quinta-feira, 12 de março de 2020

Lançamento A Seita: O Homem que Matou Lucky Luke




Esta recente editora de BD portuguesa que já conta com alguns livros no seu catálogo, como Dylan Dog - Trevas Profundas, A Assembleia das Mulheres, Andrómeda ou Dampyr - O Suicídio de Aleister Crowley, lançando-se agora na BD Franco-Belga com este Lucky Luke.

Sou sincero, não conhecia o trabalho deste autor francês, Mathieu Bonhomme, que faz esta premiada homenagem a este herói por ocasião dos seus 70 anos.
Parabéns à A Seita da BD por esta edição com duas capas, sendo que uma é exclusiva da FNAC (no final do post).

Fiquem com a nota de imprensa da editora:

O HOMEM QUE MATOU LUCKY LUKE
Arte e argumento de MATTHIEU BONHOMME

DESTRUÍ A LENDA! MATEI LUCKY LUKE!

Ao chegar a Frog Town numa noite de tempestade, Lucky Luke, além de ter de enfrentar o bando dos irmãos Bones, não imaginava que estava prestes a encontrar o homem que o iria matar.


Mathieu Bonhomme criou esta maravilhosa homenagem ao cowboy de Morris por ocasião do 70º aniversário da personagem, num álbum vencedor do prémio do público em Angoulême, reinventando o célebre cowboy solitário numa magnífica história que, entre outras revelações, explica o motivo por que Lucky Luke deixou de fumar!


A estreia d’A Seita na BD franco-belga, numa edição que conta com duas capas diferentes, uma delas exclusiva das lojas FNAC, e um extenso caderno de extras sobre o desenvolvimento do álbum.

Nascido em Paris, em 1973, Matthieu Bonhomme formou-se em Artes Aplicadas e iniciou-se na BD como assistente de Christian Rossi, o extraordinário desenhador que substituiu Jean Moebius Giraud como desenhador da série Jim Cutlass - o “outro” western a que o desenhador do Tenente Blueberry esteve ligado. Grande fã do western, Bonhomme confessa que “aprendi a desenhar com Lucky Luke, série que foi um dos pilares da minha formação como leitor,” e, logo no início da sua carreira, abordou o género. Mas a verdade é que os seus anteriores trabalhos em BD, desde L’Age de la Raison, até às séries Marquis d’Anaon, Le Voyage d’Esteban e Messire Guillaume, abordavam outras épocas e outros temas.




A ideia de escrever e desenhar uma aventura de Lucky Luke não veio só do aniversário da personagem, pois o autor é o primeiro a afirmar que “há mais de dez anos que pedia às edições Dupuis que me dessem uma oportunidade de o fazer. (...) não sabia que eles já estavam a reflectir na preparação dos 70 anos da personagem em 2016”. Respeitando o passado de Lucky Luke, aproveitou como ponto de partida da história, a única limitação que a editora lhe impôs: a de não poder mostrar o cowboy solitário com um cigarro na boca. Como o próprio referiu: “quis assim descobrir o que levou Lucky Luke a deixar de fumar”. Vencedor de vários prémios em Angoulême ao longo da sua carreira, Bonhomme regressou recentemente ao período do western com a sua série Charlotte Impératrice, sobre a princesa belga que se tornou Imperatriz do México em 1864.

Prémio Saint-Michel para Melhor Álbum, prémio Escolha dos Jovens e prémio do Público no Festival de BD de Angoulême.




72 páginas, formato 23 x 32 cm, cores, capa dura
ISBN 978-989-54574-6-5
ISBN 978-989-54574-7-2 (capa exclusiva FNAC)
PVP: 16,95€




Boas leituras



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quarta-feira, 11 de março de 2020

Moebius Ashcan Comics #5: Coffee Dreams



Moebius, ou Jean Giraud (como preferirem), tem raridades espalhadas de que apenas os verdadeiros fãs se apercebem onde foram ou são publicadas.
Estes Ashcan Comics são dedicados à publicação de algumas dessas raridades de Moebius, e este
número em particular a algumas ilustrações publicitárias.

Este Cofee Dreams teve direito a 100 exemplares e o seu valor em leilões ronda os 400€.

