume reúne os números #17-20 de Harrow County, o estranho e inquietante conto de fadas southern gothic, criado pelo escritor Cullen Bunn e assombrosamente desenhado e pintado pelo artista Tyler Crook.

Harrow County é um dos melhores e mais inquietantes títulos de terror actuais.”
- The Guardian

A artista convidada neste volume, Carla Speed McNeil (que já anteriormente tinha participado na série) é bem conhecida dos meios da banda desenhada mais indy nos Estados Unidos. A sua série Finder é considerada uma das mais originais e inovadores séries de ficção-científica dos comics, uma série que ela começou por auto-editar, antes de encontrar um lugar e uma edição integral na Dark Horse. McNeil já foi nomeada para inúmeros prémios Eisner, e venceu o Russ Manning Award (que distingue um artista em início de carreira) e vários Ignatz Awards (que distinguem edições de autor e pequenas editoras). Em 2011 venceu também o prestigiado Los Angeles Times Book Prize, que distingue o melhor livro do ano (neste caso, na categoria de Melhor Romance Gráfico, para o seu livro Finder: Voice).


Cullen Bunn é um autor de comics americanos, bem conhecido pelas histórias que escreveu para a Marvel, em particular as suas mini-séries de Deadpool (cujo primeiro volume a G.Floy já editou). É também um conhecido romancista de histórias de terror, e autor de inúmeras séries de comics independentes. Tyler Crook trabalhou durante anos na indústria de videojogos, até ao lançamento, em 2011, de Petrograd, uma novela gráfica escrita por Phillip Gelatt, que marcou a sua estreia na BD. Crook venceu também um Russ Manning Award, um prémio atribuído durante os Eisners, e que premeia o trabalho de um estreante no mundo da BD.

Originalmente prevista para seis volumes, o sucesso da série levou a que fosse prolongada para um total de oito. O volume 5 inclui também um extenso dossier sobre o processo de colorização da série pelos coloristas deste volume, Jenn Manley Lee e o próprio Tyler Crook.

Harrow County foi considerada:
Melhor Série em Continuação 2015
Melhor Escritor 2015
- Horror News Network

Melhor Série em Continuação 2015
Melhor Escritor 2015
- Ghastly Awards

Harrow County volume 5: Abandonado
Álbum, 120 pgs a cores, capa dura. PVP: 12€
ISBN: 978-84-16510-89-4








Boas leituras



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segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

Lançamento G.Floy: Tony Chu Vol.10 - Galo de Cabidela




A completamente louca série Tony Chu, para mim a mais divertida série publicada em Portugal nas últimas décadas, aproxima-se do final.

Fiquem com a informação da G.Floy:



Tony CHU volume 10: Galo de Cabidela
Argumento de John Layman e arte de Rob Guillory

Tony Chu, o agente federal cibopata capaz de obter impressões psíquicas daquilo que come, vai enfrentar o seu maior desafio. O confronto final com o monstro que matou a irmã dele. Que desfigurou os seus colegas. E que agora ameaça a sua filha. Para sobreviver a esta batalha, Tony vai precisar da ajuda do maior agente secreto que alguma vez viveu... Poyo! O problema? Poyo está desaparecido, e presume-se que esteja morto...

O novo arco de história de Tony CHU, a série best-seller do New York Times, aproxima-nos rapidamente do final da série (serão 12 volumes), com a sua combinação improvável (e um pouco parva, seremos os primeiros a admiti-lo) de detectives, bandidos, canibais, clarividentes, cozinheiros e homens biónicos.

“Layman e Guillory continuam a servir-nos um comic com um ritmo perfeito, que combina acção, humor e personagens interessantes com grande entusiasmo!”
Newsarama.com

John Layman trabalha em comics há mais de duas décadas, inicialmente como editor na Wildstorm (hoje um selo da DC Comics), e a partir de 2002 como escritor a tempo inteiro, não só para BD, mas também para vídeojogos. Ao longo dos anos escreveu histórias para quase todas as personagens e editoras. Mas Chu (em inglês Chew) tornou-se de longe na sua série mais popular, e já lhe valeu dois Prémios Eisner e dois Prémios Harvey. John Layman lançou duas novas séries na Image Comics, desde o final de Chew, Leviathan e Outer Darkness. Rob Guillory nasceu, foi criado e vive na Louisiana, e até ao momento em que foi escolhido por John Layman para artista de Chu era um relativo desconhecido. Depois de participar nalgumas antologias independentes, a sua inclusão na Popgun Anthology da Image valeu-lhe a atenção de Layman. Desde então, Guillory dedicou-se à sua série, tendo encerrado os doze volumes de Chu em finais de 2016. Este ano, Guillory acaba de lançar a sua nova série, desta vez a solo, Farmhand, também pela Image Comics, uma série de comédia negra sobre ciência enlouquecida e agricultura apocalíptica.



E visitem ChewComic.com, o site oficial desta série!

Reúne os números #46-50 da série Chew.

