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quarta-feira, 1 de abril de 2015

Máquina do Tempo: JLI, sai a comédia entra a acção


Vou terminar aqui a minha viagem pela JLI, relembrando a parte final desta fantástica viagem de Giffen/DeMatteis, que deu uma outra alma aos comics e nos fez olhar de forma diferente para a banda desenhada com humor.

A divisão entre a Liga da Justiça América e a Europa continuava a acentuar-se, no número #36 da LJA tínhamos o G'nort em destaque, em conjunto com o "terrível" Mister Nebula que era uma espécie de Galactus designer, que gostava de remodelar os planetas mas de uma forma muito peculiar e demasiado colorida. Uma história com um humor muito mais ao género do DeMatteis, mas nem por isso pouco interessante, mas longe da qualidade que estávamos habituados. Na Europa, apelava-se um pouco ao dramatismo, com a aparição do filho de Metamorfo e a confusão toda que se gerou em torno disso, Os apontamentos de comédia estavam lá, mas não eram tão exagerados como o começo da JLI, o que até era uma coisa boa, assim não parecia uma cópia e a fórmula não cansava o leitor.

Depois de um crossover disparatado entre as duas equipas, por causa de um terrível gato que acaba adoptado pela Poderosa, vemos a saída do Gladiador Dourado (que forma uma equipa patrocinada pelas companhias chamada conglomerado) e tanto a LJA como a LJE começam a ter muito mais acção nas suas páginas, de forma bastante dramática e com bastante menos comédia.

Volta um grande vilão da antiga Liga, o Despero, que começa um rastro de destruição que dizima quase a equipa toda, destruindo J'onn com um ataque mental e mostrando respeito pelo Besouro Azul dizendo que tem das maiores mentes da equipa (algo que nunca se devia duvidar, mas que a comédia que ele se envolvia fazia outros pensarem o contrário), até que um Guy Gardner enfurecido e preocupado com os seus colegas, dá o troco e surpreende o vilão.

Do outro lado, a divisão europeia enfrenta uma perigosa equipa de super vilões de outra dimensão, chamada Extremistas, que apresenta uma crueldade que quem seguia as duas equipas não estava nada à espera.


A arte ajudava a esta mudança toda, Sears era muito competente e Hughes tinha uma forma de retratar as coisas que tornou tudo aquilo uma grande saga, algo que sinceramente era necessário para abanar o status quo da equipa. A aparente morte do Sr Milagre deu um impacto maior à coisa, com todos a realçarem que a equipa precisava de mais músculos, senão iriam continuar a acontecer tragédias destas.

Na Liga Europa a coisa não andava melhor, a ameaça nuclear que os extremistas lançaram sobre a terra foi uma ameaça credível e que fez com que a equipa se unisse e enfrentasse uma das suas maiores batalhas. Quando essa saga chegou ao fim, voltou a velha questão de não haver heróis europeus no grupo, dando azo a algumas situações ridículas como quando um empregado de uma das embaixadas decide tentar entrar para a equipa.

Guy Gardner e Gelo continuavam a alimentar uma possível relação, e Guy mostrava um lado mais humano, tendo direito até a ter um dos seus heróis, o exageradamente bonzinho General Glória. O humor ia aparecendo a espaços, mas cada vez mais havia mais acção e drama nas suas histórias, e o começo do fim aproxima-se quando Max é baleado e fica à beira da morte.

Por esta altura as duas revistas estavam quase interligadas, por isso havia uma grande comunicação entre os dois grupos e ambos sentiram muito este acontecimento. Pelo meio tivemos ainda a junção da antiga Liga da Injustiça, como a malfadada Liga da Justiça da Antártica, que no Brasil saiu num Superpowers bem divertido. Talvez as últimas grandes histórias de humor desta equipa criativa.

O fim da linha tinha chegado, ambas as equipas acabaram e voltaram algum tempo depois mas sem a mesma chama e sem o mesmo sucesso, entrando nos terríveis anos 90 e com a parte má que isso trouxe aos comics. Em todo o caso, todos deviam ler os primeiros anos da LJI, foi uma lufada de ar fresco e algo que continua ainda a fazer falta nos comics de hoje, nem tudo tem que ser sombrio e dramático.












































Podem ler os anteriores dois artigos sobre a JLI nos links em baixo:

Máquina do Tempo: JLI, os primeiros ano
Máquina do Tempo: JLI, o Espaço e a Europa nunca mais foram os mesmos

quinta-feira, 31 de maio de 2012

A Palavra dos Outros: JLA Year One por Hugo Silva

Hugo Silva  dá-nos a conhecer a sua visão sobre uma série que no final dos anos "90" redefiniu a Justice League os America: JLA Year One!
Nesta grelha estão de fora alguns incontornáveis do DCU, como Batman, Wonder Woman e Superman mas a estória foi boa e "desenjoou" da habitual formação.
Fiquem com as palavras de Hugo Silva !


