quinta-feira, 24 de Abril de 2014

Webcomics: Feathers #1


A editora Ave Rara, que iniciou a sua actividade com os "mini-comics" da série Living Will, tenta agora também entrar no domínio dos Webcomics.

Nota de imprensa da Ave Rara:

Está online o mais recente projecto da Ave Rara: uma pequena revista digital aperiódica e gratuita chamada FEATHERS.
A ideia é, a par dos mini-comics, passar a editar pequenas histórias autoconclusivas de 10 páginas (ou teasers para projectos maiores) assim como dar novidades acerca das outras publicações da marca.

Este primeiro número conta com uma curta escrita por André Oliveira e ilustrada por Pepedelrey chamada "Last Supper". Trata-se de uma prequela para o álbum "Lugar Maldito", realizado pelos mesmos autores.
As últimas páginas da webmag contêm ainda um update à série Living Will com o lançamento do segundo número.

Podem ler aqui online:



Boas leituras

quarta-feira, 23 de Abril de 2014

Lançamento Goody: Real Life #1


A Goody vai colocar mais um produto no mercado: Real Life

Trata-se de uma revista de Banda Desenhada vocacionada para o público feminino mais jovem com uma periodicidade mensal, o formato é 19,5cm x 25cm, 64 páginas com um preço de 1,90€.
O primeiro número saiu ontem para as bancas e quiosques, dia 22 deste mês de Abril.

Fiquem com a nota de imprensa da Goody:

Real Life

Três jovens únicas com personalidades bem distintas (Amber a #rainha da escola, Alice a #romântica ou Andrea a #melhor aluna) são as personagens principais da nova Banda Desenhada da Disney para raparigas: Real Life.

Mas, Real Life é muito mais do que uma Banda Desenhada: é um universo de entretenimento onde a narrativa é vivida também no mundo digital através do sítio da escola London International High School: www.lihs.real-life.pt e da rede social www.social.real-life.pt onde as personagens têm um perfil, fazem posts, colocam fotografias, comentam e discutem os acontecimentos que se vão desenrolando.

“O rapaz perfeito existe?” é a pergunta que vai levar as personagens a fazer algo de surpreendente numa aventura de três capítulos em cada número mensal da revista Real Life.

Ficam muitas perguntas no ar que só lendo a revista possam talvez ser respondidas… Será que me conheço bem? Sou como a Amber, como a Alice ou como a Andrea? É possível criar o rapaz perfeito?

E para colorir mais a história, é nos momentos mais importantes que surgem as “emotidolls”, as caricaturas das três personagens que se atrevem a partilhar os seus pensamentos politicamente menos corretos…


















































A Goody continua bem viva e a experimentar novos produtos! Este é mais um "ataque" ao público feminino mais jovem. Depois de Minnie & Friends e a vez de Real Life

Boas leituras

terça-feira, 22 de Abril de 2014

A Palavra dos Outros: Crónicas do Bendisverso II - Um passado que muda todos os dias


Chegou mais uma "Crónica do Bendisverso" escrita por Paulo Costa!
E mais uma vez estou de acordo com o Paulo neste Bendisverso...
:D

Crónicas do Bendisverso II: Um passado que muda todos os dias

Já se passaram dois anos desde que a DC reiniciou completamente a sua cronologia com o evento “Flashpoint” e a subsequente série de títulos apelidados “New 52”. Cada vez que altera a sua cronologia, a DC insiste em fazer histórias espalhafatosas para poder dizer “Vejam! É tudo novo!”. A Marvel simplesmente cria uma nova continuidade e nem chama a atenção para isso, até porque acontece de forma perfeitamente acidental. A causa é uma: Brian Michael Bendis, o homem que inventa passados para os personagens quando lhe dá jeito.

As sementes do Bendiverso foram plantadas quando Bendis escrevia o Demolidor. Bendis resolveu explicar porque o vilão Homem-Sapo (Leap-Frog), um antigo inimigo do Demolidor da era pré-Frank Miller, quando a revista era ridícula. Acontece que a história da redenção do Homem-Sapo e do seu filho assumir o uniforme para tentar lançar-se com uma carreira de herói (também como Homem-Sapo, mas no original Frog-Man) era bem conhecida, tendo sido publicada numa história do Capitão América, com um seguimento numa história seguinte do Homem-Aranha. Bendis não pesquisou, não perguntou e abriu a caixa de Pandora.