Tony Chu volume 10: Galo de Cabidela
Álbum, formato comic (17 x 26), 128 pgs a cores, capa dura.
PVP: 12€
ISBN: 978-84-16510-91-7





Boas leituras





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quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019

Southern Bastards Vol.4: Tê-los no Sítio



Este redneck thriller, a que o autor chama de southern fried crime comic, continua!
Provavelmente alguns pormenores me escapam nesta novela crua e dura, passada numa pequena vila do interior sulista dos EUA. Os autores são do sul, e abordam-no em todas as suas especificidades que só os verdadeiros conhecedores da região são capazes de captar.

Mas com o rolar dos livros conseguimos entrar perfeitamente no espírito e apercebemos-nos da complexidade e profundidade desta região raramente vista no mundo dos comics.
E isto é-nos mostrado por uma máfia sulista escondida através do futebol praticado na escola, com um treinador que não é mais que um Kingpin do crime.

E sinceramente depois de quatro livros de uma história poderosa de Jason Aaron, pode-se dizer que o traço e as cores de Jason Latour dão uma personalidade enorme a estes livros. A força e paixão com que Latour impregna Southern Bastards só pode ser mesmo de alguém que vive com força o Sul dos EUA. É uma mais-valia enorme para toda a história.

Como disse quando dei a minha opinião sobre o 1º Volume, Southern Bastards Vol.1 - Aqui Jaz um Homem, as cores base do livro dão-nos conforto na leitura pois estão muito coerentes sobretudo nos planos exteriores, laranjas, castanhos alaranjados, cor de tijolo, magentas, e bastantes mudanças para o quadrante dos vermelhos para frisar a violência. Isto faz com que o leitor se identifique bastante com o clima que impera, tanto paisagístico, como em cenas de acção.

Depois do primeiro volume, podem ler a minha opinião se clicarem no link em cima, que nos dá a imagem brutal do espaço e dos actores deste filme, de um segundo volume que nos mostra a backstory do brutal Coach Boss, e de um terceiro volume que serviu para aprofundar várias personagens numa antologia de vários capítulos, este volume 4 traz-nos a chegada há muito aguardada da filha de Earl Tubb, Roberta Tubb, uma carta fora do baralho em Craw County a entrar em grande e de metralhadora em punho!

E Euless Coach Boss, está em mais lençóis... desde que a sua equipa foi derrotada que nada passa a ser a mesma coisa, desde rivais a fanáticos religiosos, passando por alguém que procura avidamente vingança. Craw County nunca mais será a mesma!


O Leituras de BD recomenda vivamente esta série da G.Floy!

Aqui em baixo têm o press release da G.Floy relativo a este livro:

SOUTHERN BASTARDS Volume QUATRO: TÊ-LOS NO SÍTIO
Argumento de JASON AARON e arte de JASON LATOUR e CHRIS BRUNNER

O final do grande arco de história inicial de SOUTHERN BASTARDS, com o regresso ao Condado de Crawford de Roberta Tubb, a filha de Earl Tubb, e o seu primeiro grande confronto com o Coach Boss!


A aclamada série “frita à moda do Sul” regressa para mais uma grande noite de desporto! O Coach Boss só consegue mandar no Condado de Craw com mão de ferro por uma razão apenas: ganha jogos de futebol. Mas depois da maior e mais terrível das derrotas da sua carreira, Euless Boss tem de se tornar num criminoso ainda mais empedernido se quer poder sobreviver ao ataque dos seus inimigos.

Inimigos como Roberta Tubb, que chegou à cidade de Kalashnikov em punho à procura de respostas à séria sobre a morte do seu pai.


Tudo se encaminha para um primeiro desfecho, uma primeira resolução dos conflitos que assolam esta pequena cidade americana, um momento final em que todos os lados desta batalha se vão finalmente definir. E no meio de toda a confusão é que se vai ver quem é que os tem mesmo no sítio!


Southern Bastards é a aclamada criação de Jason AARON e do desenhador Jason LATOUR (acompanhados neste volume por Chris BRUNNER), uma saga que nos mergulha no Sul dos Estados Unidos, na sua cultura violenta e dividida, um thriller de que ninguém sairá incólume.

“Com a extraodinária caracterização das suas personagens, e a sua arte rude e directa, Southern Bastards é uma série absolutamente obrigatória, e este volume é bem capaz de ser o melhor até agora."
NEWSaRAMA

Prémio EISNER para Melhor SÉRIE EM CONTINUAÇÃO (2016)
Prémio HARVEY para Melhor NOVA SÉRIE (2015)
Prémio EISNER para MELHOR ESCRITOR: Jason AARON (2016)
Prémio REUBEN para COMIC ART da national Cartoonists Society Jason LATOUR (2017)

Reúne os números #15-20 de Southern Bastards

Southern Bastards volume 4: Tê-los no Sítio
Argumento de Jason Aaron e arte de Jason Latour
(arte de Chris Brunner e argumento de Jason Latour no #18)


168 páginas, cor, capa dura.
ISBN 978-84-16510-88-7
PVP: 16€



Boas leituras
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segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019

Wolverine - Arma X Vol.1: Os Homens de Adamantium




Início de uma série de três livros auto-conclusivos, editados em Portugal pela G.Floy em Novembro do ano passado.
Falando um pouco livro como objecto, é uma excelente edição, a G.floy apostou num excelente formato para os seus livros, ou seja, um grande formato em capa dura (o deluxe norte-americano).
Mim gosta :D

Este livro Arma X: Os Homens de Adamantium, é um revisitar de Jason Aaron às raízes do Wolverine. Não é nova esta aproximação à personagem, mas consegue ser interessante, com uma boa história livre das amarras da cronologia da série Wolverine "oficial" ligada ao universo Marvel.

