quinta-feira, 18 de Setembro de 2014

Mapa das naves espaciais mais emblemáticas da Cultura Pop


Este é o mapa supremo, e à escala, das principais naves espaciais da "cultura pop"!
São 529 naves que vão desde os gigantescos "discos voadores" do filme "O Dia da Independência" até um pequeno Mandalorean Crusade do filme "A Guerra das Estrelas".
E passando por Star Trek, Halo, Transformers, Futurama, Wall-E, Thundeercats, Lexx, Aliens,  Mass Efect, Babylon 5, .... enfim... TODOS!

Desafio os leitores deste blogue a referir naves importantes do cinema, animação ou comic books que não estejam aí referidas...

Este mapa foi criado pelo alemão Dirk Löchel, e garantidamente é o sonho de geeks e nerds!
Se clicarem na imagem ficarão com ela em tamanho gigante de alta resolução, ou então podem ir ao deviantART de Dirk Löchel no link em baixo:

http://dirkloechel.deviantart.com/art/Size-Comparison-Science-Fiction-Spaceships-398790051

Boas leituras

quarta-feira, 17 de Setembro de 2014

Lançamento Rudolfo: Molly #1


O LBD já tinha dado a notícia do lançamento deste fanzine de Rudolfo em Maio, mas devido às vicissitudes da vida foi adiado por quatro meses. Assim, o LBD anuncia novamente a saída de Molly!

Fiquem com a nota de imprensa de Rudolfo e algumas páginas:


Molly #1

Após um ano de produção mais calma onde só viu o nascer de NEGATIVE DAD (escrito por Nathan Williams e Matt Barrajas), Rudolfo está de volta com a sua produção hiperactiva! Desta vez com MOLLY, uma revista/zine/comic-book/o-que-raio-querem-chamar com muita Banda-Desenhada de uma ponta à outra. Bimestral!!! Com histórias que vão desde a autobiografia ao absurdo. Talvez tudo isto no fundo seja uma homenagem a antologias de autor que existiam a pontapé nos anos 90... Só que em português. E claro, com o selo de qualidade Rudolfo!


























"Molly é um catálogo de potencial em que mostra Rudolfo cada vez mais lambido (salvo seja). Os grafismos empregues transpiram virtuosismo, técnica e experimentação, chupando a estética da BD popular que se funde com ilustração e design. (...) A acompanhar mesmo mesmo!!!" - Marcos Farrajota / blogzine da chili com carne

Ah, como é bimestral, dá para fazer subscrição e receber todos os números no conforto do lar. Com uns extras e tudo! Mais info aqui.

MOLLY #1
28pgs, 1cor, 16x23cm
300 exemplares





















































Rudolfo também nos presenteou com uma foto sua tipo sexy pin-up, a apresentar o seu fanzine!
:D

Se clicarem no link que está logo no início do post podem ver outras páginas no 1º post de lançamento.

Boas leituras

terça-feira, 16 de Setembro de 2014

... do Hagar o Terrível


Hagar o Terrível, ou Hagar o Horrível para os nossos amigos do Brasil, faz parte do panteão das personagens de tiras de jornais. Um clássico intemporal que nos acompanha desde 1973 e nos diverte com a sua forma de estar, um Viking bruto mas de coração mole e que por vezes nos faz pensar com algumas das suas tiradas.

Dik Browne criou a personagem Hägar the Horrible em 1973, baseando o nome numa alcunha que os seus filhos haviam lhe colocado, Hägar the Terrible. Curiosamente quem vive em Portugal conheceu as personagens pelos dois nomes, ficou Hagar o Terrível nas tiras de jornais Portugueses e nos livros que saíram por cá, enquanto que as importações Brasileiras que tínhamos acesso nos apresentavam o herói como Hagar, o Horrível. Mais recentemente uma alma brilhante lembrou-se de criar o nome Hagar, o Horrendo e foi assim que uma nova geração conheceu as aventuras deste simpático Viking e de todo o seu elenco de apoio.

Hägar the Horrible é publicado em mais de 1.900 jornais um pouco por todo o mundo, sendo editado em mais de 58 países e 13 idiomas diferentes sendo sem sombra de dúvidas um dos maiores sucessos da King Features Syndicate. Barrigudo e com uma farta barba ruiva, Hagar não passa despercebido a ninguém, sempre vestido com uma túnica e o seu típico capacete Viking, vai vivendo suas aventuras tentando sempre se afastar da sua casa e da sua mulher e tentando pilhar os países que invade (por norma Inglaterra e França).


