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sábado, 11 de agosto de 2012

Batwoman Vol.1: Hydrology


Este foi o meu primeiro livro “New 52”, de resto só tinha lido alguns comics online. Como “reboot” é um falhanço completo! Apesar de ostentar um “1” na capa e lombada, é tudo menos um recomeço. Posso dizê-lo com propriedade: este título não foi sujeito a “reboot”! Posso entender este livro como uma sequela a “Batwoman: Elegy”, e apenas isso.
Este livro tem J.H. Williams III na arte e nos textos, embora aqui conte com a colaboração de Haden Blackman, mas… sente-se bastante a falta de Greg Rucka! O argumento não chega ao brilho do livro anterior, infelizmente! Não que J.H. Williams III tenha feito um mau trabalho nos textos, mas quem leu “Batwoman: Elegy” vai perceber a diferença.
É minha opinião que J.H. Williams III está a compor o cenário para um “plot” futuro mais firme, pelo menos tenho fé nisso. Existem vários indicadores no livro que me levam a pensar exactamente isso, e a presença de Batman irá ajudar com certeza! De resto as pequenas falhas de argumento são facilmente perdoadas neste livro…

E é assim que começa o livro. Com Batman a fazer trabalho de detective para descobrir a identidade da Batwoman, chegando à conclusão com margem mínima de erro que será Kate Kane (mas isso já nós leitores sabíamos). Batman espia Batwoman para perceber se esta será uma boa contratação para o grupo Batman Inc. analisando a sua capacidade de combate em situações de inferioridade. E Kate acaba por merecer um encontro provocado pelo próprio Batman, com o respectivo convite para as fileiras de Batman, depois de dar uma coça na seita “Religion of Crime”.

Como é sabido dos livros anteriores (ver Batwoman: Elegy e 52), o ambiente onde se move a Batwoman está muito ligado ao oculto, ao submundo sobrenatural e forças místicas. Este livro não escapa disso, e Kate está a mãos com um mito urbano: La Llorona!
É um bom ponto de partida para uma estória deste género, uma bela mulher que afoga os seus filhos para estar com o homem que ama. Quando é rejeitada por este suicida-se mas é-lhe negada a entrada no reino Celeste, e Maria é condenada a vaguear pela Terra, chorando os seus filhos, e afogando no processo filhos de outros…

Batwoman investiga o desaparecimento e afogamento destas crianças, ao mesmo tempo que a namorada: a detective Sawyer.
Este é o primeiro “sub-plot”. Outro dos alvos de investigação desta detective é precisamente saber quem é a versão feminina de Batman, ordens do Comissário Gordon!

Mas existe mais gente interessada nesta vigilante, e não olham a meios para o conseguir: um grupo de “black ops” chamado Department of Extranormal Operations (D.E.O.). Este grupo já tinha perseguido Batman pelas mesmas razões… mas desistiram!

Depois temos a vida pessoal de Kate Kane como “socialite”, graves problemas com o pai (ver Batwoman: Elegy), e por fim afasta a prima de sidekick por conselho de Batman!
Não é fácil a vida de Kate Kane!
O argumento não está mal e tem condições para subir, o problema está no excelente livro de abertura desta heroína a solo! Não sei qual a razão que levou Greg Rucka a sair do projecto, mas paciência… de qualquer modo é visível que J.H. Williams III ama esta SUA personagem.

Guardei para o fim aquilo que não tem palavras. Aquilo que faz um leitor amar esta personagem, e não, não é por ela ser lésbica assumida (“proud lesbian”), é a arte de J.H. Williams III!
Amazing!
Podem mandar-me para a fogueira por dizer isto, mas este artista criou um estilo visual único! Talvez a evolução dos comics de super-heróis passe por esta renovação do “storytelling”. As suas páginas são únicas, dividindo-se em páginas duplas completamente loucas de concepção e acção. A cabeleira ruiva de Kate Kane marca o ritmo visual de toda a acção, seja como Batwoman, ou como Kate Kane, está sempre presente.
J.H. Williams III usa dois registos visuais bem diferentes, um para a Batwoman, outro para Kate Kane. O primeiro é de prender o fôlego, o segundo mais contido e mais claro para podermos respirar antes de novos painéis de delírio visual. Kate Kane neste registo apresenta-se muito branca, fazendo realçar o seu cabelo absolutamente vermelho, com lábios a condizer e os olhos sombreados de cinza escura… não há como evitar não amar esta personagem.
Só por isto este livro é aposta ganha, e a estória só vai melhorar para o futuro. Como se costuma dizer, os dados foram lançados no fim do livro, e a partir daqui penso que a velocidade e interesse do “plot” vai subir!
O Leituras de BD aconselha este livro, mas também aconselha a compra inicial de Batwoman: Elegy!



