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quarta-feira, 25 de outubro de 2017

Lançamento G.Floy: Kingsman - Serviço Secreto



A série Kingsman adaptada da banda desenhada de Mark Millar, Matthew Vaughan e Dave Gibbons vê uma edição portuguesa. Seria uma publicação da qual eu não estaria à espera, mas ainda bem que foi traduzida para português, e junto com esta notícia vem também a informação que a G.Floy vai entrar no mundo da Millarworld.

A G.Floy efectivamente é a editora mais consistente com o meu gosto pessoal dentro dos comics. Só posso agradecer por existir uma editora assim, e isto não é "graxa"... é sentido mesmo! :)

Fiquem com a nota de imprensa:


KINGSMAN: SERVIÇO SECRETO
Argumento de MARK MILLAR e MATTHEW VAUGHN, arte de DAVE GIBBONS

A oportunidade para os leitores portugueses descobrirem a história que deu origem aos filmes KINGSMAN e às suas personagens, na mesma altura em que estreia no cinema o segundo filme da série!

“Um misto de James Bond e My Fair Lady.”
- comicbookmovie.com

Mark Millar, o escritor de Guerra Civil e de Kick-Ass, e o lendário desenhador de Watchmen, Dave Gibbons, juntam forças com o realizador e super-estrela Matthew Vaughan para reinventar as histórias de espionagem para o século 21.

Um agente secreto britânico sente-se culpado por não passar tempo nenhum com a falhada da sua irmã e decide tomar o seu sobrinho meio perdido sob sua protecção, depois de este ser preso durante os motins de Londres. O rapaz estava destinado à prisão, quando o tio intervém e decide dar-lhe uma nova vida, treinando-o para ser um espião e um cavalheiro. Acabaram-se as roupas foleiras e e as jóias vistosas, e apareceram os fatos elegantes de Savile Row e o guarda-chuva à prova de balas, quando ele se lança numa viagem à volta do mundo para desvendar uma conspiração que implica raptar os mais famosos actores de ficção-científica de sempre e um plano para erradicar 90% da raça humana!

Mark Millar escreveu alguns dos maiores sucessos da Marvel na ultima década e meia, incluindo Os Supremos (The Ultimates), Ultimate X-Men, Wolverine: Velho Logan e Guerra Civil, a série de super-heróis que mais vendeu desde o início do século. A sua linha de livros creator-owned (em que os direitos pertencem aos autores) pode orgulhar-se de incluir títulos como Wanted (Procurado), que foi adaptado ao grande ecrã num blockbuster com Angelina Jolie; a série Kickass, também ela adaptada com grande sucesso ao cinema; e títulos como Nemesis, Superior, Super Crooks, Jupiter's Legacy, Starlight ou MPH, bem como este KINGSMAN: Serviço Secreto, que também ele se transformou num filme de projecção mundial. Millar continua a trabalhar nas suas linhas de comics, em títulos como Empress ou Reborn, e nas sequelas da série Jupiter's Legacy, na Image Comics, e como produtor executivo das adaptações dos seus livros ao cinema, tendo recentemente vendido o seu selo Millarworld à NETFLIX!

A G.Floy irá lançar a biblioteca de Mark Millar, a colecção MILLARWORLD, onde editaremos as bandas desenhadas deste argumentista, um dos mais aclamados e versáteis do mundo dos comics, começando ainda este ano com o primeiro volume de Jupiter's Legacy, e Empress.




Reúne The Secret Service #1-6 - escrito por Mark Millar, com Matthew Vaughn como co-argumentista, e ilustrado por Dave Gibbons.

Formato comic, 160 páginas a cores, capa dura.
ISBN 978-84-16510-43-6
PVP: 13,99€


Boas leituras



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terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Super-Homem: Herança Vermelha


Muito bom!
Foi uma excelente surpresa para mim este livro da Levoir. Já sabia que tinha sido muito bem recebido pela crítica quando saiu, mas é sempre muito satisfatório quando o hype existente à volta de um livro não o estraga na leitura.

Red Son, no original de 2003, é mais uma excelente história de Mark Millar neste caso inserida na linha Elseworlds da DC Comics. Esta linha conta histórias alternativas de heróis bem conhecidos, colocando-os em situações, tempos e espaços fora das cronologias normais da editora.
Assim Mark Millar coloca a questão… e se a nave do Super-Homem, por uma questão de horas, em vez de aterrar no Kansas aterrasse numa quinta da URSS?