Maior parte do contacto que tive com esta personagem foi com livros que reproduziam as tiras de jornais, ou nas tiras de jornal que saíram no Correio da Manhã se não me engano, Sempre a preto e branco mas nada que atrapalhasse a leitura, ou estragasse a diversão, curiosamente foram pelas edições provenientes do Brasil que conheci toda as personagens que povoam este universo "medieval". Existem alguns anacronismos na série, mas não é algo comum e por norma segue bem aquela linha de retratar algo da Idade Média, numa vila costeira da Noruega. As tiras seguem o ritmo próprio normal deste formato, com piadas diárias e uma sequência colorida com maior destaque ao Domingo. Como outras tiras de jornal, por vezes existe uma "História" nas piadas diárias que se pode desenrolar por vários dias até a sua conclusão.

Quando está por casa, maior parte das tiras mostram a sua relação com a sua esposa Helga ou o seu filho Hamlet, sendo que a filha Honi aparece em menor destaque. O seu parceiro de aventuras é por norma o Eddie Sortudo (Lucky Eddie), uma espécie de braço direito quando parte em pilhagens no seu navio e que o acompanha também nas visitas à taverna local, onde Hagar gosta de passar muito tempo a beber sem parar.

Aliás é impossível não gostar da personagem por esses traços tão "humanos", ele bebe bastante, não gosta da sua sogra, discute frequentemente com a mulher, tem problemas no trabalho e acontecem-lhe daqueles azares que só nos apoquentam as ideias. Sempre gostei das visitas dele ao Dr. Zook, um druida charlatão que tem sempre as piores notícias para Hagar.


Há piadas que funcionam por atravessar os Séculos, o não querer a visita da sogra, o não querer ir ao dentista, colocar o lixo na rua, etc. Coisas que conhecemos de diversas sitcoms ou tiras cómicas ao longo de várias décadas. A dada altura Hagar teve inclusive um especial para a TV, com os estúdios Hanna Barbera a produzirem o filme que foi transmitido pela CBS. Não teve uma grande aceitação e por isso não seguiu o caminho de outras propriedades da King Features Syndicate e não foram produzidos episódios animados baseados nas tiras de sucesso.

Dik Browne teve desde muito cedo a ajuda dos seus filhos na produção de material, e em 1988 decidiu se aposentar entregando ao seu filho Chris Browne a responsabilidade de seguir em frente com o legado. Algo que ele fez (e com alguma qualidade) até 1995, altura em que decide dedicar-se apenas aos desenhos e deixando o roteiro por conta de outros. Foi publicado por várias editoras no Brasil, que colocaram nas bancas vários "O melhor de.." que puderam ser apreciados por várias gerações de Portugueses e Brasileiros.

Vamos conhecer um pouco melhor o elenco principal destas aventuras

Hagar, o Terrível/Horrível - Apesar de ser considerado um dos Vikings mais perigosos da Escandinávia, na sua vida pessoal não tem o mesmo respeito, o que o leva a estar muitas vezes frustrado e sem muita vontade de ir para casa. É conhecido por gostar de comer muito, beber bem e não ser muito dado à higiene,

Helga - A sua esposa, que discute constantemente com ele para que seja mais asseado e principalmente que ajude com as coisas lá em casa. Tem conversas frequentes com a sua filha Honi para que esta siga os ensinamentos de outros tempos, mas nem sempre isso resulta e ela acaba por desistir.

Hamlet - O filho de Hagar é o seu oposto, calmo, inteligente e bem educado, Hamlet não quer seguir a carreira do pai e quer ser antes um médico ou algo do género.

Honi - A filha mais velha e uma Valquíria linda e moderna, apenas vai namoricando e continua sem marido aos 16 anos, o que para a época é algo inusitado.

Snert e Kvack - Os animais da família, Snert é o cão preguiçoso de Hagar, que percebe sempre o que o seu dono lhe pede mas opta sempre por não fazer isso. Já Kvack é uma pata alemã que funciona como uma espia para Helga, sempre que Hagar se demora mais na taverna e afins, ela corre a "avisar" a sua dona.

Eddie Sortudo - Tem uma espécie de funil na cabeça, ou um coador, e é como se fosse o braço direito de Hagar no Drakkar Viking, isto apesar de Eddie não dever muito à inteligência e ser inclusive um pouco desastrado. É um guerreiro fraco e baixo, o contrário de um viking o que não ajuda muito à coisa.

Acho que todos devem ler os livros de Hagar, existem piadas muito interessantes ao longo de toda a história da personagem e é mesmo um marco nas tiras cómicas de jornais.