Em 1989 Moebius, aceitou uma encomenda de trabalho da Young & Rubicam, o cliente era o café Maxwell House.
Era um pedido para uma série de ilustrações publicitárias com o objectivo de serem publicadas em revistas francesas.

Moebius fez seis ilustrações, das quais quatro foram escolhidas para a campanha publicitária, e posterior publicações em diversos magazines. Têm uma personagem principal, Tatiana, que se mostra a beber o seu café sempre em pose bastante chique, por contraposição aos cenários de vida selvagem. Ou seja, "eu sou chique, mas o café leva-me à aventura" :D

Podemos apreciar todo o detalhe e composição que só um grande mestre consegue em todas estas ilustrações, Moebius nunca desilude!

As duas ilustrações finais são as que foram rejeitadas pela marca de café, e em legenda coloco a a respectiva frase publicitária traduzida :)



Tatiana tem uma merecida pausa de 5 minutos entre o cabeleireiro e o shopping

A pequena pausa foi um alívio para Tatiana, que estava farta de todo o blá-blá intelectual

Tatiana tinha um verdadeiro horror de ser perturbada durante a sua pausa

Tatiana insistiu em fazer uma pequena pausa entre duas lavagens de roupa







Boas leituras




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terça-feira, 10 de março de 2020

XVI Festival Internacional de BD de Beja: Apresentação



De 29 de maio a 14 de Junho vai decorrer o 16º  FIBDB (já lá vão tantos anos, parabéns Paulo), e como é já característica deste evento, no primeiro trimestre já se sabe com que artistas e exposições contamos, ou podemos, apreciar na cidade de Beja.

Mais uma vez os parabéns ao Paulo Monteiro, e à sua incansável equipa, que coloca de pé um festival com nomes como Prado, Achdè ou Pellejero na sua lista de convidados.

Já agora, e como sempre aconteceu, o cartaz do Festival é da autoria de Susa Monteiro :)

Fiquem com a informação da Bedeteca de Beja:


XVI FESTIVAL INTERNACIONAL DE BANDA DESENHADA DE BEJA
De 29 de Maio a 14 de Junho



AS EXPOSIÇÕES







ACHDÉ – França



















ANDREW SMITH – Inglaterra


















BARTOLOMÉ SEGUÍ – Espanha

















DITIRAMBOS (Exposição coletiva) – Portugal
Com Diogo Carvalho, Francisco Ferreira, Nuno Filipe Cancelinha, Raquel Costa, Ricardo Baptista e Sofia Neto.

















FERNANDO LLOR E PABLO CABALLO – Espanha


















JAYME CORTEZ – Brasil/Portugal




















JOÃO E RICARDO TÉRCIO – Portugal





















JORGE MAGALHÃES – Portugal



















LELE VIANELLO – Itália



















LUÍS LOURO – Portugal




















MARTÍN LÓPEZ LAM – Peru














MIGUELANXO PRADO – Espanha


















NUNO PLATI – Portugal





















PATRÍCIA GUIMARÃES – Portugal





















R. M. GUÉRA – Sérvia/Espanha





















RUBÉN PELLEJERO – Espanha





















SHENNAWY, TOK TOK & COMPANHIA – Egito




















UMBRA (Exposição colectiva) – Brasil/Canadá/Portugal
Com Bárbara Lopes, Delfim Ruas, Filipe Abranches, Hugo Maciel, João Chambel, João Sequeira, Jorge Coelho, Pedro Moura, Sama, Sérgio Sequeira, Simon Roy e Vasco Ruivo.




















VINCENT VANOLI – França













OS AUTORES DAS EXPOSIÇÕES PRESENTES EM BEJA NOS DIAS 29, 30 E 31 DE MAIO



Miguelanxo Prado

ACHDÉ
ANDREW SMITH
BARTOLOMÉ SEGUÍ
Autores da coletiva DITIRAMBOS
FERNANDO LLOR e PABLO CABALLO
JOÃO TÉRCIO
LELE VIANELLO
LUÍS LOURO
MARTÍN LÓPEZ LAM
MIGUELANXO PRADO
NUNO PLATI
PATRÍCIA GUIMARÃES
R. M. GUÉRA
RUBÉN PELLEJERO
SHENNAWY
Autores da coletiva UMBRA
VINCENT VANOLI






OUTROS CONVIDADOS PRESENTES EM BEJA NOS DIAS 29, 30 E 31 DE MAIO


EXPOSIÇÃO DE JAYME CORTEZ

FABIO MORAES – Brasil
Especialista na obra de Jayme Cortez. Comissário da exposição.