Premissa genial se for bem trabalhada. E foi!
É uma história alegórica de Millar, muito bem estruturada, onde ele vira o mundo ao contrário. Temos versões de várias personagens do DCU vistas de um modo completamente diferente, como Lex Luthor, Green Lantern, Batman, Wonder Woman entre outros, e temos um desenvolvimento geopolítico e económico completamente diferente daquele a que estamos habituados.

Millar dá as ferramentas necessárias a Kal-El para a grande utopia comunista, e à escala global!
Os EUA são resistentes, entram em decadência política e económica, enfim, representam o caos capitalista a bater no fundo… mas temos um salvador: Lex Luthor!

E Batman? Pois, Batman é russo e luta clandestinamente contra a situação de controlo politico do Super-Homem, que subiu ao poder depois da morte de Estaline. Superman e Wonder Woman levam a utopia ao extremo, mas o preço a pagar é alto. O controle é total, inclusivamente são colocados implantes nos elementos da sociedade mais recalcitrantes com esta nova ordem mundial.

Batman está do outro lado da barricada! E Lex Luthor luta com toda a sua força contra este Superman. Desde que se torna presidente, este cientista brilhante consegue reerguer os EUA e com isto estragar os planos do verdadeiro grande vilão por detrás do Superman.

Não me vou alongar com a história, apenas vou dizer que adorei o final. Acho que foi um momento alto de Millar, este final!

Os desenhadores foram Dave Johnson e Kilian Plunkett, que trabalharam bem, com competência, dando o “ar” gráfico que esta história precisava. Aliás, adorei as versões do Batman e do Green Lantern deles! Muito bons.

Este livro está à venda nas bancas e quiosques portugueses desde sexta-feira passada (10 de Janeiro 2014), e o Leituras de BD aconselha vivamente este livro.
O desenvolvimento é muito bom, mas o final do livro para mim é nota 10!

Хорошо читает

Hardcover
Criado por Mark Millar, Dave Johnson e Kilian Plunkett
Editado em 2014 pela Levoir
Nota: 10 em 10
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quarta-feira, 17 de julho de 2013

Jupiter's Legacy #2



Ok... apanhei seca a ler este segundo número.
É por isso que não gosto de comics (leia-se revistas).

Presumo que esta revista muito "dialogante" seja uma preparação do que há-de vir no futuro, alguns peões estão a posicionar-se para isso mesmo, mas...

Mas o leitor não compra revistas para adormecer!
Millar está a explanar o seu jogo, para o que há-de vir no futuro, então nesse caso que publique apenas em formato "graphic novel" porque isto mata qualquer série para um leitor como eu!
Não estou a dizer que está mal escrita, não estou a dizer que a história será má, não estou a dizer que o final não possa ser retumbante. Estou a dizer que para uma revista é uma grande seca...

E temos Quitely.
Vulgar!
Muito vulgar!
E isso foi o que mais me chateou neste segundo número de Jupiter's Legacy.
Pronto... a trama pode correr lenta, mas estamos à espera das páginas fantásticas de Quitely, que eu considero um dos maiores desenhadores da actualidade!
Vulgar e sem chama, assim o achei neste número. Aliás, tive problemas para escolher UMA página que fosse para colocar aqui.

Não há muito a dizer sobre esta revista, a não ser que os filhos têm personalidades desestruturadas, que se calhar as aspirações dos pais em relação aos filhos estão a cair por terra, que os filhos são uns bêbados e drogados. E que o Utopian vai ter problemas com o irmão devido à sua visão do mundo tal como ele está neste momento...
Pouca coisa desenvolvida...

Se eu desse notas a revistas, esta teria um redondo 5 em 10...
Podem ler a minha opinião em relação ao primeiro número no link em baixo:

Jupiter's Legacy #1


Boas leituras
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domingo, 16 de junho de 2013

Jupiter's Legacy #1



É contra a minha religião comprar revistas, mas neste caso não resisti. Esta dupla fez as minhas delícias em Authority, portanto eu tinha de ver em primeira mão o que vinha aí.
 
Mark Millar tem grandes hits na sua lista e Frank Quitely é dos melhores desenhadores da actualidade nos comics.

Mas existe outro protagonista nesta primeira revista... o colorista Peter Doherty. É impossível não o incluir nos créditos desta revista!

Como todos os que acompanham os comics norte-americanos sabem, Millar é um mestre dos media, do "hype". Uma faca de dois gumes, é certo, mas Millar maneja-a muito bem. E esta apresentação prova-o!
Era fácil ele escorregar aqui depois de todas as expectativas que criou à volta desta sua nova série, mas na realidade safou-se mais uma vez... é um primeiro número de apresentação de personagens, de mostrar o perfil de alguns dos sujeitos mais importantes da série, e isso normalmente não joga a favor destes primeiros números.