Boas leituras.

Hardcover
Criado por: J.H. Williams III e Haden Blackman
Editado em Junho de 2012 pela DC Comics
Nota: 9,5 em 10
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sábado, 9 de abril de 2011

Batwoman: Elegy


Eu quando leio / compro um livro de super-heróis o primeiro motivo é a diversão, normalmente o que me atrai mais é a arte neste tipo de livros, mas existem grandes estórias também! Digo-o porque é verdade!
Este primeiro volume da renascida Batwoman tem duas coisas indissociáveis: arte e estória!
Um livro perfeito e fresco.
É unânime por toda a crítica internacional: o livro é muito bom!
Reli-o para fazer este post, e esta segunda leitura ainda me agradou mais que a primeira, sobretudo ao nível da arte… descobrir ainda mais pormenores deliciosos. É uma pena que eu não consiga fazer “scan” a algumas das melhores pranchas deste livro porque a disposição das vinhetas e muito dinâmica havendo sempre saltos para a página seguinte, ou seja, muitas páginas duplas sobretudo em situação de velocidade e combate.
A escrita esteve a cargo de Greg Rucka (Whiteout, 52, Final Crisis: Revelations, Blackest Night: Wonder Woman, entre muitos outros) e o artista de serviço foi J.H. Williams III (Seven Soldiers of Victory, Promethea, Justice League of America, Hellboy: Weird Tales, Batman entre muitos). Neste caso a dupla funcionou perfeitamente, mesmo!
Batwoman sai do excelente “52”, em que teve um dos melhores arcos de estória da saga, para uma mini-série apenas dela. Podemos considerar esta Batwoman: Elegy como uma espécie de Batwoman: Year One. É-nos contado o seguimento das suas aventuras em “52”, assim como vários flashbacks que contam as suas origens.
Claro que houve polémica nos U.S.A. com esta personagem feminina, ou ela não fosse assumidamente homossexual e por isso mesmo teve de sair do exército, mas a sua orientação sexual não é explorada neste livro como algo para vender, para chocar, ou criar polémica… Kate Kane é lésbica, apenas isso. É porque é, e é natural nela! Não se faz alarde dessa situação, aliás, depois de ler o livro não se consegue pensar nela de outra maneira de tão naturalmente o assunto foi tratado.
Kate Kane fica perdida depois de lhe ter sido retirada a vida militar, a sua mãe era militar, o seu pai é militar e era o único mundo que conhecia. A sua visão da vida muda quando se defende de um atacante na rua e tem o seu primeiro encontro com Batman. Ela descobre aí um novo modo de servir… o seu pai, a princípio relutantemente, torna-se o seu mentor e faz o papel de “Oracle” do Batman, mas para a sua filha.
A vilã deste início (será apenas o início?) é espectacular! Completamente “psico” (ou se calhar nem por isso…), super bem trabalhada psicologicamente e graficamente. A continuar assim temos uma concorrente ao Jocker… No fim de ler o livro lembrei-me que estes dois fariam uma dupla completamente louca! Bom, não me vou alongar, pois a estória tem umas reviravoltas engraçadas e bem construídas. Não quero estragar o prazer da leitura a quem ainda não leu.
:D
Quanto à arte posso fazer três distinções claras. Os flashbacks têm uma arte um pouco suja com cores “à época”, bem conseguido porque dá um ar bem “retro” ao passado da moça e respectiva família. Aproveito para levantar um pouco do véu e dizer que a família é muito importante em todo este início… desculpem-me mas não resisti a dizer isto…
Como Kate Kane a construção das páginas e toda a arte / coloração é muito clara, com poucas sombras e traço bastante fino, adapta-se perfeitamente porque o artista e o colorista querem fazer a diferença para a Batwoman (e conseguem-no perfeitamente), a arte e cor em que é retratada a Batwoman em plena acção são autênticas explosões de vermelho e negro em alta velocidade, atravessando vinhetas e pranchas e contrastando com a cor branca da vilã (Alice). Espectacular!
Recomendo, e espero que se inicie uma longa série com esta personagem e estes autores!
Boas leituras!

