domingo, 23 de junho de 2013

Capas WTF: Detective Comics #143


Capa "maravilhosa" do célebre título Detective Comics da DC Comics...
:D
Batman e Robin a serem "fumados" pelo "super" vilão The Pied Piper of Peril!
Este número saiu em Janeiro de 1949 e a capa é da autoria de Jim Mooney (desenhador) e Charles Paris (arte-finalista).
A história tem argumento de Bill Finger, e a dupla Jim Mooney / Charles Paris tratou da parte artística...
Para vosso deleite, o Leituras de BD ofereçe-vos a história completa!
:D

Divertam-se com a leitura, tem frases deste género:
"-You'll never catch me, Batman! My pipes are too clever for you!"

PRICELESS!
:D


































Boas leituras

sábado, 22 de junho de 2013

#Sobre o Brasil Ontem

Sama


Tenho tantos amigos virtuais brasileiros que é para mim quase impossível não falar disto.
A quantidade de cartoons/charges que me chega via Facebook e outras redes sociais é tão grande que dava para fazer um livro.


Ora se eu pensei assim, alguns artistas brasileiros não só pensaram como meteram mãos à obra!


Assim vários artistas brasileiros uniram-se para criar a revista #sobreontem.
Os temas são a liberdade, democracia, as manifestações populares e claro... o Brasil!


A imagem de topo pertence ao artista brasileiro Sama, que embora viva em Portugal sofre com o que está a acontecer no Brasil. Penso que essa ilustração não sairá na revista #sobreontem, mas não interessa... este é um post onde cabe a arte e as ideias de todos os que colaboraram com as manifestações, seja no Brasil, seja aqui em Portugal.


A revista #sobreontem irá começar a ser vendida em Porto Alegre no festival Multiverso Comic Con.
Conta com contribuições de Rafael Grampá (capa), Laerte, Rafael Albuquerque, Kako, Rafa Coutinho, Danilo Beyruth, Orlando Pedroso, Davi Calil, Fábio Moon, Gabriel Bá e muitos mais!


Ficam algumas imagens:


Laerte


Fábio Moon

Davi Calil
























Rafael Albuquerque


Rafael Grampá


























Gabriel Bá

Este post é uma pequena homenagem aos brasileiros quem lutam por algo mais, num país onde a corrupção tem mandado mais que a democracia

Boas leituras

Capas: O Amor Infinito que te tenho e outras histórias


A aventura deste "Amor Infinito que te tenho", de Paulo Monteiro ,  iniciou-se em 2010.
A partir daí foram muitos os reconhecimentos e alguns prémios. Mas para que isto não fossem apenas mais "uns reconhecimentos" efectivamente este livro foi publicado noutras Línguas, e no final deste ano ainda terá direito a mais duas versões internacionais!

Sem dúvida um caso de sucesso na Banda Desenhada portuguesa! Mesmo aqui em Portugal já teve direito a uma segunda edição!

Vou deixar-vos as capas das várias edições que este livro já teve:









O Amor Infinito que te Tenho - 1ª edição
Edição portuguesa pela editora Polvo (2010)
















O Amor Infinito que te Tenho - 2ª edição
Edição portuguesa pela editora Polvo (2012)
















Nieskończona miłość, którą czuję do ciebie
Edição polaca pela editora Timof Comics (2013)















L'Amour Infinite que j'ai pour toi
Edição francesa pela editora 6 Pieds Sous Terre (2013)

















El Amor Infinito que te tengo
Edição espanhola da editora Edicions de Ponent (2013)










Está anunciado para breve a publicação para o mercado inglês, pela editora Blank Slate Books, estando Paulo Monteiro neste momento a fazer a capa para mais esta edição desta sua pequena grande obra!

No final deste ano será a vez do mercado brasileiro abrir as portas a este livro. Será publicado no Brasil pela editora Balão Editorial.

Em Portugal, e já foi referido neste blogue, esta obra obteve os seguintes prémios:
  • Melhor Álbum Português, atribuído pelo Festival Internacional de Banda Desenhada da Amadora, em 2011.
  • Melhor Publicação Independente, atribuído pela Central Comics, em 2011.