Espero que tenham gostado, e já sabem se quiserem mais nostalgia é só dar um salto ao http://aindasoudotempo.blogspot.com/ e ver o que escrevo por lá.


segunda-feira, 15 de Setembro de 2014

Lançamento Kingpin: Eu Mato Gigantes (com mini-entrevista)


A Kingpin vai lançar neste Anifest (dias 20 e 21 deste mês - Setembro) o livro de Joe Kelly e Ken Niimura.
I Kill Giants foi publicado originalmente num formato de série limitada pela Image em 2008, sendo colectado num TPB (capa mole) em Maio de 2009 e posteriormente em Novembro num Hardcover (capa dura).

E foi com um misto de espanto e alegria que tive tempos atrás a notícia que a Kingpin iria editar este livro em português, e também que Ken Niimura iria estar presente no Amadora BD!

Fiquem com a nota de imprensa da Kingpin Books, e uma pequena entrevista ao editor Mário Freitas:

EU MATO GIGANTES
(I KILL GIANTS)

Barbara Thorson é a tua nova heroína. Uma aluna do 5º ano, esperta e de língua afiada, que não tem medo de nada. E porque haveria de ter? Afinal de contas, ela é a única miúda da escola que anda com um martelo de guerra ancestral nórdico na mala e que vive a vida a matar gigantes. Pelo menos, é isso que ela conta por aí...

Mas onde será que termina a fantasia e começa a realidade no coração desta menina perturbada? Mais importante ainda: e se ela estiver a dizer a verdade?

Escrito por Joe Kelly (Ben10, Deadpool) e ilustrado de forma mágica pelo hispano-nipónico JM Ken Niimura, EU MATO GIGANTES foi galardoado com múltiplos internacionais e aclamado pelo público e pela crítica, que se renderam a esta história bizarra e agridoce de uma jovem rapariga que se debate para derrotar monstros, quer reais quer imaginários, à medida que o mundo que construiu com tanto empenho começa a desmoronar-se aos pés de gigantes de uma dimensão que nenhuma criança conseguirá alguma vez enfrentar.

Uma edição KINGPIN BOOKS
ISBN: 978-989-8673-07-7
Brochado, 19x24,5cm.
192 páginas, preto e branco.
PVP: 15,99EUR.
Preço de lançamento: 14,99EUR.

Mini-Entrevista ao editor Mário Freitas

1- Mário, este ano durante o Festival Internacional de BD de Beja publicaste em português o excelente “As Serpentes de Água” de Tony Sandoval e, agora, “Eu Mato Gigantes” (I Kill Giants) de Joe Kelly e Ken Nimura vai sair no Amadora BD. Dois livros de autores estrangeiros num só ano (2014).
A que é que se deveu este súbito estender editorial para o estrangeiro? Isto apesar da Kingpin no passado já ter publicado dois livros também de autores estrangeiros (Off Road e TX Comics).

- Tudo passa pela expansão da própria linha editorial porque, como bem referiste, nunca deixei de, aqui e ali, fazer algumas edições de material estrangeiro, sempre que surgia uma boa oportunidade. Agora procuro mais activamente essas oportunidades, dentro da tal estratégia de expansão, porque em última instância o que eu gosto é de editar bons livros, independentemente da proveniência dos autores.

2- Como escolhes os livros de autores estrangeiros para edição da Kingpin Books?

- Tudo começa pelas minhas preferências pessoais, porque se eu não acreditar naquilo que edito, dificilmente os outros irão acreditar e comprar os livros. Depois, depende das boas oportunidades pontuais que surjam, como sucedeu com a co-impressão, entre 4 paises, do “Serpentes de Água”, e das negociações com autores e editores serem vantajosas para todas as partes e chegarem a bom porto. Há, para já, outro factor a ter em conta, ainda: prefiro nesta fase apostar em álbuns completos, por oposições a séries, a não ser que sejam curtas e estejam já completas.

3- Podias dar-nos a tua opinião sobre este “Eu Mato Gigantes”?