Hardcover
Criado por: Greg Rucka, J.H. Williams III e Dave Stewart (colorista)
Editado em 2010 pela DC Comics
Nota : 11 em 10
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sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Ilustração: Batmen, Batwomen e Robins por Nate Snareser


Descobri esta ilustração no Bleeding Cool e pareceu-me bastante interessante!
Os vários Morcegos, Morcegas e Piscos! Ok... os vários Batman, Batwoman/Batgirl e Robins.

Batman da esquerda para a direita:
Batman (DC One Million crossover), Terry McGinnis (Batman Beyond), Jean-Paul Valley (Azrael), Batman Junior (um possível filho de Bruce Wayne), Bruce Wayne, Brane Taylor (Batman do Século XXXI), Sir William the Bat Knight ( DC’s Tangent comics events), Batsman (Batman do Século XLVI) e Damian Wayne.

Robin da esquerda para a direita:
Helena Wayne, Jason Todd, Dick Grayson, Tom Wayne (Robin 3000), Stephanie Brown, Tim Drake, Carrie Kelly (Dark Knight Returns), Damian Wayne, e Robin (DC One Million).

Batwoman e Batgirls da esquerda para a direita:
Bat-Girl (Bette Kane), Kingdom Come Batwoman, Misfit, Batgirl (Barbara Gordon), Batgirl (Stephanie Brown), Batgirl (Cassandra Cain), Batwoman (Kate Kane), Batwoman (Kathy Kane) and Huntress (Helena Bertinelli).

Para ver maior cliquem na imagem, e de seguida com o botão direito do rato escolher a opção "Ver Imagem", e depois clicar novamente com o botão esquerdo!

Boas leituras
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sábado, 7 de setembro de 2013

A DC Comics mostra-se contra uma das instituições mais antigas da humanidade: o casamento!


Na Marvel foi necessário o Mephisto para acabar com um casamento entre personagens de BD...
A DC Comics não precisa disso para nada! Tem o Dan DiDio!

Para este anormal os heróis nunca se podem casar.
Com isto "acabou" com um dos meus títulos preferidos, Batwoman, e agora é Aquaman que está na calha para mais uma curva apertada.

Em Batwoman fez com que o homem que a levou ao sucesso, JH Williams III, abandonasse a série visto não concordar com a decisão editorial da DC Comics. JH Williams III disse que a sua história com esta personagem homossexual assentava no futuro casamento com a sua companheira, e que não fazia sentido ser de outra maneira. Já tinha tudo planeado... assim a partir da revista #25 o escritor da série será Marc Andreyko. Já agora... quem é este tipo? Não sei, talvez mais um argumentista de segunda categoria, visto que os melhores estão todos a sair das duas maiores editoras!

Agora esse anormal diz que o Aquaman nunca foi casado, nem nunca há-de ser. A Mera terá de viver em adultério o resto da vida...

Qual Mephisto... Dan DiDio é que é!
Porra, ninguém tem culpa que ele tenha problemas de relacionamento com mulheres (ou homens)!

Quando são os editores a decidir o conteúdo básico das histórias está tudo tramado. Sim, porque um BOM argumentista planeia e organiza a suas histórias em determinadas premissas e eventos futuros; depois aparece o editor a dizer: refaz tudo que eu não gosto disso.
E já agora... o Aquaman casou-se com a Mera "long time ago"...

Justificação, a Batwoman tem de ser uma mulher infeliz (Porquê? Porque é homossexual?) e os outros heróis, como o Aquaman, têm de se sacrificar pessoalmente... serão Padres agora? Será que vão mudar o uniforme para batinas?

OMFG!
Depois queixam-se que as séries não têm sucesso, ou que as vendas estão a cair!
Bem... a seguir ao #25 da Batwoman, acabou-se para mim. Eu gostava da série por causa do excelente trabalho do JH Williams III. Se ele sai e é o DiDio que manda, eu também saio.
(Cada vez compro menos comics...)

Boas leituras
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quarta-feira, 13 de abril de 2011

Whatever Happened to Batwoman?