JLA Year One

Em 1998 a DC lançou numa maxi-série de 12 edições, mais tarde reunidas num TPB, um novo olhar sobre as origens da sua maior equipa, a Liga da Justiça da América. Os criadores escolhidos foram os escritores Mark Waid e Brian Augustyn, equipa já habituada a trabalhar junta em Flash e que era conhecida pela sua paixão e conhecimento da história da DC. Como artistas nesta série tivemos Barry Kitson no lápis e Michael Bair na arte-final.
Com a origem da equipa a sofrer sempre bastantes alterações com as diferentes maxi-sagas que abalaram o Universo da DC, era necessário criar algo consistente e neste caso mais do que a origem, focou-se na camaradagem e em como se criou uma equipa coesa com 5 indivíduos muito diferentes uns dos outros.

A constituição original ficou da seguinte forma:

Lanterna Verde (Hal Jordan) era um herói novo, arrogante e com vontade de estar sempre no centro da ribalta.

Flash (Barry Allen) era mais calmo, tímido mas de uma certa forma alguém que transmitia mais confiança e estabilidade.

Canário Negro (Dinah Lance) era uma heroína de segunda geração e por estar habituada a conviver com a primeira geração de heróis não se inibe de estar sempre a fazer comparações entre ambos.

Aquaman era alguém a habituar-se à vida na superfície já que vivia debaixo de água, e nem via porque devia ser considerado um super-herói, já que para ele tudo aquilo era normal.

Caçador de Marte era um alien que não sabia se podia confiar ou não nos seus parceiros.

A série focava nas diferenças entre eles, em especial a dificuldade de Aquaman em falar com todos (o som viaja de forma diferente debaixo de água e por isso ele tinha que “aumentar o volume”) e o facto da Canário ser a única heroína e sofrer com algumas atitudes machistas dos restantes membros da equipa. A falta de medo de Hal, a calma de Barry e a versatilidade de J'onn são outras das coisas abordadas ao longo da série e como isso faz com que eles se tornem a equipa mais respeitada do Universo DC e que todos os restantes heróis e heroínas sigam a sua liderança na batalha final da mini contra uma invasão alien.

A equipa criativa faz um excelente trabalho a mostrar a diferença entre todos os heróis, quer enquanto equipa quer quando estão sozinhos na sua vida pessoal, que é mostrada de igual modo em conjunto com as suas aventuras enquanto super-heróis. A série tem momentos cómicos que nos fazem identificar ainda mais com estes heróis, situações como as que Dinah pede ao Flash apoio para ajeitar as botas enquanto este diz "devias repensar usar saltos altos já que não são nada práticos numa batalha" e ela agarra nas "asas" laterais da sua máscara para tapar os seus olhos, ou ainda o Aquaman a tentar aprender inglês lendo um livro infantil que ensina essa língua, são situações como essas que os tornam mais "humanos" aos nossos olhos.

Para além dessa interacção entre membros da equipa, o plot recorrente é o de um adversário que ataca a equipa desde a formação desta, e que no final vem-se a descobrir que se trata de uma tentativa de invasão alienígena do planeta natal dos extraterrestres que os nossos heróis derrotaram, ainda antes de se unirem como uma equipa. Pelo meio eles utilizam alguns vilões conhecidos, como Vandal Savage e outros, para irem distraindo os heróis enquanto preparam a melhor forma de os derrotar. Uma dessas distracções ia sendo fatal para todos eles, quando o vilão Brain (das histórias da Patrulha do Destino) utiliza a tecnologia dos aliens e consegue retirar aquilo que dá o poder aos nossos heróis, virando uma espécie de monstro Frankestein com o braço que tem o anel do Lanterna Verde, os olhos do Caçador de Marte, a caixa vocal da Canário e as pernas do Flash.

Os heróis precisam de ajuda da Doom Patrol (Patrulha do Destino) e do Aquaman (único não afectado pela arma) para ultrapassar essas adversidades e isso faz com que eles se apercebam da sua força como equipa, não necessitando somente dos seus poderes para conquistar uma vitória e passar por cima dos obstáculos. Basicamente aprendem que nasceram mesmo para ser heróis, é algo já inerente na sua personalidade e parte da sua vida.


Existem cameos de personalidades várias do universo DC que irão ser algo conhecidas no futuro como Ted Kord e Maxwell Lord, algo que dá outro elan à coisa toda e mais um motivo para achar piada a toda esta viagem ao passado. A batalha final é bem elaborada, os desenhos são sempre fluidos e com um ar nostálgico o suficiente para percebermos que não era algo actual, e que todos aqueles heróis estavam ou no seu começo ou no seu auge. Uma das coisas de que gostei mais, foi a forma como a Liga toma as rédeas da situação, dando "ordens" a todos os heróis sejam eles novatos, ou veteranos de primeira e segunda linha e como todos eles as seguem e sentem-se honrados por isso.


Uma leitura obrigatória quer para fãs da equipa, como para quem queira passar um bom bocado a ler uma história bastante divertida, interessante e com uma arte agradável ao olho.