- Vou plagiar-me a mim próprio e transcrever parte do que escrevi no posfácio do livro. Já lá vão quase 5 anos desde que li a versão original pela 1ª vez. Foi o meu primeiro contacto com a arte falsamente simples e rascunhada do Ken Niimura, que se tornou de imediato num dos meus artistas de eleição. Cada linha torta, cada pincelada desalinhada e cada face caricaturada encerram mais engenho e emoção do que múltiplas figuras supostamente perfeitas ou linhas traçadas a régua e esquadro que ainda hoje povoam muita da BD feita nos E.U.A. e na Europa. Não terá sido por acaso que o estilo ímpar do Niimura tenha inspirado o Kelly a escrever, provavelmente, a obra-prima da sua vasta carreira de argumentista. Nem terá sido por acaso que, ao terminar a leitura desta obra ímpar, terei dito para mim mesmo - então ainda um editor incipiente - “Um dia vou editar isto em Português.”. Quase 5 anos depois, isso aconteceu. Esta edição foi um labour of love, do formato ao design, com especial atenção à tradução. A adaptação da linguagem foi extensa, com o máximo cuidado de a adequar à nossa realidade e discurso corrente, sem esquecer a origem e cenário da narrativa. Em suma, é um livro belíssimo e que me marcou para sempre, até porque sei o que é ter de combater “gigantes” invencíveis desta natureza. É uma história poética, subtil, mas repleta de energia e que dificilmente deixará algum leitor indiferente; pelo menos os de bom gosto.


4- Podemos esperar da Kingpin Books mais edições de autores estrangeiros no futuro?

- Certamente. Para o ano, conto com mais um livro, pelo menos, do Tony Sandoval (“Os Ecos Invisíveis”, ilustrado pela italiana Grazia LaPadula). Estou também em negociações para edição de dois livros de autores brasileiros, e já estou de olho noutra edição muito recente de um popular autor canadiano que muito prazer me daria editar.

5- É sabido que a Kingpin Books aposta muito do seu esforço na publicação de bons artistas e autores nacionais, e também se sabe que tu estás sempre em cima dos livros que publicas como editor, isto para além da tua actividade de livreiro com a loja Kingpin. Agora tens mais esta vertente. Como consegues conciliar tudo isto e ainda organizares o Anicomics, e alguns pequenos eventos na loja?

- Porque não sou humano. Desci à terra acidentalmente, proveniente do planeta Namec, e o meu prato favorito são gatos. Tudo isto ajuda a que trabalhe bem e depressa e lide muito bem com deadlines (tendo até a ser preguiçoso, se não as tiver). Mas nem tudo é perfeito como eu gostaria e há sempre algo que nunca é devidamente actualizado e acompanhado como deveria, neste caso a malfadada loja online, o que é um paradoxo para quem começou exclusivamente desse modo, no penúltimo ano do século passado. Até assusta pensar nisso nestes moldes.

Obrigado pelas respostas Mário!

E agora mais oito páginas de Eu Mato Gigantes:














































































Só uma nota, a primeira imagem desta série de seis ficaria antes da página dupla, mas por uma questão de "arrumação" teve de ficar depois da referida página dupla. Sorry!

Boas leituras

domingo, 14 de Setembro de 2014

Animação: Phineas and Ferb - Star Wars



Já está em exibição desde Sábado no canal Disney esta nova aventura de Phineas & Ferb!
Enquanto uns foram para a fila dos bilhetes para a Violetta, eu e a minha filhota estivemos a ver esta nova aventura de Phineas & Ferb no universo Star Wars! Acho que ficamos a ganhar...
:D

É divertido como de costume, e um óptimo filme para verem com os vossos filhos. Fiquem com alguns trailers!







Boas leituras

sábado, 13 de Setembro de 2014

TOP 10 de vendas nos EUA em Agosto 2014


O maior distribuidor de comics, a Diamond, costuma divulgar mensalmente o TOP 100 dos mais vendidos (relativamente ao mercado Norte-Americano) e em Agosto o panorama era este:

TOP 10 COMIC BOOKS
Based on Total Unit Sales of Products Invoiced in August 2014

QTY
RANK
DOLLAR
RANK
INDEX ITEM CODE DESCRIPTION PRICE VENDOR
1 2 100.00 JUN140215-M BATMAN #34 $3.99 DC
2 4 90.61 JUN140613-M AMAZING SPIDER-MAN #5 $3.99 MAR
3 5 81.37 JUN140605-M ORIGINAL SIN #7 $3.99 MAR
4 1 80.72 JUN140145-M MULTIVERSITY #1 $4.99 DC
5 3 78.09 JUN140643-M SUPERIOR SPIDER-MAN #32 $4.99 MAR
6 14 64.08 JUN140586 WALKING DEAD #130 (MR) $2.99 IMA
7 16 63.75 JUN140228-M HARLEY QUINN #9 $2.99 DC
8 7 59.22 JUN140645-M AMAZING SPIDER-MAN #1.4 $3.99 MAR
9 8 54.07 JUN140622-M GUARDIANS OF GALAXY #18 $3.99 MAR
10 28 52.59 JUN140207 BATMAN ETERNAL #18 $2.99 DC



TOP 10 GRAPHIC NOVELS
Based on Total Unit Sales of Products Invoiced in August 2014