Mas Millar jogou bem. Pegou num grupo de americanos na altura da Grande Depressão, colocou-os num barco e levou-os para uma ilha que não existia, onde supostamente esses humanos ganharam super poderes!
Mas não diz como...

A seguir passa para os dias de hoje onde nos mostra filhos destes velhos super-heróis, que deveriam manter a linhagem e postura dos seus pais, mas aparentam ser fracos de espírito, convidando mulheres para fazer sexo no WC, bebida, drogas... enfim... perfeitos playboys filhos de pessoas poderosas que apenas usam os seus poderes para fins particulares.

Depois temos uma enorme conversa entre dois dos mais velhos... uma aparente conversa filosófica sobre dever, moralidade e conduta. Um quer servir apenas, o outro quer intervir! Grande diferença de posturas que presumo que irá ser importante para o desenrolar da série!

Lá mesmo no fundo esta conversa tem "apenas" o intuito de nos apresentar dois dos "velhos" mais poderosos e como eles têm maneiras diferentes de pensar e agir.

Falando de Quitely... ele está ao seu melhor nível, e embora ainda não haja história suficiente para ele se mostrar na totalidade, ele tem paineis magníficos... reparem na última vinheta da segunda página apresentada aqui. MESTRE! E posso dizer que o scan não faz jus a esta página, na realidade é muito melhor do que está aqui representado!

E Quitely tem um grande amigo nesta revista: o colorista Peter Doherty!
Faz um trabalho excelente em cima do desenho de Quitely. Nas primeiras páginas (passado) usa uma paleta de cores muito sóbrias que fazem mesmo lembrar algo passado, e seguidamente quando passa para os tempos actuais faz saltar as personagens da página com cores bem contrastadas e sempre a respeitar o trabalho do desenhador.

Como vêem, Millar estava sempre safo... com estes colaboradores não havia como falhar! Ele próprio deixa um "cliffhanger" em cada uma das duas partes da revista. O grupo chega à ilha, mas apenas nos é apresentada vista do barco... ou seja, não sabemos mesmo o que aconteceu nessa ilha, nem como ganharam os seus poderes; e no final da revista deixa uma imagem choque com uma das personagens que presumo que será bem importante no resto da série.

Gostei, e fico à espera da próxima! Pelo que pesquisei, esta série de 10 revistas será bi-mensal até metade (#5). Depois disso sofrerá um interregno... e não sei de quanto tempo.
De qualquer modo vale a pena dizer que é publicada pela Image, que se está a afirmar cada vez mais como uma editora bem interessante para leitores e autores!

Boas leituras

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segunda-feira, 1 de abril de 2013

Primeiras páginas de Jupiter's Legacy






Existem duplas criativas das quais eu espero grandes coisas, esta é uma delas:
Mark Millar (The Ultimates, Wolverine: Old Man Logan, The Authority, Wanted and Kick-Ass) e Frank Quitely (Sandman: Endless Nights, The Authority, All Star Superman, Bite Club, New X-Men, We3).

Digamos que já fizeram coisas maravilhosas!
Mas...
Mas quando Millar diz que este é o trabalho da vida dele, que é o Senhor dos Anéis ou o Star Wars dele; as expectativas sobem para níveis extremos, sobretudo quando Quitely diz que está entusiasmadíssimo com o trabalho!!!



























A premissa não é má, à partida pode explorar um tema que ainda ninguém mexeu (penso eu) no mundo dos super-heróis, ou seja, pais super-poderosos, idem... mas destruturados. Têm super-poderes mas não se servem deles para combater por ideias elevados, antes pelo contrário. Servem para fazerem comerciais e entradas nas discotecas! São jovens completamente ocos...



























Millar não tem deixado passar nada para o público... nem os poderes, nem nomes! Diz apenas que quer agarrar leitores "from the Golden Age of superheroes to modern dark age."

A revista #1 sai este mês no dia 24. Será uma série para 3 volumes a ser publicada pela Image Comics!
As imagens foram retiradas do site CBR, excepto a capa!

























Boas leituras
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sábado, 17 de novembro de 2012

Wolverine: Velho Logan (Heróis Marvel nº5)


Este era um livro pelo qual eu ansiava.
Já o tinha tentado comprar no original em capa dura, mas os preços eram proibitivos…
Quando sair, também por esta colecção, o “Arma X” fico com três das melhores histórias do Wolverine em português: Inimigo do Estado (Devir), Velho Logan (Levoir) e Arma X (Levoir)!