Hugo Silva 

Já sabem, quem quiser fazer um texto sobre BD para este blogue basta contactar-me pelo mail nuno.amado@clix.pt!
Obrigado ao Hugo Silva  pelo seu dinamismo e ajuda no projecto Leituras de BD. Para o futuro este blogue irá estender-se para outras actividades relacionadas com a BD, e estas entradas d'A Palavra dos Outros e Lugar aos Novos estão a ser um belo tubo de ensaio!
Obrigado a todos.
:)

Boas leituras

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Justice League #1


As lojas abriram à meia-noite para disponibilizar ao público a revista mais vendida do ano nos EUA. Só em pedidos antecipados já era campeã de vendas (mais de 200.000 exemplares solicitados). Mesmo a esta hora em muitas lojas esgotou!
A DC Comics está a apostar muito forte neste “reboot” com o objectivo de ganhar leitores que possam seguir a grande maioria dos títulos sem necessitarem de saber o que se passou para trás.
Justice League of America (JLA) é um dos títulos emblemáticos, e para tornarem o título mais apetecível escolheram o argumentista do momento Geoff Johns, e um dos artistas mais sonantes da DC: Jim Lee!
Depois de ler a revista percebe-se rapidamente o significado de “reboot”… os futuros membros da lista ainda não se conhecem, e o vilão Darseid também é desconhecido!
Nesta revista são apresentados três heróis, Batman, Green Lantern e Superman, embora este último só apareça nos momentos finais.
Os super-heróis são ainda um pouco desconhecidos do grande público, e inclusivamente Batman, ao mesmo tempo que combate o crime também foge da polícia!
Geoff Johns trabalha a narrativa à sua maneira. Já se sabe que não é um autor de clímax imediato, mas sim um “corredor de fundo”. Como tal, a estória vai decorrendo sem grandes “explosões”, e nem se pode considerar este primeiro Comic como o primeiro capítulo, mas sim como uma introdução. Garantidamente a acção irá acontecer em crescendo como é seu hábito. Mesmo assim considero que tem aquilo que gosto numa revista deste género: diversão numa estória com algum movimento!
Quanto a Jim Lee, gostei! Acho que está ao seu melhor nível, trabalhando também os segundos planos bastante bem. A arte tem vivacidade e dá a ideia que Lee está a fazer isto com gosto. Há muito tempo que não via isto neste autor!
A acção inicia-se com Batman perseguindo um alien, e acaba por se cruzar com Hal Jordan que afirma que aquele caso é dele, visto que o bandido não é terráqueo. Batman por seu lado diz que Gotham é da sua jurisdição… Acabam por concluir que o melhor é irem conhecer o Super alien a Metropolis!
Em relação à caracterização dos heróis, gostei bastante deste Hal Jordan, que ainda é um novato nestas coisas e talvez um pouco mais petulante que o original, mas bastante bom para este recomeço. Quanto ao Batman, bem, é sabido por todos que não se adapta bem a Geoff Johns, mas penso que este não se saiu nada mal desta vez!
Estes dois heróis protagonizam quase todas as páginas desta revista, e têm um momento bem apanhado… Batman consegue surripiar o anel do Lanterna! Onde é que eu já vi isto?????
Quanto ao Surperman, aparece apenas no final, e ainda sem caracterização. Isso ficará para a revista #2.
Penso que foi um bom número 1.Fiquei a querer ler mais, soube a pouco… Agora vamos ver como esta dupla de autores vai fazer correr a estória!
Podem fazer o download desta revista aqui:
Justice League #1