QTY
RANK
DOLLAR
RANK
INDEX ITEM CODE DESCRIPTION PRICE VENDOR
1 1 8.64 APR140765 THANOS INFINITY REVELATION OGN HC $24.99 MAR
2 2 7.46 MAY140403 FABLES TP VOL 20 CAMELOT (MR) $19.99 DC
3 3 5.02 MAY140932 DEADPOOL VS CARNAGE TP $16.99 MAR
4 8 4.09 MAY140407 TRILLIUM TP (MR) $16.99 DC
5 11 4.07 MAY140376 BATMAN EARTH ONE TP $12.99 DC
6 7 3.60 JAN140800 GUARDIANS OF GALAXY TP VOL 01 COSMIC AVENGERS $19.99 MAR
7 15 3.47 JAN140556 SAGA TP VOL 03 (MR) $14.99 IMA
8 18 3.46 JUL080172 WATCHMEN HC $39.99 DC
9 50 3.04 AUG120491 SAGA TP VOL 01 (MR) $9.99 IMA
10 27 2.85 APR130443 SAGA TP VOL 02 (MR) $14.99 IMA




TOP 10 MANGA
Based on Total Unit Sales of Products Invoiced in August 2014
QTY
RANK
DOLLAR
RANK
INDEX ITEM CODE DESCRIPTION PRICE VENDOR
1 1 2.42 JUN141304 ATTACK ON TITAN GN VOL 13 $10.99 RAN
2 2 1.86 JUN141303 ATTACK ON TITAN BEFORE THE FALL GN VOL 02 $10.99 RAN
3 5 1.46 APR141459 BLEACH GN VOL 61 $9.99 VIZ
4 3 1.13 MAR140008 HATSUNE MIKU UNOFFICIAL HATSUNE MIX TP $19.99 DAR
5 7 1.00 APR140088 OH MY GODDESS RTL TP VOL 46 $12.99 DAR
6 14 0.86 JUN141546 ROSARIO VAMPIRE SEASON II GN VOL 13 $9.99 VIZ
7 4 0.81 APR140089 SAMURAI EXECUTIONER OMNIBUS TP VOL 02 (MR) $19.99 DAR
8 23 0.73 JUN141561 DEADMAN WONDERLAND GN VOL 04 $9.99 VIZ
9 26 0.71 JUN141530 FOOD WARS SHOKUGEKI NO SOMA GN VOL 01 (MR) $9.99 VIZ
10 6 0.67 JUN141547 SHONEN JUMP PACK 2014 #3 $19.99 VIZ

Começando pelo Manga, pode-se dizer que a Viz domina em quantidade de títulos no TOP, mas apenas consegue colocar um nos cinco primeiros. A Kodansha domina os dois primeiros lugares com a série hit do momento: Attack on Titan!

Nos Comics a Marvel possui metade dos lugares, mas o primeiro é da DC com o Batman #34. A Image só consegue colocar um título nos 10 primeiros: Walking Dead.

Nas compilações a Marvel consegue consegue o primeiro lugar, mas em número de títulos é ultrapassada pela DC, e a Image consegue tantos títulos quanto a própria Marvel!

Comentários?
(Como é lógico só coloquei os 10 primeiros de cada TOP 100...)
:)

Boas leituras

sexta-feira, 12 de Setembro de 2014

Piteco: As Sombras da Vida



Esta é uma das grandes histórias que eu li há muitos anos, saída da mente de Maurício de Sousa!
Saiu originalmente na revista Mônica #129 de Janeiro de 1981, pela editora Abril.

É uma história baseada na "Alegoria da Caverna" de Platão, e em que Maurício de Sousa faz uma adaptação cortante relativamente aos dias de hoje.

As páginas contêm humor inteligente, e a cadência entre elas é extraordinária. Contar este mito em cinco páginas não é para qualquer um.
E  aquela passagem temporal do Piteco pré-histórico para os dias de hoje mudando o estilo de roupa ao longo dos séculos é muito bem apanhada.
Adorei isto!

Obrigado ao Sidney Gusman pela autorização de publicação integral de "As Sombras da Vida" e pelas informações preciosas que deu relativamente à datação da história, e do título onde foi publicada originalmente.
:)

No final publicarei uma cópia de um texto que tem o resumo da "Alegoria da Caverna", que faz parte de um livro de Platão chamado "A República". O link ao texto indicará o local de onde foi retirado.























































O Mito da Caverna, também conhecido como “Alegoria da Caverna” é uma passagem do livro “A República” do filósofo grego Platão. É mais uma alegoria do que propriamente um mito. É considerada uma das mais importantes alegorias da história da Filosofia. Através desta metáfora é possível conhecer uma importante teoria platónica: como, através do conhecimento, é possível captar a existência do mundo sensível (conhecido através dos sentidos) e do mundo inteligível (conhecido somente através da razão).