Wakantanka  - Jorge Magalhães e Augusto Trigo
JAIME CORTEZ FILHO – Brasil
Filho de Jayme Cortez. Comissário da exposição.

SIMONE CORTEZ – Brasil
Neta de Jayme Cortez. Comissária da exposição.


EXPOSIÇÃO DE JORGE MAGALHÃES

AUGUSTO TRIGO – Portugal
Autor

CATHERINE LABEY – Portugal
Autora. Comissária da exposição.

MARIA JOSÉ MAGALHÃES PEREIRA – Portugal
Divulgadora de Banda Desenhada. Comissária da exposição.


EXPOSIÇÃO DE LELE VIANELLO

JEAN-MARC CHAUSSY – França
Éditions Mosquito. Comissário da exposição.


E TAMBÉM…

GIAMPIERO CASERTANO – Itália
Autor

JORGE ZENTNER – Argentina
Autor

JOSÉ RUY – Portugal
Autor

JUNILSON FARIA MERGULHÃO – Angola
Autor

LINDOMAR DE SOUSA – Angola
Autor

NICOLAS GRIVEL – França
Nicolas Grivel Agency. Revisão de portfólios.

OLIMPIO DE SOUSA – Angola
Autor




Ilustração "Addio" de Giampiero Casertano em Dylan Dog


O Leituras de BD apoia e recomenda o Festival Internacional de BD de Beja


Boas leituras
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domingo, 8 de março de 2020

Quimeras Fascinantes




É sempre bom descobrir mais um álbum de Milo Manara nos tempos que correm, com a sua idade a produção desceu naturalmente. Um retalho de historias curtas mostrando várias facetas do talento de um dos maiores desenhadores eróticos, com auge de produção nos anos 80 / 90.

Os contos são muito diferentes entre si, mas sempre com algo em comum, o excelente desenho de Manara.
Desde uma magnífica "catadupa" de imagens de homens e mulheres com início na pré-história até o ano de 2000, gravuras, um diário intimo transportado para BD, curtas mudas por vezes mostrando o seu típico humor negro e sardónico, esta colectânea que a Arte de Autor publica é um retrato interessante de partes da obra de Manara que ficaram "perdidas" em revistas e magazines ao longo do tempo.

O traço inconfundível de Manara espalha-se por 14 histórias entre "loucuras" e homenagens a outros artistas ou personagens, e podemos descobrir a evolução do seu desenho e da montagem das suas páginas ao longo tempo, visto que esta colagem abrange um largo período da sua carreira.


A parte gráfica é irrepreensível, por vezes brilhante, carregando sempre de erotismo a figura Humana sobretudo as mulheres, que são a alma dos trabalhos deste italiano.


As histórias, umas melhores que outras, mas quero referir as homenagens. Amei a homenagem a Pratt, simples e não tão óbvia porque a figura de Corto Maltese não aparece fisicamente. E o que dizer da arte consagrada ao mundo Astérix, com a vingança das romanas? Forest e a sua Barbarella fazem parte dos eleitos também, sendo que esta personagem é um ícone dentro da BD erótica e muito apreciada por Manara.


Para quem gosta de desenho, para quem gosta de Manara, para quem gosta do género, este é um livro que claramente eu recomendo.








A ilustração mostrada acima refere-se ao universo da história "A Vingança", mas não faz parte deste livro.


Boas leituras


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sexta-feira, 6 de março de 2020

Comanche: Integral Vol.3



E o ano começa com o término de uma série de culto produzida na Europa: Comanche.
A editora Ala dos Livros iniciou há quase 1 ano a publicação desta série em formato "Integral" a preto e branco, com livros de uma excelente apresentação.