Boas leituras

Revista (Comic)
Criado por Geoff Johns e Jim Lee
Editado em 2011 pela DC Comics

segunda-feira, 19 de julho de 2010

JLA Vol.3 Deluxe Edition


Eis aqui o que eu chamo um desapontamento “deluxe”.
Se nos dois primeiros volumes a DC mostrou como se faz excelentes edições, aqui deu uma lição de como não se faz uma compilação.
Eu iniciei esta série porque não tinha praticamente nada da JLA, e com a premissa de que os números das revistas sairiam todos de seguida com início na fase Grant Morrison. Também não me importava nada que inserissem alguns arcos que saíram noutras revistas e que trouxessem mais-valia ao livro. Mas a DC optou por deixar cair alguns números apenas porque não eram da autoria da dupla principal, assim como meteu uma estória do evento 1,000,000 da qual eu não percebi nada (JLA – 1,000,000) porque desconheço tudo desta série de estórias. Assim, os dois primeiros números compilam do nº 1 até ao nº 17 e este começa no nº 22 acabando no nº 31 deixando cair o nº 27 e em sua vez colocando a tal parte do DC One Million que está completamente fora de contexto, o único ponto comum com o resto do livro é ter sido escrita por Grant Morrison. Fiquei sem saber o que aconteceu também do nº 18 ao nº 21… Perante isto fico sem saber se estas edições “Deluxe” são apenas respeitantes à fase Grant Morrison, sendo que nesse caso acabariam no próximo volume nº4! Se não é assim sinceramente não percebo a razão de não editar os números que não foram escritos pelo Grant Morrison…
Falando agora das estórias, Grant Morrison vai recuperar um antigo inimigo da JLA, Starro the Conqueror, para o primeiro arco: Star the Conqueror. O quartel-general da Liga da Justiça é invadido por uma poderosa personagem que é nem mais nem menos que Daniel, o novo Sandman! É o início de uma aliança para acabar com a invasão desses extraterrestres em forma de estrela. A batalha joga-se em várias frentes, desde o mundo dos sonhos ao ataque directo. Bom, Batman, como é seu hábito trabalha na sombra…
Não vou falar do episódio “1,000,000” por não ter percebido nada daquilo, e por achar que nem devia estar presente neste livro…
O 2º arco é o “The Ultramarines”, em que um completamente louco General Eilings constrói um grupo super-poderoso para acabar com a Liga da Justiça, acabando ele próprio por conseguir passar a sua mente para o corpo de um monstro indestrutível: Shaggy!
A última parte foi a que eu menos gostei porque cheirou a “crises” da DC, e eu estou um bocadinho farto delas… O arco chama-se “Crisis Time Five” e provoca a aliança da JLA com a Justice Society of America para conter uma ameaça inter-dimensional.
A minha opinião sobre a estrutura desta JLA… acho-a com membros a mais o que provoca uma certa dispersão do leitor.
A nota final vai castigar um pouco a compilação e não as estórias em si, embora tivesse gostado mais das anteriores. Vamos ver como corre o 4º volume…

Hardcover
Criado por: Grant Morrison, Howard Porter e John Dell
Editado em 2010 pela DC Comics
Nota : 7 em 10
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Here's what I call a "deluxe" disappointment.
If the first two volumes, DC showed how to make excellent editions, now, in this book gave a lesson how to make a bad compilation.
I started this series because it had virtually nothing of the Justice League of America (JLA), and with the assumption that the books would come out with all the comics, starting on Grant Morrison run. Also I didn´t mind that DC insert some little stories from other comics and bring added value to the book. But DC has chosen to drop some numbers just because they were not produced by Grant Morrison and Howard Porter and instead they put a part of the event “1,000,000” of which I didn´t know anything about it (JLA - 1,000,000)! Thus, the first two books compile the nº 1 to the nº 17, and this one starts at nº 22 finishing at nº 31, dropping the nº 27 and in turn putting that part of DC One Million that is completely out of context, the only thing in common with the rest of the book is being written by Grant Morrison. I didn´t know what happened also to comics nº 18 to nº 21 ... When I look at this I wonder if these issues "Deluxe" are just relating to Grant Morrison run, and in that case would end in the next volume 4! If it isn´t like that, honestly I do not understand why they don´t edit the numbers that were not written by Grant Morrison...
Now, talking about the story, Grant Morrison will restore an old enemy of the JLA, Starro the Conqueror, for the first run: the Star Conqueror. The headquarters of the Justice League is invaded by a powerful character that is neither more nor less than Daniel, the new Sandman! It is the beginning of an alliance to stop the invasion of these aliens in star shape. The battle is played on several fronts, from the dream world to direct attack. Ok… Batman works in the shadows as usual…
I will not mention the episode "1,000,000" because I don´t fully understand it, and by other way I think that part shouldn´t be present in this book ...
The 2nd arc is "The Ultramarines," where a completely crazy General Eilings constructs a group super-powerful being to destroy the Justice League, finishing himself for getting through his mind to the body of a indestructible monster: Shaggy!
The last part was the story that I liked less in this book, just because it smelled to me a like a "crisis" of DC, and I'm a little tired of them ... The story is called "Time Crisis Five" and an alliance between the JLA and Justice Society of America try to contain a threat from another dimension.
My opinion of this JLA structure... I think it is a strong number in members all over different scenarios which may cause a certain dispersion of the reader focus.
Final grade will punish the book and is structure, not the stories per se, although I have enjoyed more the first two books. Let's see how it goes on the 4th volume...

Hardcover
Created by: Grant Morrison, Howard Porter and John Dell
Published in 2010 by DC Comics
Note: 7 in 10