Depois do sucesso estrondoso de Batwoman: Elegy a DC preparou-se para a série on-going da morcega. Greg Rucka e J.H. Williams III comprometeram-se a continuar a série, mas o que é bom tem sempre espinhos... Greg Rucka abandonou a DC, e J.H. Williams III assumiu o lápis e a escrita, em conjunto com W. Haden Blackman (textos) e Amy Reeder (arte). O número #0 saiu no fim do ano passado para apresentar a série (esgotou nas grandes lojas virtuais) e o número #1 seria para Fevereiro... depois para Abril, e agora adiado novamente!
A DC diz que continua comprometida em iniciar a série, mas as perguntas continuam lá, visto que ninguém responde em condições...
Problemas de saúde de algum dos artistas?
Problemas de produção?
Problemas com os autores?
Ou simplesmente a parte mais conservadora da sociedade dos Estados Unidos da América está a pôr problemas porque Kate Kane (Batwoman) é uma lésbica de sucesso???
Espero que sejam problemas simples e não este dois últimos de que eu falei!
O número #0 foi apenas um docinho para o resto que aí viria, em que a Batwoman está a ser observada pelo Batman nas suas qualidades como vigilante, e deste número vou pôr algumas imagens!
O número #1 já tem algumas imagens cá fora, sendo a última deste post pertença deste último...
Espero que J.H. Williams continue a mostrar a sua estrondosa arte nesta heroína, pois habituei-me a visualizar Kate Kane com o traço inigualável deste artista!





Boas leituras!
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sábado, 18 de abril de 2015

Capas WTF: Batman #133








Esta magnífica capa ilustra a história Batwoman's Publicity Agent.
A revista foi publicada em 1960 de propósito para eu me rir hoje! :D
Foi desenhada por Sheldon Moldoff, que de resto é o desenhador de todas as histórias desta revista, escritas por Bill Finger.

As histórias são:
  • Crimes of the Kite Man
  • The Voyage of the S.S. Batman
  • Batwoman's Publicity Agent

Diversão garantida numa revista que numa única história consegue meter Batman, Bat-Hound, Batwoman e Bat-mite, para que os Bat-leitores possam mandar umas Bat-gargalhadas!




































Boas leituras
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quarta-feira, 18 de abril de 2012

Capas: Batwoman #10


A série Batwoman tem sido um manancial de excelentes capas por culpa do seu autor J.H. Williams III. Batwoman tem uma arte incrível e excelentes estórias, isto faz com que, na minha óptica, seja muito provavelmente um dos três melhores comics on-going da actualidade.
Ansiosamente à espera da compilação....
Esta revista com o número 10 sairá em Junho.

Boas leituras
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sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Capas: Batwoman #6

É sem dúvida um dos meus títulos preferidos da DC Comics. A arte envolvida é de grande qualidade, e J.H. Williams III continua a mostrar belas páginas em vários registos nesta série.
É um dos HC compilados que está na minha mira quando sair, imperdível!

















Podem ver neste blog a crítica ao primeiro volume de Batwoman:
Batwoman: Elegy


Boas leituras
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quarta-feira, 20 de maio de 2015

Capas: Detective Comics #857



Fabulosa capa de J.H. Williams III com a Batwoman em destaque.
Capa do tempo em que esta personagem me fascinava, ou seja, com a mão de J.H. Williams III, e aqui na 4ª parte (e última) de Elegy!

Depois a DC Comics borrou tudo ao ir contra os autores que colocaram esta personagem em cima. Agora, e infelizmente, é só ir para baixo... -_-

Saudades da Batwoman, que deixei de comprar no vol4.


Boas leituras
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quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Ilustração: Batwoman por Mike Maihack


Este cartunista norte-americano é conhecido pelo seu seu Webcomic Supergirl & Batgirl.

Hoje mostro a sua Batwoman, mas...
... mas como estamos a atravessar ainda a época Natalícia, nada como o Natal destas duas heroínas, pela visão de Mike Maihack!

Deliciem-se!




:)
Cute, hã?

Boas leituras
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quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Ilustração: Marry me, Mags, por JH Williams III



Estão a ver o epílogo da revista #17 de uma das melhores séries da DC neste momento.
Kate Kane (Batwoman) é uma das melhores personagens dos últimos tempos nos comics norte-americanos, e para além disso é lésbica assumida desde o primeiro momento. Sempre teve namoradas "às claras", e a sua última aventura amorosa chama-se Mags...