O mito fala sobre prisioneiros (desde o nascimento) que vivem presos em correntes numa caverna e que passam todo tempo olhando para a parede do fundo que é iluminada pela luz gerada por uma fogueira. Nesta parede são projectadas sombras de estátuas representando pessoas, animais, plantas e objectos, mostrando cenas e situações do dia-a-dia. Os prisioneiros ficam dando nomes às imagens (sombras), analisando e julgando as situações.

Vamos imaginar que um dos prisioneiros fosse forçado a sair das correntes para poder explorar o interior da caverna e o mundo externo. Entraria em contacto com a realidade e perceberia que passou a vida toda analisando e julgando apenas imagens projectadas por estátuas. Ao sair da caverna e entrar em contacto com o mundo real ficaria encantado com os seres de verdade, com a natureza, com os animais e etc. Voltaria para a caverna para passar todo conhecimento adquirido fora da caverna para seus colegas ainda presos. Porém, seria ridicularizado ao contar tudo o que viu e sentiu, pois seus colegas só conseguem acreditar na realidade que enxergam na parede iluminada da caverna. Os prisioneiros vão o chamar de louco, ameaçando-o de morte caso não pare de falar daquelas ideias consideradas absurdas.



Os seres humanos tem uma visão distorcida da realidade. No mito, os prisioneiros somos nós que enxergamos e acreditamos apenas em imagens criadas pela cultura, conceitos e informações que recebemos durante a vida. A caverna simboliza o mundo, pois nos apresenta imagens que não representam a realidade. Só é possível conhecer a realidade, quando nos libertamos destas influências culturais e sociais, ou seja, quando saímos da caverna.

Boas leituras

quinta-feira, 11 de Setembro de 2014

Capitão América: Perdido na Dimensão Z Vol.1


Bom, como tinha dito uns posts atrás o LBD iria começar a fazer críticas negativas.
E nada como começar com um livro publicado há pouco tempo em português pela Panini: Capitão América – Perdido na Dimensão Z Vol.1

Este arco do Capitão começou a ser publicado em 2013 e os seus autores são Rick Remender no argumento e John Romita Jr nos desenhos. Eu não morro de amores pelo Romita Jr, enquanto que Remender já me tinha agradado por diversas vezes.

Ora neste livro está tudo ao contrário para o meu gosto… Para mim o Romita Jr é quem faz o melhor trabalho, enquanto que Remender é por e simplesmente abaixo de banal, pífio, enfim… bastante mau.

O que dizer de uma história que praticamente começa com um Caveira Verde (um caveira hippie? lol) que quer destruir a Terra (a sério?) com uma nhanha verde que iria provocar uma Gaia vibrante e renovada? O problema com o Caveira Verde lá é resolvido, e depois de umas páginas o Steve Rogers apanha o metropolitano e (WTF?) vai cair na Dimensão Z. Espantoso… como, porquê, qual o objectivo… perguntas perguntas…

Acorda num laboratório, onde preside o petulante Arnim Zola! (lol)
Zola (Z… percebem?) é um vilão de fazer inveja a qualquer um da Golden Age, estão a ver o vilão das Tartarugas Ninja, o chefe do Shredder? Penso que se chamava Krang e tinha uma televisão na barriga com o cérebro dele? Pois assim é este vilão… a cabeça dele está numa espécie de aquário na barriga!

Bom, o Cap. foge (claro) e adopta um rapazinho como filho. Os anos passam, o filho cresce, nada nos torna empáticos com a situação, andam sempre a fugir de criaturas, de homens do Zola, sem nexo, sem direcção, são todos feios (excepto a filha do Zola), monstros que atacam sem razão… porra. História = zero

Entretanto descobri que este arco na Dimensão X, uppsss…. Desculpem, Dimensão X era o Krang das TMNT… Dimensão Z (para Zola) vai dar origem a outro mais recente e que fez toda gente a vociferar! Eu não vou spoilar, por isso descubram vocês.
:D

Gostei bastante do trabalho do desenhador. O Romita Jr faz um desenho que já é muito mais do meu agrado e é garantidamente o melhor do livro!
(Isto embora continue por vezes a desenhar as personagens em posições aberrantemente escabrosas... lol)

E já agora faltou-me falar de mais uma cena louca desta Dimensão Z. O Steve Rogers quando entra no Metro está à civil, e vai parar à dita Dimensão. Como é que o raio do Capitão América aparece fardado naquele local?? Bolas…
:\

10 EUR por esta porcaria de TPB, os capa dura da Levoir são mais baratos e têm histórias melhores! Aiii… que dinheirinho tão mal gasto….
Alguém quer comprar?