domingo, 25 de abril de 2010

Final Crisis


Muito confuso… mesmo!
É um livro para “profissionais” de crises da DC… acho que Grant Morrison se passou de vez neste “Final Crisis”! Fiz um esforço enorme para seguir todas as crises desde Crisis on Infinite Earths até este Final Crisis, com todos os volumes preparatórios e algumas pós-crises, e este último (que eu espero que seja o último “Crisis” da DC) achei que foi o mais intrincado e difícil de ler! Penso que não deveria ser assim, visto que li todos os livros anteriores a este culminar de mega-evento, e mesmo assim foi difícil. Teve alguns arcos de estória bastante bons pelo meio, mas houve uma altura que eu já andava a folhear o livro para a frente para ver se compreendia o que se passava para trás… isso é mau sinal!
A arte apresentada foi muito irregular ao longo de todo o livro e nunca nada de excepcional, safam-se as capas que são bastante boas , na minha opinião, claro.
A estória até começa bastante bem, com Metron a oferecer uma primeira grande arma a um homem pré-histórico, o fogo, dizendo-lhe: "Here is knowledge.". Seguidamente, e já no nosso tempo, o detective Turpin dá de caras com o assassinato de um Deus, Orion, e um pouco mais à frente é assassinado um dos pilares do universo DC, o Martian Manhunter, pelas mãos do novo líder vilão: Libra! Um começo fulgurante e cheio de energia, que passado pouco tempo se começa a complicar com vários plots um pouco confusos, só os verdadeiros fanáticos DC se poderão sentir à vontade no resto do livro. Temos batalhas contra a Anti-Life Equation, espalhadas pelos homens de Libra, ao serviço de Darkseid, equação essa que põe qualquer humano ao serviço do Deus de Apokolips, salvo raras excepções… Vários Superman de diferentes Universos são reunidos por um Monitor Vampiro feminino, Zillo Valla, para combater Mandrakk. Um pouco por todo o lado os heróis da Terra que não foram convertidos pela Equação Anti-vida lutam pela suas vidas, e pelas dos poucos humanos que ainda não foram convertidos… Heróis sucumbem, vilões tornam-se heróis!
Bem, irei colocar aqui uma lista mais ou menos válida para todas as “crises” da DC. Os livros que tiverem post neste blog terão direito a link, penso que apenas Identity Crisis não teve post, por razões de atraso na compra do livro, pois é um dos melhores livros que já li editados pela DC. Então aqui vai:
- Crisis on Infinite Earths
- Zero Hour: Crisis in Time
- Identity Crisis
- Countdown to Infinite Crisis: Day of Vengeance
- Countdown to Infinite Crisis: OMAC Project
- Countdown to Infinite Crisis: Superman: Sacrifice
- Countdown to Infinite Crisis: Rann - Thannagar War
- Countdown to Infinite Crisis: Villains United
- Countdown to Infinite Crisis: JLA: Crisis of Conscience
- Infinite Crisis
- 52
- Countdown to Final Crisis
- Final Crisis
De notar que hoje li de rajada, após a releitura de Final Crisis, os três principais “tie-ins” a este crossover, e garanto que são muito melhores que a estória que lhes deu a hipótese de existirem, aliás eu acho-os mesmo bons livros! São eles:
- Final Crisis: Revelations
- Final Crisis: Rogues Revenge
- Final Crisis: Legion of 3 Worlds
Irei fazer uma apreciação destes futuramente, porque o merecem!
Já agora, um dos heróis principais desta “crise” é o Batman, e para quem não sabe o que lhe aconteceu (se morreu ou não), só tem de ler o final deste livro.
Não aconselho este livro a quem não esteja por dentro deste tipo de eventos do DC Universe.
Boas leituras!

Hardcover
Criado por: Grant Morrison, J. G. Jones, Carlos Pacheco, Doug Mahnke, etc...
Editado em Junho de 2009 pela DC Comics
Nota : 6,5 em 10