É claro que isto é um gigantesco spoiler, mas não resisti!
De qualquer modo não sei se haverá casamento... lol, isso não é desvendado!

Desde a altura da série 52 que não acompanha o seu antigo amor Renee Montoya, que veste agora o manto "The Question". Quando se iniciou o reboot "New 52" o seu interesse amoroso foi mesmo Maggie...
Bom, esta Morcega tem um fetiche por polícias com certeza! Já Renee Montoya era polícia!

Fica o pedido de casamento de uniforme e tudo, ou seja, mais um golpe comercial usando homossexuais! Não tenho nada contra, excepto quando se torna moda para fabricar dólares...! Não estou a ver casamentos nenhuns desde há muitos anos com super-heróis heterossexuais...
Presumo que esta revista Batwoman #17 vá esgotar num ápice!
:D

Boas leituras

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segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Ilustração: Final Crisis Revelations - Batwoman (Philip Tan)


Sempre gostei desta capa! O autor é o filipino Philip Tan,e aqui mostra o seu trabalho no spin-off de Final Crisis: Revelations.
Este artista é mais conhecido pelo seu trabalho em Spawn, Uncanny X-Men e Iron Man; mas também já trabalhou em Green Lantern e em Batman and Robin de Grant Morrison.

Um excelente pin-up da Batwoman que deu uma excelente capa!

Boas leituras
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quarta-feira, 13 de julho de 2011

Novo Universo DC: Linha Batman


Hoje é a vez da linha Batman!
Tem algumas boas surpresas, como a recuperação de Barbara Gordon (Oracle) para o seu papel original de Batgirl, a continuação de Birds of Prey, a recuperação da Catwoman para uma série on-going e finalmente o início da série Batwoman! A série Batman não sofrerá problemas de cronologia.
Fica a apresentação das onze séries que rodarão à volta de Batman:

Batman










Este é o início de uma nova era para o Cavaleiro das Trevas. Irá ser feito pela mão de Scott Snyder (American Vampire e Batman: Gates of Gotham) e Greg Capullo (Spawn).
Escrita por Scott Snyder
Arte por Greg Capullo e Jonathan Glapion










Detective Comics










O título bandeira da DC Comics irá ser relançado com novas aventuras do Batman. O pontapé de saída será dado pelo assassino “The Gotham Ripper” levando Batman para um jogo mortal de gato e rato!
Escrita por Tony S. Daniel
Arte por Tony S. Daniel e Ryan Winn










Batwing








África, continente de grande beleza, mas também de grande perigo! Uma terra de criação, mas também de conflito. Precisa desesperadamente de um campeão! Das fileiras de Batman Incorporated surge um guerreiro que irá carregar o manto do Cavaleiro das Trevas nesta tumultuosa região. Conheça Batwing, o Batman africano!
Escrita por Judd Winnik
Arte por Ben Olivier










Batman: The Dark Knight








Batman tem de lutar novamente contra um mortífero, mas estranhamente familiar, inimigo nesta fenomenal revista inicial. Esta figura misteriosa saiu furtivamente do Asilo Arkham… Batman tem de chegar até ele, mas para isso terá de ultrapassar uma série de criminosos psicóticos! Mas este não é o único problema de Batman… este terá de enfrentar uma série de assuntos legais da Batman Incorporated.
Escrita por David Finch
Arte por Richard Friend e David Finch









Batman and Robin









Combatendo o crime com o seu filho Damien a seu lado, Batman percebe agora que a parte mais difícil é mesmo trabalhar em equipa com este impulsivo jovem!
Enquanto se tentam ajustar , esta dupla terá de enfrentar uma figura que emergiu do passado de Batman: NoBody.
Escrita por Peter Tomasi
Arte por Patrick Gleason e Mick Gray










Batgirl










Barbara Gordon está de volta a Batgirl! Saída das fileiras de Birds of Prey, como Oracle, ela terá de enfrentar um dos mais temidos vilões de Gotham, assim como lidar com os segredos mais negros do seu passado!
Escrita por Gail Simone
Arte por Ardian Syaf e Vicente Fuentes









