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sábado, 2 de junho de 2012

VIII Festival Internacional de Banda Desenhada de Beja: Autógrafos


Último post sobre Beja.
Digamos que ainda tivemos algumas surpresas neste festival no campo dos lançamentos. Vários lançamentos e apresentações surgiram neste festival sendo que o livro de Rui Lacas tenha sido o mais inesperado para mim.
Pedi poucos autógrafos, apenas quatro, pela simples razão de que normalmente só o faço quando tenho algo do autor que está a autografar. Bem... é verdade que às vezes perco a vergonha e peço mesmo sem ter livro algum do artista, mas é raro.
Assim neste post vou mostrar os autógrafos que me fizeram e mais um par de fotos que ficam bem neste post. Normalmente gosto de que me autografem o livro e me façam um sketch no meu bloco, porque infelizmente já me estragaram um livro com um sketch que correu mal. Normalmente os autores aceitam, eu comprei o livro do artista e ele faz o obséquio de me fazer um pequeno desenho. No caso do Rui Lacas não foi possível porque ele apenas estava a fazer desenhos no livro, assim como o da Andreia Rechena, mas este por opção minha depois de falar com a artista sobre o assunto!
:)





















Rui Lacas (Han Solo em baixo) e Andreia Rechena ([R]eject Zine #4 em baixo)



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Eliseu Gouveia (Cloudburst em baixo) e Pedro Manaças (Manegas o Indignado em baixo)



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Andreia Rechena


Eliseu Gouveia



No topo está a revista do festival, o Splaft de 2012 onde eu colaborei com um texto sobre Eliseu Gouveia. A ilustração da capa pertence ao artista brasileiro Júlio Shimamoto!
Este fim de semana o Festival encerra, portanto quem ainda não visitou tem até Domingo para dar por lá uma voltinha!
Para o ano há mais! Foi um bom fim de semana. Tudo o que eu penso sobre este festival está no primeiro post sobre o evento, podem ler neste link:

VIII Festival Internacional de Banda Desenhada de Beja: Primeiras Fotos e Algumas Considerações


Boas leituras

quinta-feira, 31 de maio de 2012

VIII Festival Internacional de Banda Desenhada de Beja: Exposições

O Festival de Beja trouxe doze exposições. Todas elas mostravam a estética e bom gosto dos organizadores na sua composição e localização. É verdade que aquela que eu gostei mais nessas duas vertentes também era a mais escondida, mas estava indicado e não há nada como um pouco de mistério... a exposição de que eu estou a falar era a dedicada ao super-fanzine de Geraldes Lino, Efeméride: Corto Maltese no Século XXI. É a foto de topo! Não desfazendo das outras, esta tinha um toque especial na sua composição que a diferenciava um pouco. O chão estava coberto de areia da praia e ouvia-se ruídos característicos da beira-mar, bem como os sons emitidos pelas gaivotas!


Lista de exposições:


  • André Oliveira
  • Carla Rodrigues
  • De Beja a Angoulême
  • Eliseu Gouveia
  • Júlio Shimamoto
  • Maria João Worm
  • Pepedelrey
  • Traços Comuns
  • Corto Maltese no Século XXI
  • Originais e Serigrafias da Bedeteca de Beja
  • Diogo Carvalho
  • Rui Lacas


Não tenho aqui fotos de todas infelizmente, mas penso que as presentes já irão dar alguma satisfação a quem procurar por imagens do Festival. Outros blogues têm outras fotos, e só ver ali no blogroll!
E vamos às fotos!

Corto Maltese no Século XXI






















André Oliveira






















Carla Rodrigues





Eliseu Gouveia

























Maria João Worm






















Pepedelrey





Originais e Serigrafias da Bedeteca de Beja























Diogo Carvalho




Júlio Shimamoto




Espero que tenham gostado. Podem ver bastantes fotos também no blogue Kuentro.
Há exposições que aqui não estão representada, isso deveu-se apenas à qualidades das imagens. Escolhi o lote das melhores e não teve a ver com gosto pessoal... gostaria de ter aqui todas!