Embora eu saiba que esta publicação segue a linha da mesma publicação belga/francesa, e embora eu goste bastante de livros a preto e branco, penso que a cor neste caso dá valor acrescentado a estas aventuras no far west norte-americano. Sempre gostei muito da cor nos livros do Hermann!

Os seus autores são mais do que conhecidos, são lendas da Banda Desenhada Franco-Belga: Greg (textos) e Hermann (desenho).

O primeiro deve ter sido o mais prolífico autor de histórias e personagens da BD europeia (Comanche, Spirou e Fantásio, Modeste e Pompon, Bernard Prince, Luc Orient, Olivier Rameau, Clifton, Corentin, Os Náufragos de Arroyoka, Clorofila, Bruno Brazil, etc) e isto para além de ser o desenhador de Achille Talon. Faleceu em 1999...

O segundo continua a ser editado em português e é autor de séries como Bernard Prince, Comanche, Jugurtha, As Torres de Bois-Maury, Jérémiah, Caatinga, Mataram Wild Bill, etc...
Esta dupla funcionou até ao 10º volume desta série de 15 livros, Hermann abandonou a série no 10º volume por achar que as histórias de Greg se estavam a tornar "muito comerciais".

Na minha opinião a série Comanche ombreia sem problemas com Blueberry, apesar de diferente, e há quem diga as que melhores histórias do Oeste americano (westerns) são Blueberry, Comanche e Tex (de notar que todas são de autores europeus...).

A série em Portugal não foi bem publicada, foi antes "espalhada" por alguns álbuns e muitas revistas. Vou colocar aqui por ordem o que foi publicado em Portugal (quando, por quem e como). Existem várias "curtas" nunca editadas em português incluídas neste último volume - O Prisioneiro, Lembra-te Kentucky, Palomino (editado em Portugal no passado não sei onde...), Falta de Respeito e Casamento Cor de Rosa. Assim temos:

1 - Red Dust (Bertrand)
2 - Os Guerreiros do Desespero (Bertrand)
3 - Os Lobos de Wyoming (Bertrand)
4 - O Céu Está Vermelho Sobre Laramie (Bertrand) (Distri)
5 - O Deserto sem Luz (Revista Tintim nº20 ao nº31 do 9º ano)
6 - Fúria Rebelde (Bertrand)
7 - O Dedo do Diabo (Distri)
8 - Os Xerifes (Revista Tintim nº24 ao nº43 do 12º ano)
9 - E o Diabo Gritou de Alegria... (Distri)
10 - O Corpo de Algernon Brown (Distri)

Comanche Integral Vol.1 (Ala dos Livros)
Comanche Integral Vol.2 (Ala dos Livros)
Comanche Integral Vol.3 (Ala dos Livros)

Quanto à história, esta roda à volta do rancho 666 e dos seus ocupantes, principalmente Red Dust (capataz) e Comanche (proprietária). É claro que é um "Western", logo temos a construção da via férrea, Índios amigos, Índios não amigos, cidades típicas desta zona e época, bandidos do pior e grandes amizades/lealdades.
O Triple 6 é um rancho estrategicamente colocado entre Índios, o caminho de ferro e uma cidade tipicamente do Oeste, cheia de vícios, bêbados e pistoleiros, isto para além dos bandidos "manga de alpaca".

De notar que o livro possui uma mão cheia de personagens secundários bem detalhados e bem conseguidos tridimensionalmente por esta dupla de luxo da BD. Ten Gallons, Toby, Tenderfoot ou Raio de Luar são exemplos disso.
A estrutura narrativa de Greg é excelente e em conjunto com a arte de Hermann conseguiram fazer esta série que na minha opinião fica entre as melhores da BD mundial.

De notar que o primeiro contacto que tive com esta série foi 1970/71 na revista Tintim (tinha acabado de aprender a ler), e a força das imagens nessa altura impressionou-me muito, mais do que Blueberry! Até à altura o que eu conhecia de Cowboys era a sua pretensa parte cavalheiresca, o seu aspecto limpinho e sua educação para com os outros... vaqueiros sujos, ruas sujas, pessoas mais parecidas com animais do que os próprios animais... eu ainda não tinha tido contacto com essa falta de glamour nos Westerns!