Batwoman







Por fim!
A nova série de aventuras desta ruiva começa aqui. O primeiro arco de estória terá o nome de Hydrology e esta heroína terá de enfrentar novos perigos mortais, para além de novos desafios na sua vida pessoal!
Alguém anda a raptar crianças e Kate Kane quer descobrir as intenções deste vilão. Irá Kate Kane conseguir treinar a sua prima Bette Kane (a.k.a. Flamebird) como sua parceira? Como irá ela lidar com as revelações acerca do seu pai? E porque é que uma Agência Governamental está interessada nela subitamente?
Escrita por J.H. Williams III e Haden Blackman
Arte por J.H. Williams III






Nightwing







Dick Grayson vai voar alto novamente como Nightwing numa nova série. E enquanto ele abraça os seu destino como Nightwing, o circo Haley onde Dick actuou no seu passado voltou a Gotham trazendo assassínio, mistério e forças do mal com poderes super-humanos! Dick tem de confrontar o seu passado junto de antigas amizades, e inimizades, do seu passado neste circo enquanto investiga o que se passa de errado neste local.
Escrita por Kyle Higgins
Arte por Eddy Barrows e JP Mayer









Catwoman










Conheça Catwoman!
Ela é viciada na noite. Ela é viciada em objectos brilhantes. Ela é viciada no Batman!
Mas mais do que tudo, Catwoman é viciada no perigo. Ela é boa a ser má, e muito má a ser boa…
Escrita por Judd Winnik
Arte por Guillem March










Birds of Prey








Uma é procurada por um crime que não cometeu. A outra está em fuga porque sabe demais… Elas são Dinah Laurel (Black Canary) e Ev Crawford (Starling), e juntas são um grupo operacional que actua na sombra. São elas que dão conta de vilões que os outros heróis não podem tocar! Mas agora têm um repórter na sua peugada que quer expô-las, quando existe um outro grupo a querer destruí-las!
Escrita por Duane Swierczynski
Arte por Jesus Saiz









Red Hood and the Outlaws








Jason Todd, antigo parceiro de Batman, pôs o passado para trás como Red Hood e junta-se a outro parceiro de outro herói no “desemprego”: Arsenal! Este era parceiro de Green Arrow. Consegue também outro poderoso elemento para junto de si, The Alien Starfire. Esta era uma antiga prisioneira de uma prisão intergaláctica… Como se irá comportar este grupo de desajustados?
Escrita por Scott Lobdell
Arte por Kenneth Rocafort








Como podem verificar a DC bate por KO a Marvel em revistas com personagens principais do sexo feminino. E ainda não estão todas listadas… faltam mais cinco grupos de revistas!

Outros posts sobre este assunto:
Novo Universo DC: Linha Superman
Novo Universo DC: Linha Green Lantern
Novo Universo DC: Linha Justice League
Novo Universo DC: Linha The Dark

Boas leituras.
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quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Arqueiro Verde: Os Caçadores



Esta série da Levoir trouxe algumas pérolas que eu já conhecia, como Crise de Identidade, Joker: O Último a Rir, Batwoman: Elegia e Crise na Terras Infinitas.

Este eu não conhecia, embora já tivesse bastantes vezes para o comprar no original. Em boa hora foi publicado em português! Devido a esta feliz coincidência decidi fazer este artigo.

No original tem o título Green Arrow: The Longbow Hunters, e o artista em foco é Mike Grell.
Este autor/desenhador norte-americano sempre foi dos meus preferidos. Tive o primeiro contacto com a sua obra através do Mundo Aventuras com um dos meus heróis favoritos: Warlord, a preto e branco (garanto que se me sair o Euromilhões eu publico integralmente esta série em português…). Como eu adorava o desenho de Grell! A história era mistura de clichés, mas tudo feito de tal modo que eu ansiava sempre pela próxima aventura de Warlord em Skartaris!

Grell teve excelentes trabalhos em Tarzan e claro, trabalhou muito para a DC nos seus maiores títulos. Para a Marvel pouco trabalhou, apenas Iron Man e X-Men Forever.

Os Caçadores datam de 1987, uma altura em que se lutava por trazer temáticas mais adultas para os comics. Era a época do “Grim and gritty”!
Grell redefiniu o Arqueiro Verde tornando-o num caçador urbano, com temáticas sociais fortes, abandonando a antigas batalhas com super-vilões. Aqui os vilões eram bem retratados e formatados socialmente. Desde bandidos de meia tigela até mafiosos do mais alto gabarito, tudo passou neste livro.