Aaron aproveitou para apresentar uma história bem violenta, a fazer ao jus ao temperamental baixinho, com muita acção, muitos banhos de sangue e alguns globos oculares pendurados.
Os diálogos estão muito bons, assim como todo o storytelling que embora rápido pausa quando deve haver pausa não deixando o leitor "ofegante". Uma história para apreciadores do old school Wolverine, um pouco sanguinolenta mas com aquele charme especial...
Um excelente trabalho de Jason Aaron na minha opinião.


Quanto à arte, os lápis são de Ron Garney e as cores de Jason Keith.
Eu não sou um grande apreciador de Garney, mas confesso que ele neste livro tem alguns momentos bastante bons. No geral uma arte sólida e bem entrelaçada com as cores de Jason Keith.

A história vai levar Wolverine a entrar em choque violento com uma organização de segurança privada, a Blackguard, que teve acesso aos ficheiros originais da Arma X, e está a fabricar super-soldados com o auxílio desses mesmos ficheiros, misturando-os com tecnologia actual.

Um redefinir de Logan às suas raízes, depois de tantas transformações que a Marvel obrigou o baixinho a fazer para "caber" dentro das histórias da cronologia mainstream e agradar à maioria dos leitores, alargando a idade do público alvo para alavancar vendas.
Este é o Wolverine para apreciadores :)


Capa variante de Marko Djurdjevic


Espero pelo volume dois.

Boas leituras




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segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

Jessica Jones: Pulsar



Depois da excelente série Alias que a G.Floy publicou na íntegra, esta editora publica Pulsar, livro que reúne toda os três TPBs originais da run "The Pulse" (Thin Air, Secret War e Fear, mais o New Avengers Annual #1). Este livro faz a ponte entre a séries Alias e a nova série, que começou este mês em Portugal com a publicação do livro Jessica Jones: Sem Limites.

Estamos a falar de um livro que embora no original (EUA) seja de 2014, na realidade compila uma série de 2004 a 2006, e sendo assim  toda esta run acontece num tempo conturbado do universo Marvel, senão vejam:


Portanto é uma espaço de tempo cheio de grandes eventos interligados neste universo, e sente-se isso mesmo enquanto se lê esta saga. De qualquer modo a issue #10 não foi incluída nem nos trades da altura, nem neste Pulsar. Tem a ver com House of M e não foi incluída por não se ajustar ao desenrolar do resto desta run.

Pulsar é um bom livro, mas não é um grande livro. Lê-se bem, uma arte limpinha na generalidade, mas falta-lhe o "toque" de Alias. Falta-lhe a alma que a run inicial teve.
De qualquer modo será uma leitura necessária para preencher o espaço entre a 1ª Série (Alias) e esta segunda que estreou este mês com o livro Jessica Jones: Sem Limites

Bendis quebra bastante a narrativa gráfica quando não resiste a aplicar algumas páginas de "cabeças falantes", serve-se de alguns fillers para encher, mas pronto, povoa o livro com muitos super-heróis de 1ª linha (muitos Vingadores), tem uma pequena história paralela com o D-Man e Ben Ulrich. O Duende Verde e o Homem-Aranha a fazer um "vistaço" no primeiro arco, sobretudo se lhe juntarmos um Cage muito irritado. Este primeiro arco é desenhado por Bagley, que tem uma arte que gosto, mas que é muito limpinha para a J. Jones, na minha opinião.

No segundo arco o casal vai levar com a fúria da Guerra Secreta, onde Cage é vítima sem saber o porquê, e pronto, Jessica grávida à procura do namorado, onde temos direito à visita da Hydra.

E claro, temos o nascimento da filha, e o casamento no final. De notar que num livro estrelado por tantos famosos, como Nick Fury, Capitão America, Ms Marvel, Homem-Aranha, etc, etc, Jessica consegue ser sempre o centro da narrativa o que é bastante positivo, e isto embora ela apenas utilize os seus poderesraramente.
.
Tudo isto se lê muito bem, excepto quando Bendis decide dar seca com os seus diálogos intermináveis e "matar" a narrativa com o seu jeito inigualável para isso. Neste livro ele perde um pouco a imagem de original de Jessica. Ao colocar a heroína no Daily Bugle ao lado de Ben Ulrich a fazer não se sabe bem o quê, ao invés de continuar com a sua profissão, aquela que lhe deu carisma (aquela porta de escritório tinha tanto carisma...), perdeu-se um pouco o foco daquilo que é J. Jones.

Mas pronto, é um livro a ler sobretudo para quem comprou os quatro volumes de Alias e vai comprar a nova série que segue. Este livro faz essa ponte.







Boas leituras







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