TPB
Criado por: Rick Remender e John Romita Jr
Editado pela Panini em 2014
Nota: 3 em 10

Lançamento Levoir: Universo Marvel - Vingadores para Sempre Vol.1


Avengers Forever foi uma mini-série de 12 números publicada entre Dezembro 1998 e Novembro 1999 nos EUA, pela Marvel (claro).
Inaugurou um novo ciclo nas histórias deste grupo, depois do super-confuso Heroes Reborn de Jim Lee e Rob Liefeld. Podem clicar no link para verem os magníficos desenhos, e a minha opinião, sobre esses Heróis Renascem...

Vingadores para Sempre é um plot cósmico desenhado para ser épico, piscando o olho às velhas histórias dos Vingadores, mas também entrelaçando-a com a continuidade do universo Marvel da altura. Se isto foi conseguido? Bem, veremos, para já quero ler estes dois volumes que a Levoir nos apresenta. Por falar nisto... dois volumes? A run Avengers Forever tem 328 páginas, portanto para encher estes dois volumes da colecção espero que tenham colocado bastantes extras.


A partir de hoje nas bancas e quiosques com o jornal Público e em capa dura, podem apreciar o trabalho de Kurt Busiek e Roger Stern na escrita, com Carlos Pacheco e Jesus Merino na vertente gráfica.
Fiquem com a nota de imprensa e algumas páginas deste Vingadores para Sempre Vol.1:

VINGADORES: PARA SEMPRE VOL.1

Os Vingadores sempre foram o grupo que enfrentou as mais tremendas ameaças, aquelas que nenhum super-herói poderia enfrentar sozinho, e sempre triunfaram, qualquer que fosse o custo, quaisquer que fossem as hipóteses. Mas agora, os Mais Poderosos Heróis do Mundo foram confrontados com o mais terrível dos inimigos: o futuro! Numa corrida contra o próprio tempo, os Vingadores terão de salvar o seu aliado Rick Jones de ser destruído por Immortus, o Senhor do Tempo.























 


Esta foi uma das maiores sagas de sempre dos Vingadores, escrita pelo veterano Kurt Busiek, e desenhada por Carlos Pacheco, que se começava a afirmar na altura como um dos mais talentosos artistas dos comics.


























Boas leituras

quarta-feira, 10 de Setembro de 2014

A Palavra dos Outros: Arrow - 1ª e 2ª Temporadas (Série TV)


A rubrica "A Palavra dos Outros" continua viva, e temos a primeira colaboração de Manuel Jesus!
É também a primeira entrada a sério de produtos televisivos no LBD, o que não deixa de ser interessante!

Vejam vocês o que o Manuel Jesus tem para dizer sobre a série Arrow cuja popularidade não pára de aumentar. Para mim a melhor série TV de sempre com foco num super-herói!


Arrow

O Arrow vai recomeçar no dia 8 de Outubro.
Nas vésperas de se iniciar a transmissão da 3ª temporada, acabei de ver em modo maratona as duas primeiras temporadas da série e na opinião de alguém que não perde tempo a assistir à parte das cenas dos próximos capítulos e tem já pouca paciência para esperar pelas emoções da semana que vem, esta é a forma ideal para se ver uma série tão empolgante como Arrow.

É sem dúvidas das melhores se não talvez a melhor série que já se fez sobre um personagem ou personagens dos universos DC/Marvel. O argumento não se deixa prender à mitologia tradicional do herói Oliver Queen ou o Arqueiro Verde e mistura elementos do personagem num cenário de realidade adaptada aos dias de hoje com ingredientes de ficção científica, intriga política, corporativismo económico e ameaças terroristas e tudo isto muito bem temperado com o dissecar de relações complexas que se vão desenvolvendo entre os vários personagens.



A história balanceia-se entre os acontecimentos em tempo real e um passado misterioso ocorrido num período de 5 anos que coincide com o tempo em que Oliver Queen ou o Arrow esteve desaparecido e dado como morto. Cada temporada desenvolve assim um ano no presente e um ano no passado dando a entender que esta será, assim não seja prematuramente cancelada, uma série com a duração de 5 anos onde os argumentistas querem contar uma história com princípio, meio e fim.