Vou colocar as capas dos dois livros prévios, e se quiserem consultar os títulos que cada um contém, basta clicar na imagem para aumentar, estão lá descritos.


Este 3º volume já está disponível no Coimbra BD que está decorrer até dia 8 de Março, e claro, os outras dois volumes também estarão disponíveis por lá :)
A ilustração em baixo não faz parte do livro, mas eu gosto! :D




Boas leituras




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quinta-feira, 5 de março de 2020

Lançamento Arte de Autor: Druuna Vol.4 - O Planeta Esquecido | Clone



A editora Arte de Autor volta com mais um álbum duplo da série Druuna terminando assim a série original, o que é de louvar muito. Como sempre estes livros têm uma qualidade e um acabamento excelentes que fazem sobressair a incrível arte de Serpieri.
Atenção, isto é Banda Desenhada para adultos, muitas páginas são sexualmente explicitas.

Conforme já foi noticiado Serpieri voltou a trabalhar nesta personagem, anunciando a Arte de Autor a publicação em português deste inédito para a altura do Amadora BD. Pelo menos por mim será aguardado com a ansiedade normal de alguém que adora os desenhos de Serpieri :)

Reparei que aqui no blogue falta-me a crítica a estas duas histórias, e assim que possuir este livro farei a respectiva crítica para tudo ficar completo relativa a esta personagem.

Podem ver tudo o que existe neste blogue relativo a Druuna clicando no link abaixo:
Druuna

Fiquem com a nota de imprensa da editora:



DRUUNA – TOMO 4
PLANETA ESQUECIDO| CLONE

Uma obra de referência para redescobrir.

ÁLBUM DUPLO que contem as histórias Planeta Esquecido e Clone, e dois dossiers com ilustrações inéditas.

... Depois de uma jornada interminável, Druuna acorda dentro da sua nave espacial. Esmagada num mundo desconhecido, ela vagueia por uma cidade em ruínas e conhece os primeiros habitantes: seres estranhos, assustadores e ambíguos que a arrastam para as profundezas da terra ... Eles precisam dela para sobreviver!

Este álbum reúne os episódios 7 e 8 da saga, os últimos da série original (8 volumes) publicada em 1980. À semelhança dos álbuns anteriores inclui um caderno gráfico – Os Arquivos e ainda Clone – a sequência alternativa, uma versão mais longa e muito mais explicita do sonho erótico de Druuna..

Próximo e último álbum a ser publicado em Outubro 2020.


Argumento e Desenho: Paolo E. Serpieri
Edição: Cartonada
Número de páginas: 168
Impressão: cores
Formato: 21 x 28,5 cm
Editor: Arte de Autor
ISBN: 978-989-54514-4-9
PVP: 23,00€


Paolo Eleuteri Serpieri
Paolo Eleuteri Serpieri, nasceu em Veneza, em 1944.
Começa a sua carreira profissional como pintor em 1966, antes de se virar para a banda desenhada, o que acontece em 1975. Grande apaixonado por Westerns, co-escreve L'Histoire du Far-West, série sobre o oeste americano com argumento de Raffaele Ambrosio, a qual é publicada em França pelas edições Larousse.
A partir de 1980 trabalha para diferentes projectos, tais como Découvrir la Bible (também para a Larousse), e numa série de histórias curtas para diferentes revistas.
Em 1985 cria a série “Druuna”, a qual foi originalmente publicada entre 1985 e 2003 -Morbus Gravis (1985), Morbus Gravis 2: Druuna (1987), Creatura (1990), Carnivora (1992), Mandragora (1995), Aphrodisia (1997), O Planeta Esquecido (2000) e Clone (2003).

Regressa ao universo de Druuna com a publicação de Druuna, As Origens: Anima, lançada na França em 2016, através de uma parceria entre as editoras Glénat e Lo Scarabeo , e em 2019 publica a continuação da série com Druuna 5 – A que vem do vento .









Chamo a atenção novamente que a série é para adultos.

Têm aqui os links para as outras edições da Arte de Autor para a série Druuna:



Boas leituras


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