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

JLA Vol.2 Deluxe Edition


Depois da compilação dos dois primeiros números escritos por Grant Morrison (arte a cargo de Howard Porter e John Dell), New World Order e American Dreams em JLA Vol.1 Deluxe Edition, surgem agora mais dois números compilados: Rock of Ages e Strenght in Numbers.
Para além disso ainda temos o crossover JLA/WildC.A.T.S. e a introdução de Prometheus.
A tripla de autores continua a funcionar muito bem, com Morrison a impor as suas “loucuras” nesta passagem, e recuperação, do apelidado “maior grupo de super-heróis da Terra”. Porter acompanha-o lindamente e tem alguns excelentes momentos.
Na primeira estória, Rock of Ages, Grant Morrison faz uma autêntica “sopa” com ingredientes tão díspares como um “Injustice Gang” liderado por Lex Luthor, uma procura pela pela "Pedra Filosofal" a pedido de um ser cósmico (Metron) e discrepâncias temporais, tão ao gosto da editora DC. Esta estória é bem complexa, típica de Morrison, e inicia-se com um combate entre os membros da JLA e os seus contrários (hologramas de luz sólida). Não foi mais que uma pequena manobra de Luthor, que inicia aqui o seu plano de destruição da Liga. Depois disto os elementos da Liga separam-se com missões bem distintas. Todos os personagens são muito bem tratados na sua vertente psicológica, o enredo está excelente embora aquele salto no futuro seja um pouco confuso, mas para mim é onde estão as melhores vinhetas da estória. Pormenores negativos… As estórias da JLA neste ciclo são contidas mas recebem influência de linhas editoriais das séries individuais de cada herói. Assim, continuo a não perceber como é que o Superman ficou com aquele fato e obteve os seus novos poderes (embora já tivesse investigado isso), é-nos dito que a Wonder Woman está morta e Aztek cai do céu!
Apesar destes pormenores achei este “Rock of Ages” a melhor aventura da JLA que eu li até hoje.
Em seguida temos a apresentação e origem de Prometheus que vai ser o vilão de serviço no próximo arco: Strenght in Numbers.
Strenght in Numbers é uma boa estória, apesar de novamente o pormenor negativo que eu apontei no arco anterior também seja verdadeiro neste, ou seja, a Wonder Woman está a ser ser substituída na Liga pela sua mãe Hippolyta, e Diana ( a verdadeira e única Wonder Woman) subiu na carreira e agora é a Deusa da Verdade… nem sabemos como isto acontece, nem como ressuscitou, nem como a mãe vai parar à Liga! Bom… passando à frente, Prometheus consegue infiltrar-se no Quartel-General da Liga aproveitando um evento publicitário com muita imprensa, e tomando o lugar do pretendente a herói, Retro. Depois de entrar, Prometheus faz miséria da JLA… anula-os um a um sem apelo nem agravo! Vale à Liga a intervenção da Catwoman que se infiltrou também (como jornalista) … embora o objectivo primeiro desta fosse a sala de troféus da JLA
Esta é também uma boa estória, mas bem mais simples que a anterior!
Para o final da compilação, a DC colocou um “bombomzinho” no final: JLA/WildC.A.T.S. Este crossover tem uma boa estória de entretenimento e é óptimo para “acompanhar com pipocas”, enfim… passar o tempo (não confundir com “perder tempo”).
Esta série Deluxe Edition não está a desiludir, antes pelo contrário, pois as estórias extra contidas nestas compilações também valem a pena! Penso que o terceiro livro desta série será o final da passagem de Grant Morrison pela JLA, e foi uma excelente passagem pois recuperou um grupo de heróis (que andava ao abandono) para os top de vendas norte-americanos (e com muito boas estórias).
Boas leituras!

Hardcover
Criado por: Grant Morrisson, Howard Porter e John Dell
Editado em 2009 pela DC Comics
Nota : 9 em 10

domingo, 14 de junho de 2009

Justice Society of America : Thy Kingdom Come (Part 2 e Parte 3)


Assim termina este prolongado arco "Thy Kingdom Come"... para refrescar ideias podem ir ver Justice Society of America : Thy Kingdom Come (Parte 1) , ou ainda mesmo o inicio da "run" do Geoff Johns, Dale Eaglesham e Alex Ross, em Justice Society of America : The Next Age!
Depois da surpresa que foi a aparição de um Super-Homem de um universo alternativo, Terra 22 (Earth 22), o universo onde se passa a excelente saga "Kindom Come" editada em português (quatro volumes pela Vitamina BD), verifica-se que não veio sózinho, pois a seguir à morte de vários meta-humanos, a JSA é avisada pelo Mister America de que um vilão com o nome de Gog é responsável pelas referidas mortes. Quem leu "Kingdom Come" lembra-se de Magog, o "super-herói" que despoletou todas as mortes nesse universo. Afinal o buraco negro do Starman pôs em marcha uma sucessão de eventos que vão envolver toda a JSA assim como a JLA (Justice League of América). O Superman da Terra 22 quer acabar com este suposto deus Gog, pois foi ele que criou o Magog do seu universo Este intitulado Gog não passa de um louco que a determinada altura acorda o verdadeiro deus Gog (esta parte passa-se em África). Este afirma-se como um deus benevolente, curando muitos enfermos, fazendo crescer vegetação onde apenas havia deserto, mas... existe sempre um "mas"! Existem muitos heróis desconfiados de tanto altruísmo! Descubram o porquê deste "mas" lendo os livros!
A parte mais negativa deste arco é o arrastar a acção durante muito tempo desnecessariamente. De resto é uma boa estória, sem ser extraordinária, e a DC começa a cometer o mesmo erro de sempre... enfiar na Justice Society of America tudo quanto é herói e não pertence à JLA... ou seja, a meio da estória já é um grupo com tantos herois que o leitor até se esquece do nome de alguns! Esta série para mim ia finalizar por aqui, mas durante esta saga surge a espaços o Black Adam e é feito um pequeno "preview" do próximo livro, e como este o último de Geoff Johns na JSA, sou capaz de o obter (apenas por isso).
Esta série foi muita conversa para algum "sumo".
Boas leituras!