Só me resta dar os parabéns ao Paulo, porque ele merece. Para além do sucesso como artista é também uma grande pessoa.
:)
Podem aceder a estes três links que contêm as três entradas no Leituras de BD desta obra:

O Amor Infinito que te Tenho e Outras Histórias
O Amor Infinito Que Te Tenho e Outras Histórias editado em Polaco
23º Amadora BD: Paulo Monteiro

Boas leituras

sexta-feira, 21 de junho de 2013

Capas WTF: Superman's Girlfriend Lois Lane #63



Desta vez o Super tem razão... lol

"Eu digo-vos porque nunca casarei contigo, Lana, ou contigo Lois! Quem quer uma mulher tão estúpida  que nunca percebeu que eu sou o Super-Homem quando tiro os meus óculos Clark Kent?"


Superman have a point...!
:D

Capa de 1966 feita por Kurt Schaffenberger.

Boas leituras

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Parceria Leituras de BD / O Santuário: As Doze Naves Espaciais mais Fixes da Cultura Pop




O Leituras de BD associou-se ao grande site de BD brasileiro "O Santuário" para uma votação.
Cabe-vos a vocês leitores decidir qual a nave espacial mais cool de sempre da cultura pop!

Aqui no Leituras de BD vou apresentar seis naves, as outras seis estão no site d'O Santuário!

O texto apresentado pertence ao muito Venerável Victor. Escolham e votem no Santuário. O link para essa votação está no final do post!
:)

A imagem de topo é do Silver Dolphin, a nave de Axle Munshine da série O Vagabundo dos Limbos, de longe a minha preferida, mas que não está na lista...

AS DOZE NAVES ESPACIAIS MAIS LEGAIS DA CULTURA POP

Se você está esperando uma lista convencional de naves espaciais bonitinhas e de design fashion que agradariam a maioria dos fans boy, você veio ao lugar errado.

Não me levem a mal, eu amo naves espaciais cheias de estilo, na verdade, quem não? Quando criança, por causa da série de tv Galáctica e do anime Pirata do Espaço, eu passava horas e horas fabricando minhas próprias versões, com caixas de fósforo, cartolina e isopor desses amados veículos.

Qual o nerd que nunca se imaginou dentro do cockpit de uma X-wing starfighter, uma Ave de Rapina dos Klingons ou uma Attack Ball dos Sayajins, dando uma voltinha pelo céu, entre o intervalo de uma aula e outra só pra relaxar? Eu particularmente pegaria uma “Delta Pod” – a nave do filme Planeta do Macacos – para impressionar umas gatinhas.

Mas esse artigo foi escrito para responder a uma necessidade muito mais nobre, não quero imaginar que o único talento de uma nave é o de ser “fixe”, pois já que elas em sua totalidade estão livres da barreira da nossa física atual, todas por natureza já são fantásticas.

Não senhor, essa lista se concentra em naves espaciais que podem beneficiar a humanidade em necessidades nunca antes sonhadas e que nos levarão a lugares no cosmo onde quem sabe, encontraremos alguma civilização que irá nos salvar de nós mesmos, ou nos destruir de vez! Então, trema de pavor ao ver no céu uma “Estrela da Morte” e prepare-se para a viajem.

Coração de Ouro (Heart of Gold)


Aqui está o problema: a vida humana é curta e o espaço sideral é realmente imenso. Para que consigamos explorar o cosmo de uma forma satisfatória e racional, nós precisamos viajar muito rápido, o que despende uma quantidade inviável de combustível e tempo.

E se não tivermos a tecnologia de dobra espacial que a Enterprise – mesmo nos modelos mais antigos já dispunha – teremos que imaginar um veículo capaz de produzir um infinito suprimento de energia para alcançar velocidades próximas a da luz (graças a nossa física atual sabemos que isso é impossível) ou então converter a massa de Júpiter em empuxo para adquirirmos velocidade suficiente. Esqueçamos tudo isso, o que nós realmente precisamos aqui é de um veículo cósmico com um fenomenal suprimento de energia.

