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quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Lançamento Levoir: Colecção Super-Heróis DC Comics Vol.1
Liga da Justiça: Origem



Como foi anunciado aqui no LBD, a Levoir vai iniciar mais uma colecção, desta vez com títulos da DC Comics. Este primeiro volume foi distribuído hoje para os quiosques e bancas, portanto já o deverão ver à venda nesses pontos de venda.

Podem verificar toda a informação sobre esta colecção e algumas capas em
Lançamento Levoir: Colecção Super-Heróis DC

E agora a nota de imprensa do primeiro volume desta colecção: Liga da Justiça: Origem


Liga da Justiça: Origem
Geoff Johns (argumento), Jim Lee (arte)

Eles são os maiores super-heróis do planeta, a última linha de defesa da Terra contra as piores ameaças cósmicas. Mas houve um tempo em que Batman, Super-Homem, Flash, Lanterna Verde, Aquaman e Ciborgue ainda não eram a Liga da Justiça. Poderão eles esquecer as suas diferenças e unir-se para salvar o mundo? Ou irão destruir-se uns aos outros antes?

Os superstars de comics Geoff Johns e Jim Lee fazem história com a primeira aventura da Liga no universo dos Novos 52, que relança o universo DC no século 21.

Os Novos 52 foram um evento da DC Comics de 2011, que marcou o relançamento de toda a sua linha editorial com 52 novas séries, renumeradas do princípio, incluindo séries que eram publicadas continuadamente há mais de 70 anos, como Action Comics, Batman e Detective Comics. Um recontar das origens dos super-heróis da editora, que introduziu toda uma nova continuidade, novos uniformes e backstories, para muitos dos vilões e heróis da DC, mantendo mesmo assim uma grande parte da história do Universo DC intacta.

Nesta nova colecção de Super-Heróis DC que a Levoir edita com o Público, os Novos 52 ocupam um lugar de destaque, perfazendo um pouco mais de metade da série (oito em quinze volumes), e trazendo-nos as histórias e origens da Liga da Justiça, do Super-Homem, do Arqueiro Verde e do Aquaman, bem como as aventuras iniciais do Batman nesse universo. Mas haverá lugar também para alguns grandes clássicos, com destaque para a notável obra que Jack Kirby realizou para a DC, hoje conhecida como o Quarto Mundo; e para estreias nas nossas colecções, com o Aquaman a merecer o seu primeiro livro a solo, bem como o Esquadrão Suicida, a famosa super-equipa de vilões, que aqui é representada na sua formação clássica da primeira aventura em que surgiram. Uma colecção que esperamos satisfaça os leitores, não só pela variedade de heróis e aventuras que inclui, mas pela grande qualidade dos seus autores e histórias.


Origem, o primeiro volume desta nova colecção da Levoir, é uma das primeiras histórias que foram lançadas, desta vez contando novamente as origens da Liga da Justiça. Aqui viajamos cinco anos para o passado deste novo universo, e vemos o momento em que, pela primeira vez, os heróis mais emblemáticos da Liga se conhecem e cooperam entre si para derrotar uma ameaça de proporções globais, revivendo algumas idiossincrasias que há muito tinham sido abandonadas. Vemos, por exemplo, um super-homem mais agressivo, e um Batman que aglutina um bom humor reminiscente dos anos 60 com a dualidade vingança/redenção do Cavaleiro das Trevas do final da década de 80.


Citando o grande Geoff Johns, numa entrevista sobre a sua participação nos Novos 52: “Esta tem sido uma tremenda oportunidade para voltar a olhar para o núcleo central das personagens, os rumos que tomaram ao longo dos anos, e as novas direcções que podemos dar-lhes. No fim do dia, são estas trajectórias inesperadas que mantêm as pessoas entusiasmadas com comics!”