Hardcover
Criado por: Geoff Johns, Dale Eaglesham e Alex Ross
Editado em 2009 por DC Comics
Comprado Amazon
Nota : 7,5 em 10

PS: Aquela capa é linda!!!!!!

sábado, 9 de maio de 2009

Countdown to Infinite Crisis


De uma vez por todas decidi mergulhar de cabeça nas "Crises" da DC. Eu sei que é complicado de início, mas acho que o pior já passou! Comecei pelo principio, pela primeira crise, Crisis on Infinite Earths , seguido por um livro que não gostei muito: Zero Hour: Crisis in Time. Apenas comprei este porque o vilão era o Paralax e faz parte da minha "run" do Green Lantern Hal Jordan. Falhei o Identity Crisis (porque ainda não chegou), que deveria ser lido antes deste Countdown to Infinite Crisis, visto que é a rampa de lançamento destas mini-séries, que se cruzam antes do epílogo Infinite Crisis. Em contrapartida juntei mais dois livros às quatro mini-séries deste "countdown": Superman-Sacrifice e JLA-Crisis of Conscience. A minha sugestão de leitura é a seguinte:
- Day of Vengeance
- OMAC Project
- Superman: Sacrifice
- Rann - Thannagar War
- Villains United
- JLA: Crisis of Conscience

Fica também o registo de que se deve ler antes destes o Identity Crisis, e depois destes existe um livro que não sei se será muito necessário, seria para reunir as pontas soltas destas mini-séries todas e tem o nome deste arco... chama-se Countdown to Infinite Crisis. Não o acho necessário.
Quanto à arte apresentada varia do bom ao "mais ou menos", como é normal nestes mega eventos. A estória que apresenta o prelúdio para Infinite Crisis peca por muitas pontas espalhadas, mas para quem tem os livros todos não faz confusão.
Começa por Day of Vengeance, que continua os eventos de Identity Crisis. Neste Identity Crisis, Sue Dibny mulher do Elongated Man (Homem Elástico), é assassinada e o seu corpo encontrou-se completamente mutilado e queimado. Descobre-se que o vilão Dr Light no passado a tinha violado no quartel general da JLA. Logico que foi o suspeito nº1 do crime e a Liga da Justiça resolve fazer justiça na hora... Assim "lobotomizam" o vilão e não contentes com isso modificam-lhe a personalidade. A autora, a mando dos outros heróis, foi a feiticeira Zatanna. O problema foi que Dr Light recupera a memória e respectiva personalidade, para além de se lembrar do que lhe tinham feito. Isto provoca a raiva de todos os vilões e a sua união! Jean Loring, mulher do Átomo e afinal a verdadeira assassina de Sue Dibny, é transformada numa nova versão do Eclipse, a nemesis da "Mão de Deus", o poderoso Spectre. Este encontra-se sem a sua parte humana e é facilmente convencido por Eclipse a eliminar todos os super-heróis! É a primeira grande batalha... os mágicos do mundo DC e Shazam unem-se para evitar esta enorme ameaça.
Em OMAC Project um satélite espião de Batman é roubado pela organização Checkmate, e como consequência da informação guardada aí, a identidade, família, amigos, pontos fracos e fortes de todos os heróis passam a ser conhecidos por outras pessoas, isto para além do controle mental que o Rei Negro desta organização consegue obter sobre outros. Blue Bettle foi o primeiro a desconfiar e a investigar. Custou-lhe a vida. Aqui e em Superman: Sacrifice podem ver como o Superman é completamente controlado mentalmente por um vilão, apenas com a Wonder Woman a tentar resolver o assunto e com uma enorme tareia pelo meio. Para resolver de vez o assunto, a Mulher-Maravilha comete um grande e grave pecado, embora necessário, foi completamente reprovado pelos seus dois amigos, Batman e Superman. Não vou contar mais. É uma estória absorvente, com muitos pormenores e não quero retirar prazer de leitura a quem decida ler este arco! Apenas digo que no fim de toda esta trama a Liga da Justiça fica completamente "esfrangalhada"! O resto fica para a apresentação de Infinite Crisis.
Boas leituras.

TPB
Criado por: Dave Gibbons, Ivan Reis, Greg Rucka, Jesus Saiz, Cliff Richards, Bob Wiacek, Bill Willingham, Justiniano, Gail Simone, Dale Eaglesham, Val Semeiks, Geoff Johns, Allan Heinberg, Greg Rucka, Mark Verheiden e muitos outros.
Editado entre 2005 e 2006 pela DC
Comprado no Book Depository
Nota : 8 em 10