Depois de ler Velho Logan (Old Man Logan no original) fica-se mesmo com a sensação de ter lido uma excelente história de BD.

Mark Millar e McNiven estão em alto nível aqui, e acho que este será mesmo o melhor trabalho de Steve McNiven. Bem pelo menos daqueles que eu conheço…

Mark Millar assina alguns dos melhores livros que eu possuo (Authority, The Ultimates, Kick-Ass, Wanted, Wolverine: Inimigo do Estado, etc…), e este é mesmo um argumento “à Millar”. Futuro completamente distópico, violento e feio! Mas contrabalançado pela arte de McNiven… Este consegue páginas monumentais que ficam na memória de um leitor. Pelo menos a mim ficaram quando eu li uma revista desta série online. Aquela imagem do esqueleto gigante do Hank Pym no meio de nenhures ainda com parte do uniforme agarrado ficou na minha cabeça e foi aí que comecei a minha demanda por este livro.

Ainda bem que não consegui comprar no original, esta é uma bela publicação da Levoir em português com a vantagem da capa estar bem, apesar de tudo… comparada com as outras é belíssima!
:P

Há 50 anos os vilões organizaram-se a sério e exterminaram quase todos os heróis e super-heróis dividindo em seguida o território dos EUA.
Logan vive no Estado governado pelo Hulk e recusa a violência, e apesar de ser espancado por várias vezes nunca riposta. Aqui o leitor fica agarrado. Wolverine “é o melhor naquilo que faz” e vê-lo assim amorfo faz confusão a um leitor que conheça bem a personagem. Está sem dinheiro para pagar a renda da casa onde habita com a mulher e filhos! (Imagem estranha…) Para conseguir dinheiro vai acompanhar o Gavião Arqueiro como guia, ou co-piloto (como preferirem) pois este encontra-se cego!
Aqui iniciam uma viagem pelo continente norte-americano de uma costa até à outra, passando por diversos estados governados pelos vilões mais poderosos. É um continente retalhado e destruído… o objectivo da viagem do Gavião fica para vocês descobrirem.
O destino do Demolidor e do Justiceiro também fica para vocês descobrirem!
;)

Os diálogos são curtos, logo há a tendência para acelerar a leitura. Não façam isso. A narrativa gráfica e a qualidade que McNiven pôs em cada vinheta é precisamente para suprir a falta de texto, e foi bem sucedido. Tentem “ler” a narrativa de Steve McNiven!
Millar começa devagar mas sempre num crescendo que acaba num clímax final bem à bruta.
Também consegue algumas cenas bem viscerais de Wolverine, como quando ele conta ao Gavião o porquê da “não-violência”, ele o Wolverine, aquele que “é o melhor naquilo que faz”!
Essa cena está mesmo muito boa, mesmo! Não estava à espera daquele desenlace.

Este é um livro de nota máxima, na minha opinião, e recomendo a todos!

Boas leituras

Hardcover
Criado por: Mark Millar e Steve McNiven
Editado em 2012 pela Levoir
Nota: 10 em 10
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sábado, 5 de julho de 2008

Wanted


Bem... esta edição da BD Mania "sofreu" uma série de reviews nos blogs amigos da BD, portanto eu não me vou alongar muito.
Vou apenas dar a minha opinião sucinta sobre o livro e porei os links de três blogs que já fizeram crítica exaustiva sobre o assunto.
Primeiro ponto: a "linguagem" e violência! Atenção aos pais, tios e avós que queiram oferecer um livro de BD aos mais pequenos. Este livro, apesar de ser de super seres não é de alguma maneira leitura para menores de 16 anos (digo eu)... não, não tem sexo explícito, mas esse não é o único parâmetro de decisão quanto à idade própria para uma qualquer obra. O livro contêm muita violência, alguma dela gratuita e uma linguagem muito agressiva! A página exposta é a prova disso...
Posto isto tenho de dizer que é um dos melhores livros que li nos últimos tempos em português! Grande Mark Millar nos textos, grande JG Jones no desenho e grande Paul Mounts na cor.
Quanto aos links prometidos:
Área Negativa
Reféns da BD
Notas Bedéfilas
Se me esqueci de algum não foi por mal...
Boa leitura!

Softcover (TPB)
Criado por: Mark Millar, J G Jones e Paul Mounts
Editado em 2008 por BD Mania (original pela Top Cow)
Comprado na Press Linha Oeiras Parque
Nota: 9 em 10
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