A nave espacial Coração de Ouro responde a todas as suas preces, já que propõem como solução para esse dilema no livro “O mochileiro das galáxias”, do autor Douglas Adams, o que ele chama de: sistema de propulsão de possibilidades infinitas. O exato esquema de como essa tecnologia funciona é algo muito louco de explicar aqui, já que ele basicamente mistura física quântica com surrealismo.

De acordo com Adams, ela gera “o infinito campo de improbabilidades para que uma nave atravesse as distâncias que paralisariam a mente até a mais longínqua das estrelas”. Alguns do efeitos colaterais que essa tecnologia pode causar em um ser humano são: alucinações, mutações e (nas mulheres) dar a luz a enormes animais marinhos...

A Balsa (The Carrier)


Quem diria que uma das naves mais cobiçadas, poderosas e misteriosas do universo dos quadrinhos da série “The Authority”, ia fazer tanto sucesso tendo a aparência de um focinho de cachorro!

Esse veículo de proporções gigantescas passeia por entre a “Sangria”, que seria a grosso modo: o espaço existente entre as diversas dimensões que compõe o multiverso. Inicialmente ela era apenas um veículo para fazer comércio entre as realidades, criada por uma raça alienígena ancestral. Mas sua caixa preta foi apagada em algum momento, então isso não é certo.

Essa nave, que é energizada em seu núcleo por um “universo bebê”, foi abandonada junto à órbita da Terra e permaneceu em estado adormecido por diversas eras até ser descoberta.

Uma de suas mais notórias habilidades e a capacidade de abrir “portas” entre dois pontos em qualquer lugar do espaço, incluindo universos paralelos e qualquer lugar no passado e futuro, assim como a famosa nave do Doctor Who também pode fazer, você dirá

No entanto há coisas que só a Balsa faz por você, por mais que a TARDIS seja muito maior por dentro do que o é de fato por fora ela nunca poderia fazer coisas, como por exemplo:receber em suas dependências toda a população do planeta que fugia de um cataclismo eminente e os transportar em segurança para uma nova Terra paralela.

Jupiter 2


Uma obra de arte retrô da era atômica.

Se você viajará em missão exploratória para um planeta que orbita uma estrela de Alpha Centauro, levando consigo toda a sua família e precisa de conforto, segurança e do melhor da tecnologia de sua época, essa é a sua nave!

Lançada na série Perdidos no Espaço durante os anos sessenta, na ficção no que seria o futuro: 1997, a Jupiter 2 é a mais sofisticada peça de hardware já imaginado pelo homem. Nobre no conceito e brilhante na execução, esse veículo pode tornar possível a travessia humana para além de nosso sistema solar.

Essa nave tem dois andares. O deck superior é composto por sofisticados e autômatos equipamentos de direção, assim como câmaras de êxtase que permitem que a tripulação possa permanecer em animação suspensa, sem envelhecer um único dia, enquanto aguarda pelo fim de sua jornada de cinco anos e meio.

O deck inferior contém os incríveis motores atômicos que energizam a nave, assim como cozinha, banheiros, laboratório e alojamentos. O compartimento de contenção do robô (a maior estrela da série) se localiza no centro do veículo.

É impressionante como cada nave de nossa lista representa muito bem a mentalidade que nós tínhamos em relação às nossas capacidades científicas da época em que foram pensadas. Nesse ponto, é inegável que a Jupiter 2 é a mais racional de todas as grandes naves da ficção.

USS Enterprise


O primeiro porta aviões americano totalmente movido por energia nuclear no mundo, foi batizado com o mesmo nome.

Essa é provavelmente uma das naves mais lindas, elegantes e amadas de toda a ficção científica . Talvez por isso seja vítima de constantes destruições nas telas do cinema, possivelmente para alimentar o fetiche sádico de inúmeros fãs e alguns produtores.