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

JLA Vol.1 Deluxe Edition


Saiu este volume há uns tempos atrás e eu não resisti ,visto que um dos autores era Grant Morrisson, e eu não tinha nada da Justice League of America desse autor, um dos meus preferidos. Assim, esta edição maior (do tamanho das maiores da Marvel), compila os dois primeiros TPB da época Grant Morrisson, Howard Porter e John Dell: New World Order e American Dreams. Esta equipa criativa vai durar até ao sexto TPB (comic nº43), sendo a partir daqui substituídos por Mark Waid na escrita e na arte passa a não haver autor fixo.
Os títulos desta série andavam com vendas muito baixas quando a série foi entregue a Morrisson. Este usou uma nova abordagem ao grupo, limitando este aos seus mais emblemáticos heróis: Superman, Batman, Wonder Woman, Martian Manhunter, Green Lantern (Kyle Rainier), Aquaman e o Flash (Wally West, antigo Kid Flash). Com este grupo mais pequeno de herois, a acção está mais focada e esta liga só trata de assuntos "maiores"... os restantes "assuntos" ficam para as séries on-going de cada heroi, de qualquer modo aquilo que se passa nas respectivas séries de cada um, pode influênciar de algum modo a Justice League of America, por exemplo o uniforme azul e novos poderes do Super-Homem... eu nunca gostei do "tolinho" azul, mas mesmo assim prefiro-o no seu estado e uniforme normal a este Blue Superman (imagem à esquerda) !
No primeiro arco de estória estes heróis reúnem-se novamente para travar o Hyperclan, que aparece aos olhos do mundo como um grupo de heróis espaciais e benevolentes, que quer acabar com tudo quanto é mau na Terra, desde os desertos à fome passando pelo crime, etc. É claro que têm a sua própria agenda... !
Na segunda estória um novo Superman é apresentado, com novos poderes baseados em novas energias (o novo fato funciona como contentor aos novos poderes energéticos), e a Liga tem resolver um problema "celestial", ou seja, é apanhada no centro de uma guerra entre o "Céu" e o "Inferno", com anjos caídos à mistura...
No que respeita à qualidade do argumento, é bom, corre com fluência e sem muitos tempos mortos. A arte está à altura do argumento, e parabéns a Grant Morrisson que conseguiu tirar a Liga da Justiça do marasmo em que se encontrava quando lhe pegou.

Hardcover
Criado por: Grant Morrisson, Howard Porter e John Dell
Editado em 2008 pela DC Comics
Comprado na Amazon
Nota : 8,5 em 10

quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

JLA / Avengers : Collector´s Edition


Penso que este crossover foi o primeiro e único entre a Justice League of América (DC Comics) e os Avengers (Marvel).

O Vol. 1 desta "slipcase box" contém as quatro revistas desta mini-série, escrita por Kurt Busiek e arte de George Pérez. O Vol. 2 é um "Compendium" de 64 páginas, oferecendo as 21 páginas originais da primeira tentativa de crossover (foi cancelada em 1980), mais alguns sketchs! Assim, em 2003/2004 sai esta mini-série nas quatro referidas revistas com 48 páginas editadas em "prestige format"! A nº1 e a nº3 foram publicadas pela Marvel, sendo as restantes pela DC Comics. Em 2005 foi editado o "Absolute" de dois volumes hardcover: Collectors Edition!Em relação à história... eu gostei, embora seja um pouco intrincada de mais!.

 Tudo inicia com Krona, um vilão do universo DC, que começa a destruir mundos (multiversos), na sua obsessão do descobrir como eles foram criados. Um ser do universo Marvel, também com uma obsessão (jogos), o Grandmaster, oferece a Krona possibilidade de obter o conhecimento que este persegue! Em contrapartida, ele não destruirá mais mundos, claro... só se ele o bater num jogo...

O jogo consiste na obtenção de seis objectos de poder em cada universo, DC e Marvel. Para isso contam com a manipulação dos dois grupos de super heróis destes dois universos! Como terão de obter os objectos no universo rival, JLA e Avengers vão-se defrontando assiduamente! É claro que no fim se vão unir contra estes dois vilões...

Existem alguns confrontos curiosos:
- Mercúrio vs Flash
- Arqueiro Verde vs Hawkeye
- Super Homem vs Thor
- Hércules vs Wonder Woman

Bem... não vou fazer spoilers (acho que tenho tido sempre esse cuidado ultimamente), mas quem é que vocês acham que se aliou logo no primeiro confronto? Humm, quem foi? Foram dois quase equivalentes, mas diferentes! Palpites?

Lamento a digitalização não ficar perfeita, mas os livros eram grandes demais para o meu scanner... mas de qualquer maneira "postei" a versão "expandida" da box (que é linda)

Slipcased Hardcover
Criado por: Kurt Busiek e George Pérez
Editado em 2005 por DC Comics e Marvel Publications


quarta-feira, 14 de novembro de 2007

Justice



Série fantástica, que terminou agora com o terceiro volume! A arte de Alex Ross (que tambem é um dos argumentistas) é impressionante, e juntando isso a um bom argumento, temos a 9ª Arte no seu melhor!

Tudo começa com sonho (pesadelo) comum a todos os grandes vilões do universo DC, a destruição do Planeta Terra e os seus heróis, além de não conseguirem deter a destruição, tambem perecem na tentativa de salvação do planeta (excepto o Super Homem, eventualmente).

Para evitar que esse pesadelo se torne realidade, estes vilões tentam desacreditar os heróis, fazendo obras de beneficência ( !!! ) e eliminando os principais heróis um por um !

Claro que Lex Luthor e Brainiac são os cérebros de toda uma trama extremamente bem orquestrada, em que só não contaram com os heróis "secundários", e isso sai-lhes caro no fim !


Não vou contar a história toda, se não não tem piada para quem quer comprar estes títulos, apenas digo que tem um final feliz ( eheheh) !



Hardcover
Criado por: Alex Ross, Jim Kruegar e Doug Braithwaite
Editado entre 2006 e 2007 por DC Comics

Nota : 9 em 10

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