Liga da Justiça: Origem
160 páginas a cores, formato comic, capa dura


Boas leituras




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sábado, 7 de fevereiro de 2015

Máquina do Tempo: JLI, os primeiros anos


Foi um dos títulos que mais prazer me deu ler, a prova disso é ser das poucas revistas da editora Abril que comprei do primeiro ao último número, tal o gozo que me dava acompanhar as aventuras da Liga da Justiça Internacional. A prova que o humor tinha lugar nas revistas de super heróis, sem cair na paródia nem deixar de lado a acção e a aventura.

A DC passava por grandes mudanças na segunda metade da década de 80, depois do mega evento Crise nas Infinitas Terras, muitos dos seus principais personagens passaram por mudanças extremas, alguns deles recebendo novas origens e um recomeço absoluto, como era o caso do Super-Homem de John Byrne. Parecia ser então a altura certa para uma nova Liga da Justiça, que surgiria das páginas da saga Lendas e usaria alguns dos heróis aí presentes. Keith Giffen foi o escolhido para escrever as histórias, e apesar deste querer um regresso às origens e usar os 7 grandes heróis da liga, foi-lhe dito que isso não seria possível e este só conseguiu o Batman (muito devido à pena que o editor Denny O'Neill teve dele) e o Caçador de Marte.

O editor da Liga era Andy Helfer, que era também editor dos Lanternas Verdes e sugeriu a utilização do Guy Gardner, uma personagem recente que tinha tido algum destaque em crise. Giffen recrutou a ajuda de JM DeMatteis, e como ambos estavam a produzir a série do Sr.Destino, decidiram utilizar o mago na Liga também, juntando assim mais uma personagem estabelecida no Universo DC. A Canário Negro era a ligação ao passado da equipa, sendo que o Capitão Marvel seria o peso pesado do grupo que teria ainda a participação (curta) da nova Dra. Luz, do Besouro Azul e do Senhor Milagre, um herói que estava preso no esquecimento.

Giffen achou que poderia ter alguns problemas com esta mistura de novos heróis com outros da velha guarda, afinal foi esse um dos maiores problemas na prévia incarnação da Liga, e lembrou-se então de usar o humor para contrariar aquele tom sério e urbano que assolava as duas grandes editoras de comics. Canário teria apenas uma mudança, viria a assumir um papel de uma ferrenha feminista, Batman e Sr.Destino teriam não seriam diferentes na sua personalidade (a não ser uma enorme paciência), mas tudo o resto iria ser moldado por Giffen e DeMatteis. Besouro seria o palhaço do grupo, dando mesmo assim laivos de grande inteligência, Gardner o machão Rambo, Capitão Marvel era igual à criança ingénua que era na verdade, e o Sr Milagre seria o faz tudo da equipa.


Os primeiros números focavam muito na interacção das personagens, o conceito família com suas discussões e confusões era explorada ao limite e a arte de Kevin Maguire ajudava a dar um carisma a toda a equipa e a ficarmos ainda mais apaixonados a cada página que víamos. A qualidade das suas expressões faciais davam outra dimensão ao humor pretendido, e sem sombra de dúvida contribuiu para o seu sucesso.

Foi preciso a personalidade dominante de Batman para acalmar as discussões e liderar a equipa, tomando as rédeas desta desde o primeiro encontro na caverna da antiga liga e comandando a primeira missão onde eles salvam os membros das nações unidas de um grupo terrorista. Nas edições seguintes vemos como a equipa podia enfrentar grandes desafios, quando vão enfrentar um grupo de 3 heróis que vinha de uma dimensão paralela e ajudavam um ditador iludido (que se viria a tornar um vilão recorrente) de um país chamado Bialya que os convenceu a ir desligar as usinas nucleares da Rússia.

O problema para a Liga surge quando os Sovietes Vermelhos, um grupo criado pela Rússia para responder aos super heróis Americanos, querem tratar eles disso e entram em confronto com os nossos heróis, em especial contra um Rambo com anel verde. As coisas resolvem-se e a equipa tenta então descobrir o que o misterioso Maxwell Lord queria com eles, já que estava por detrás de muita coisa que estava a acontecer e apareceu com um herói chamado Gladiador Dourado e pretendendo que este fosse tornado membro da Liga da Justiça da América.