Digamos que há um crescimento deste Robin dos Bosques moderno. Deixou de ser um playboy, deixou aquelas cruzadas sociais de outros tempos, e claro, aqui não há lutas contra super-vilões (leia-se tipos maus com super poderes). Oliver está mais velho, mais sábio como pessoa e também mais introspectivo. Acaba por ser um livro complexo, apesar da aparente simplicidade com que Grell vai contando a história. Daí eu dizer que há duas maneiras de ler este livro: ou simplesmente lendo vorazmente uma aventura com acção, ou então lendo mais lentamente tomando atenção às entrelinhas.

Grell esquematizou o Arqueiro Verde como um verdadeiro “vigilante” urbano, na companhia da Canário Negro. A caça era a mesma, os predadores diferentes. Grell retrata muito bem os predadores urbanos no seu habitat de betão, com as suas taras e loucuras, nos monólogos do Arqueiro e (claro) com o seu maravilhoso lápis, num registo muito realista.

Grell não se coíbe de mostrar alguma nudez, tortura e sangue. A cena em que Dinah (Canário Negro) está a ser torturado é um belo momento gráfico e psicológico. Ela está nua e da maneira como os traficantes a estão a tratar está implícita, para além da tortura pura e simples, também a violação. Oliver está com um dos maiores dilemas da sua vida… o homem que jurou a si mesmo não matar tem aqui uma escolha muito difícil! Grell trabalhou muito bem esta cena, tanto na escrita como no grafismo.
Para dar mais substância à história, Grell criou Shado, a filha de um Yakuza que é treinada nas artes do Kyudô (arte marcial japonesa do arco e flecha).

Shado é a personagem que une toda a trama deste livro. Treinada para matar e vingar a desonra que um grupo especial norte-americano provocou na sua família.
Oliver Queen cria uma relação ambivalente com esta guerreira. Por um lado não quer que ela vá matando a seu bel-prazer, por outro lado… eles são bandidos do piorio e ela está a dar cabo deles!

Bom, estruturando a trama da história… Oliver e Dinah mudam-se para Seattle.
Aqui dão-se conta de vários crimes que tomam conta dos jornais da região. Um assassino em série que vai somando prostitutas, e um misterioso arqueiro que vai matando aparentemente de forma aleatória.
Dinah segue uma pista de narcotraficantes, Oliver vai atrás do misterioso arqueiro.
No final tudo se une numa excelente história de Grell.


Relativamente ao desenho, eu sou suspeito. Adoro Grell! Acho que a grande atracção deste livro é mesmo a arte. E sim, eu gosto deste género. Sem brilhos "photoshopados", sem brincadeiras no computador. O que está ali é Grell, lápis e papel!

Neste livro ele tem vários registos gráficos, conforme o que está a retractar. Mas a sua narrativa gráfica nunca se perde nestas mudanças, antes pelo contrário, fazendo com que o leitor nunca saiba que tipo de desenho vem na página seguinte.
Teve uma grande ajudante que soube interpretar bem o que ele pretendia: a colorista Julia Lacquement!


Este foi um dos livros que mais me surpreendeu nesta colecção. Sem dúvida que recomendo este nº 12 da série Super-Heróis DC Comics.



Hardcover
Criado por: Mike Grell
Editado em 2013 pela Levoir
Nota: 9,5 em 10
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terça-feira, 12 de novembro de 2013

Sandman Overture #2 adiada para o ano e algumas páginas de Sandman Overture #1


Infelizmente a revista bi-mensal Sandman (nova série) foi adiada. Deveria sair em Dezembro, mas Neil Gaiman justificou-se:

Sure. I understand your disappointment and sympathise. We’re both really sorry about the delay. It’s unprofessional, and is mostly due to the giant signing tour I was on from June, and me not getting script written on the tour, with knock-on effects. We’re hoping it’ll be the only delay though.
(Retirado do site Bleeding Cool)

Ficam com a maravilhosa capa de J.H. Williams III para esta segunda revista e........ o Leituras de BD tem uma surpresa para esta noite!
"Ofereço" aqui Sandman: Overture #1 para quem não comprou, ou ainda não leu:

Sandman: Overture #1





















































J.H. Williams III é um espectáculo, certo?
:D

(Sinto a Batwoman tãooooo orfã...)

Boas leituras
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