Boas leituras

terça-feira, 29 de maio de 2012

VIII Festival Internacional de Banda Desenhada de Beja: Primeiras Fotos e Algumas Considerações


Ficou comprovado este ano que o Festival de Internacional de Banda Desenhada de Beja não é só BD. É a BD sim, o centro e o que nos move do nosso lugar de conforto, mas é toda a envolvência deste festival que o torna único! Por isso mesmo nunca o comparo com nenhum festival de BD português.
Num ano de “vacas muito magras” se não houvesse toda aquela envolvência que o festival arrasta consigo, seria muito difícil arrancar visitantes de todo o País na peregrinação a Beja. Para quem não sabe ou desconhece os factores que propiciam essa envolvência, eu posso enumerar algumas: simpatia, proximidade e empatia da organização com o público visitante, gastronomia, a beleza intrínseca de Beja, aulas de história ao vivo e a cores, organização informal mas sempre presente, programação muito variada (música, cinema) e por fim, mas muito importante, um calor humano muito grande que propícia a formação de amizades e mini-tertúlias por todo reduto do festival, estendendo-se à cidade também. Todos estes predicados viciam os visitantes a quererem sempre mais “uma dose” deste festival.
Este ano pode não ter tido o brilho de outros devido ao orçamento zero de uma Câmara Municipal com dificuldades financeiras, mas esta Câmara colaborou como pode (gráficas, pessoal, etc.) com a organização para que este Festival se realizasse novamente. A coragem da organização foi enorme e acabou por dar frutos! Afinal mesmo sem artistas internacionais que arrastam normalmente muita gente, posso dizer que o festival teve sucesso. E teve sucesso pelos factores já referidos, mas também porque nunca parou. As diversas actividades existentes num programa cheio correram quase ininterruptamente, o que fez com que eu não assistisse a algumas para “descansar” um bocado! Assim se faz muito com pouco, e o Paulo Monteiro é um homem com prática nisto, visto que os orçamentos deste festival nunca foram muito grandes. Este ano ganhou o prémio nesta categoria: fazer muito com muito pouco!
Eu adoro este festival, é um passeio magnífico que eu recomendo, e só posso agradecer ao público presente por não terem deixado “cair” o festival nesta altura difícil. O público foi um pouco menor que nos anos passados mas mesmo assim esteve lá muita gente.
De notar que este festival, para além de ter mais de uma dezena de exposições, ainda teve lançamentos. Referindo-me às exposições quero destacar uma pelo seu layout e envolvência: Efeméride: Corto Maltese no Século XXI. Esta exposição teve como base o super-fanzine de Geraldes Lino e estava com uma excelente apresentação e um bom gosto enorme. Destaco também a sala de Shimamoto e o corredor de Eliseu Gouveia. Mas as exposições ficam para outro post…
Quanto a autores tivemos alguns bons interpretes portugueses de topo nesta arte, como Eliseu Gouveia e Rui Lacas.
Falando de outras vertentes deste festival, e das quais não abdico, a tradição manteve-se com o jantar de Sexta e almoço de Sábado no restaurante “A Pipa” com as suas excelente “Presas de Porco Preto Ibérico”, e o almoço de Domingo no restaurante “A Muralha” onde as “entradas” fazem as delícias de qualquer comensal. Ainda na parte gastronómica, a tradição do jantar de Sábado promovido pela organização também se manteve. A outra tradição da qual eu não abdico é a lição de História ao vivo com o professor Florival Baiôa Monteiro, que coloca todo o seu humor, e amor, pela História da cidade Beja nas vistas históricas promovidas pela organização do festival. Desta vez ficamos a saber como funcionava uma grande Villa Romana em Pisões (arredores de Beja).
E agora ficam as primeiras fotos!

A espera pela abertura...


Inauguração do Festival


Zona Comercial


Sala da exposição Efeméride: Corto Maltese no Século XXI


Lançamento do livro Hän Solo com o editor da Polvo (Rui Brito) e o Autor (Rui Lacas)


Panorâmica da sala de lançamentos, apresentações e debates


Debate sobre blogues de BD com Nuno Neves (Notas Bedefilas) e Nuno Amado (Leituras de BD)























Daniel Maia apresentando os X TCC e Andreia Rechena (D. Zarzanga) lançando o seu [R]Eject Zine #4
























Diogo Carvalho nos autógrafos e Pedro Maneças apresentando o seu livro Manegas, o Indignado



Pormenor da exposição de Júlio Shimamoto























Pormenor das exposições Efeméride: Corto Maltese e uma oferta de Craig Thompson à Bedeteca de Beja
























Originais de Eliseu Gouveia e Niko Henrichon



Jantar convívio nos arcos da Casa da Cultura


Pedro Manaças fazendo um sketch à lupa!


Villa Romana de Pisões


Por tudo isto vale muito a pena rumar todos os anos para este evento!
Próximo post sobre este evento: exposições.

Boas leituras

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