É importante lembrar que nunca houve apenas um modelo de Enterprise, mas vários, alguns com pequenos e inovadores detalhes que os distinguem e outros mais ousados que mexem aqui e ali em sua icônica estrutura, sem nunca se descuidarem da preocupação de a toná-las reconhecível aos fãs.

Toda a vez que vejo a imagem da Enterprise a palavra que me vem a mente é: esperança.

Ela é a mais famosa de todas as naves dessa lista e sem dúvida nenhuma é a que foi construída para realizar a tarefa mais nobre entre todas as suas irmãs, buscar novos mundos, novas culturas e acima de tudo para audaciosamente ir onde nenhum homem jamais esteve.

Millenium Falcon


Esse é um caso de amor. Se você é um nerd solteiro, que deseja impressionar as gatinhas ou simplesmente vencer com facilidade um “racha” com os colegas da sua rua, esse é o seu veículo!

Sim, ela se parece com um hamburger com um ovo cozido ao seu lado. Mas se você a enxergar com toda a paixão que ela merece e que todos os seus donos já tiveram por ela, a Millenium será a mais linda nave do universo.

Essa maravilha da mecânica é totalmente armada de cima a baixo, além de ser comprovadamente o veículo mais rápido da República Galáctica, na série Star Wars.

Na verdade ela é tão rápida que pode ir de um ponto ao outro de um sistema planetário muito antes de você terminar de falar a palavra: “persec”.

E não se engane com seu tamanho, a Millenium Falcon é muito mais forte e resistente do que você pode imaginar. Um máquina do tamanho certo para os amantes da aventura.

Battlestar Galactica


Agora vamos falar de design, conforto e poder de fogo….
Praticamente uma Citroen do espaço, o equivalente também a um aeroporta aviões cósmico, a nave de batalha Galáctica é a jóia das doze colônias humanas que vivem no espaço há décadas em busca de um novo mundo para colonizarem.
Essa maravilha da engenharia humana é energizada por um exótico elemento chamado: tylium, que só é achado em certos planetas. Nas temporadas mais recentes de sua série, foi criado um novo modelo de nave chamada: Pegasus, muito maior e mais avançada tecnologicamente, mas de forma alguma tão icônica como a velha Galáctica.
De todas as naves escolhidas para essa listagem, após a SDF-1 Macross, a Galáctica é sem dúvida a mais impressionante por seu poder de fogo e resistência, afinal foi construída para não só conduzir nossa espécie de volta a seu mundo natal após milhares de anos no espaço, mas também para enfrentar qualquer ameaça hostil à nossa sobrevivência.
A nave Galáctica vive em um contínuo estado de crise, em que os Cylons – seus adversários alienígenas - podem aparecer a qualquer momento, e em que bombas terroristas, assassinatos, rebeliões, acidentes, e pragas são parte da sua infortuita rotina.
Não é fácil ser a Galáctica e ela supera tudo isso com muita classe.

No site Santuário você verá as naves: MOYA, the Leviathan – SDF-1 Macross – TARDIS – Spindrift – The City – Cruzador Espacial Yamato.

Podem ver as outras naves e votar clicando aqui na imagem em baixo, no banner do site O Santuário!



Boas leituras

quarta-feira, 19 de junho de 2013

Murena Vol.9: Espinhos



Novo ciclo na série, mas retorna o sexo e a violência em grande escala.
Delaby e Dufaux trazem mais uma vez uma excelente mescla de História e ficção. Irrepreensíveis!


O único senão, e em Portugal não temos reparado muito nisto, é que esta dupla demora muito tempo a fazer um livro. Não temos reparado nisto porque estávamos bastante atrasados na série, em relação ao original, e a ASA manteve uma bela cadência de publicação até a este volume 9… a partir daqui vamos ter de esperar que Dufaux e Delaby mostrem o seu volume 10, o que pode demorar 3 anos…

Infelizmente o colorista já não é Jérémy Petiqueux, mas sim Sebastien Gérard. Não é que este colorista não tenha feito um excelente trabalho (porque fez), mas eu amei o trabalho de Petiqueux no volume anterior… Mas repito, Gérard faz um trabalho excelente! São apenas gostos pessoais!