Gladiador viria a tornar-se o parceiro ideal para o Besouro Azul e ambos viriam a ser protagonistas de alguns dos momentos mais cómicos do grupo, com o famoso "BWA hahaahaha" a entrar em acção. As primeiras edições tinham bons momentos de humor mas também boas cenas de acção, o número em que o Gladiador entra e enfrenta a Gangue das Espadas mostra um confronto bem interessante, assim como a edição mais séria que leva a equipa ao seu primeiro confronto com o sobrenatural enfrentando o Homem Cinza.

Isto tudo após um dos melhores momentos do 1º ano desta equipa criativa, o facto de colocarem o Batman a derrotar o Lanterna com apenas um murro, numa sequência de painéis bastante interessantes e que viriam a criar uma mudança completa na personalidade de Guy. Este fica extremamente dócil e muito mais calmo do que era no início, o que não viria a ser a única mudança na equipa, que viria a perder alguns integrantes e a conseguir outros. com a entrada do Capitão Átomo e do Soviete #7 para acompanhar o apoio das Nações Unidas e formarem assim a nova Liga da Justiça Internacional.

Como não gosta de estar na ribalta, Batman decide deixar a liderança e propor que o Caçador de Marte se tornasse o líder da equipa. A partir da sétima edição há uma mudança no logotipo da revista, incluindo a Brasileira, para assumir mesmo essa particularidade. A revista brasileira seguia com algum sucesso, muito por culpa de um bom mix, juntando na mesma revista a fase bastante interessante do Esquadrão Suicida de Ostrander, que curiosamente viria a ter um encontro com a liga, muito por culpa do Batman.

Pelo meio vinha a primeira participação numa mega saga da DC, Milénio, que viria a revelar que um dos membros do grupo era um Caçador e ainda uns números a mostrar a origem de Maxwell Lord, de como este era um sacana ambicioso mas que na verdade tinha um bom coração e Oberon, o anão que acompanhava o Sr Milagre, ajudava a que ele tivesse outra visão sobre as coisas.

No confronto com o Esquadrão assistimos a grandes momentos, especialmente a luta entre Batman e Rick Flagg, e foi depois deste encontro que o morcego abandona a equipa, juntado-se assim a Sr. Destino e Capitão Marvel que há muito tinham desistido do grupo.

Depois de tantas ameaças mundanas, e com o bom desempenho que os elementos da equipa tinham tido em Milénio, chega a altura do grupo ir para o espaço, mas isso fica para o próximo artigo.

Já sabem que podem sempre visitar o meu blog Ainda Sou do Tempo para mais viagens ao passado.








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quarta-feira, 14 de novembro de 2007

Justice



Série fantástica, que terminou agora com o terceiro volume! A arte de Alex Ross (que tambem é um dos argumentistas) é impressionante, e juntando isso a um bom argumento, temos a 9ª Arte no seu melhor!

Tudo começa com sonho (pesadelo) comum a todos os grandes vilões do universo DC, a destruição do Planeta Terra e os seus heróis, além de não conseguirem deter a destruição, tambem perecem na tentativa de salvação do planeta (excepto o Super Homem, eventualmente).

Para evitar que esse pesadelo se torne realidade, estes vilões tentam desacreditar os heróis, fazendo obras de beneficência ( !!! ) e eliminando os principais heróis um por um !

Claro que Lex Luthor e Brainiac são os cérebros de toda uma trama extremamente bem orquestrada, em que só não contaram com os heróis "secundários", e isso sai-lhes caro no fim !


Não vou contar a história toda, se não não tem piada para quem quer comprar estes títulos, apenas digo que tem um final feliz ( eheheh) !



Hardcover
Criado por: Alex Ross, Jim Kruegar e Doug Braithwaite
Editado entre 2006 e 2007 por DC Comics

Nota : 9 em 10
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