Nas duas primeiras temporadas podemos assistir a episódios fechados em si mesmo e a arcos de histórias ao mesmo tempo que se vão desenrolando as tramas da acção principal da temporada quer no presente quer no passado. O tempo que vai passando ao longo dos episódios na temporada é muito bem marcado pelos argumentistas com o cuidado por exemplo de referir festividades como o Natal ou de referenciar acontecimentos ocorridos em episódios anteriores com a sua devida etiqueta temporal.

Não é necessário conhecer o universo DC para se gostar de Arrow, aliás penso que os argumentistas fizeram questão em escrever histórias capazes de ser sobretudo apreciadas por leigos ou por neófitos nestas andanças dos super heróis mas não se privam ainda assim, de rechear os episódios com ovos de Páscoa e piscadelas de olho aos gourmets e coca-bichinhos dos Comics e mesmo aos Geeks em geral indo ao ponto de aproveitar a presença da actriz Summer Glau no elenco para recriar uma cena famosa de Serenity e relembrar que há coisas que envelhecem bem como um bom vinho do Porto.


Não deixa de ser notável que os produtores tenham apostado num personagem completamente afastado do mainstream do universo DC e aparentemente terem conseguido construir com ele uma plataforma de lançamento para outras séries com outros personagens bem maiores e populares, alguns confirmados, como o Flash que é introduzido como um personagem secundário num par de episódios do Arrow e agora com direito a uma série autónoma com o episódio de estreia anunciado para o próximo dia 7 de Outubro, ainda antes de Arrow e já com crossovers planeados entre as duas séries. Outros aparentemente se estão a perfilar e coscuvilha-se nos bastidores na possibilidade de uma série do Suicide Squad que também apareceram num par de episódios e de Ted Kord o Escaravelho Azul que tantas vezes foi referenciado nas duas primeiras temporadas e que dizem as más-línguas terá um papel de pleno direito na terceira.


Arrow está longe de ser uma história para o público juvenil, aliás a classificação para maiores de 15 dos DVD’s da primeira temporada é generosa. Há violência explicita e sexo implícito quanto baste e na segunda temporada até escapam um ou dois palavrões que lhe devem fazer valer a classificação para maiores de 18, isso ou um certo beijo tórrido dado pela herdeira do demónio e mais não posso dizer para não me chamarem de spoiler



Nem tudo é perfeito na história, nalguns momentos dá ideia de que os argumentistas vão puxando por um fio sem saberem muito bem ainda onde é que aquilo vai dar e depois lá dão a volta à coisa e a coisa acaba por se compor sem se dar muita conta da trapalhada. Por outro lado não é um exagero dizer que o verdadeiro poder de Oliver Queen em Arrow não é ser um Arqueiro vestido de verde que dá porrada na malta que se porta mal mas sim a capacidade de conseguir dormir com todos os personagens femininos da série, um poder que é tão usado que às tantas se torna ridículo. Depois há ainda o desperdício na utilização de alguns personagens com imenso potencial como Shado, Moira Queen ou Roy Harper e este último até dá dó de tão mal tratado que tem sido, vamos ver o que o espera nesta nova temporada.

Curioso é também perceber que os argumentistas tiveram o cuidado de no final da segunda temporada deixarem todos os personagens em situações e espaço para poderem justificar o seu desaparecimento da série sem beliscar a história. Afinal isto de renegociar contractos com os actores também tem a sua arte…

Resta-me agora a dúvida se vou começar a ver a terceira temporada de Arrow já em Outubro ou se vou esperar pelo final para mais uma maratona. Estou muito inclinado pela segunda que a idade não perdoa e o coração tem de ser poupado para emoções menos ficcionadas.


Texto de Manuel Jesus



Já agora vou só colocar alguns pormenores sobre a série para completar informação técnica sobre Arrow:

  • Stephen Amell - Oliver Queen
  • Katie Cassidy - Laurel Lance (novo Black Canary?)
  • Caity Lotz - Sara Lance (Black Canary)
  • David Ramsey - John Diggle
  • Willa Holland - Thea Queen
  • Susanna Thompson - Moira Queen
  • Paul Blackthorne - Detective Quentin Lance
  • Emily Bett Rickards - Felicity Smoak
  • Manu Bennett - Slade Wilson (Deathstroke)
  • Colton Haynes - Roy Harper
  • John Barrowman - Malcolm Merlyn

Claro que isto não foi uma lista exaustiva...
:)
Os criadores da série foram: Andrew Kreisberg, Greg Berlanti e Marc Guggenheim para a CW Television Network.
Foram exibidos 46 episódios divididos por duas temporadas, e como o Manuel Jesus diz logo no início, a 3ª temporada está aí à porta e com muitas surpresas!

Boas leituras