Dufaux continua a brincar com a História. As suas personagens ficcionais são muito boas e moldam-se muitas vezes aos acontecimentos Históricos de modo a que a verdade que conhecemos não seja muito adulterada, em contrapartida, as suas personagens históricas muitas vezes são envolvidas em pormenores ficcionais deliciosos…

Delaby… o que é que se pode dizer…?
Que eu neste momento o considero um dos melhores desenhadores do planeta a fazer Banda Desenhada?
Que eu o acho fenomenal?
Bom… não vale a pena dizer mais nada, certo?
:D

Este início de ciclo promete. Tigelino está mais activo que nunca e procura o melhor suspeito possível para o incêndio de Roma. Claro… toda a gente sabe que foram os Cristãos as vítimas!
Assim Tigelino conseguiu encher os bolsos de Denários, Nero livrou-se de uma crise política e Popeia ficou com os seus protegidos Judeus mais ou menos safos da perseguição…
Infelizmente dois dos personagens que eu mais gostava na série acabaram por morrer neste livro. Bah…

E sim… o primeiro Papa da História Cristã tem um grande papel neste livro (no anterior já tinha), e sim… temos as crucificações de que todos os compêndios escolares falam, MAS… a pesquisa para um livro destes foi MUITO bem-feita. Foi a primeira vez que eu “vi” uma crucificação exactamente como os romanos faziam. A cruz de Tao. Nada daquilo que estão habituados a ver nos filmes de Hollywood, ou graficamente em 99% dos manuais escolares e outros livros de BD. Historicamente perfeito. Aliás… esta dupla de autores não caiu naquela “esparrela” cristã de que Pedro tinha sido crucificado de cabeça para baixo! Perfeito!

Agora vem a parte negativa…

Murena tenta com a ajuda de Cláudia esquecer o passado, libertar-se do ódio… e com Cláudia tem algumas cenas escaldantes. MAS…
A Dargaud CENSUROU uma cena de sexo a três, a célebre “ménage à trois”, que vem logo a seguir à página que apresento em segundo lugar. Inacreditável! Numa série que já teve incesto, sexo desbragado, violência sem limites… censurarem uma cena de sexo??


Bien…
O que vale é que o livro é mesmo a meu gosto.


Podem ver as outras entradas desta série no Leituras de BD nos seguintes links:
Murena
Murena: Vol.3 - A Melhor das Mães 
Murena: Vol.4 - Os que Vão morrer...
Murena Vol.5: A Deusa Negra
Murena Vol.6 e Vol.7 - O Sangue das Feras / Vida dos Fogos 
Murena Vol.8: A Vingança das Cinzas

Boas leituras


Hardcover
Criado por: Jean Dufaux e Philippe Delaby
Editado em Julho de 2013 pela ASA
Nota: 10 em 10

Ilustração: Superman´s Death


Como estamos a celebrar o 75º aniversário do Homem de Aço, nada como mostrar algumas imagens da sua épica morte às mãos do Doomsday!

Os desenhadores de serviço nesta série de três partes foram:
Jon Bogdanove, Tom Grummett, Jackson Guice, Dan Jurgens, Dennis Janke, Denis Rodier, Walt Simonson, Curt Swan e M. D. Bright

Muita gente a fazer rabiscos nesta série que eu nunca percebi para que é que serviu, excepto para alavancar vendas...

De qualquer modo foi épica e meteu muitos heróis da DC Comics a serem espancados pelo Doomsday. Teve de ser o Superman a acabar com o feioso, mas "falecendo" no processo também, deixando uma chorosa Lois Lane.

Os três arcos desta história foram:
  1. "The Death of Superman" de Outubro/1992 a Novembro/1992
  2. "Funeral for a Friend" de Janeiro a Junho/1993
  3. "Reign of the Supermen!" de Junho a Outubro/1993

Fiquem com algumas imagens do primeiro arco: The Death of Superman!


















































(E ficamos a saber que o Superman tem pelos no peito... lol)

Boas leituras

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