Este tipo de revisão não era inédito. Quando Roy Thomas reintroduziu o Ciclone (Whizzer) no Universo Marvel, tentou explicar que ele não conhecia o Capitão América, apenas o seu substituto. No entanto, o próprio Thomas, ao escrever as histórias dos Invasores nos anos 70, contribuiu para que o Ciclone e o Capitão América original trabalhassem juntos várias vezes. O Cable, por seu lado, foi criado por Rob Liefeld como um personagem que toda a gente conhecia mas nunca tinha sido mostrado. Mas o modo como Bendis ignora a continuidade roça o irresponsável e já contaminou os seus colegas que têm chegado à Marvel nos últimos anos, nomeadamente Nick Spencer e Jonathan Hickman. O que nos leva à mudança radical que está a ser feita ao grupo de personagens mais metafísicos do universo cósmico.


Hickman já tinha tentado reconstruir o passado do SHIELD, tanto na série “SHIELD” (onde a organização existe desde a época renascentista, fundada por Leonardo da Vinci) como em “Secret Warriors” (ligando organizações antagónicas como a SHIELD, HYDRA e o Zodíaco a uma fonte comum). Transformou, também, Reed Richards num herói presente em vários universos. Mais recentemente, na actual fase que tem escrito nos Vingadores, têm morrido algumas figuras clássicas, como o Tribunal Vivo e o Vigia. E a introdução dos Builders no crossover “Infinity” parece ter sido feita para tirar de cena os Celestiais, uma vez que ambos têm funções e motivações praticamente idênticas. De certo modo, é compreensível. Às vezes, personagens com poderes de deuses deviam ser únicos, e não é tão fácil estar sempre a inventar ameaças que podem aniquilar o universo.
























Mas o modo como o passado é afectado vê-se também em histórias mais mundanas. Tivemos o caso de Bendis e Howard Chaykin a criar uma equipa de Vingadores existente em 1959 (incluindo Kraven, Namora, um Dentes-de-Sabre uniformizado pré-Arma X e, é claro, o avatar de Chaykin no Universo Marvel, Dominic Fortune), Ed Brubaker a criar uma equipa desaparecida de X-Men na mini-série “Second Genesis” e ao fazer do falecido Bucky um agente soviético vivinho-da-silva durante todo o período em que supostamente esteve morto. E, quiçá a modificação que faz menos sentido, vimos também Matt Fraction a introduzir um Nick Fury Jr. negro que toda a gente parece aceitar sem problemas e conhecer há vários anos, só para aproveitar o Ultimate Samuel L. Fury que aparece nos filmes.


No passado, os fãs discutiam se a presença dos Beatles, do presidente Jimmy Carter, das referências a séries de TV canceladas ou das calças à boca de sino fariam sentido em flashbacks. Na prática, havia uma regra não escrita que as histórias passavam-se no mês e ano em que foram publicadas, e que representavam o passado mas os detalhes menos importantes não necessitavam de ser mencionados, desde que o tema central da história fosse preservado. Mas agora até os detalhes mais importantes são ignorados, a não ser que sejam necessários para a história a contar hoje. De facto, quem precisa de um “New 52”?

Texto: Paulo Costa

Podem ver os outros artigos do Paulo Costa, bastando para isso clicar no nome dele!
:)
E podem ver também a primeira crónica do Bendisverso no seguinte link:

Crónicas do Bendisverso I - Peter Parker merece um final feliz

Boas leituras

Anicomics Lisboa 2014: Sábado


Para já peço desculpa de só agora estar a mostrar as fotos deste Anicomics (as que não foram para o Facebook), e apenas de Sábado. Por motivos profissionais estive fora e nem consegui acompanhar o Domingo de arromba que o Mário Freitas preparou para este ano...
:(

Mas a vida é assim, e uma semana depois o LBD mostra algumas fotos inéditas deste festival!

Passando à minha opinião sobre o evento.
O Anicomics tem vindo sempre em crescendo de ano para ano, mas este ano acho que passou para outro patamar. Não há como evitar, contornar, fechar os olhos ou olhar para o outro lado!
Decididamente é um dos maiores eventos nacionais deste género. Ponto. Digam o que disserem. Há pessoal que não gostam, ok. Normal! Mas isso não retira nada a este enorme evento, é tudo uma questão de gosto.

Nunca vi tanta gente num Anicomics, aliás, nunca vi tanta gente concentrada num único dia num evento que mescla Comics, Manga/Anime, Gamers, exposições, debates, lançamentos, apresentações e autógrafos. O Iberanime tem apenas uma parte disto maneira que não conta para esta comparação.

Para além disso tem uma coisa que falta em muitos eventos: organização impecável e profissionalismo. O auditório foi palco de excelentes actuações e foi de notar o rigor do horário, as luzes, o som e o excelente ritmo imposto por Mário Freitas. 5 estrelas!

Como disse atrás, infelizmente só pude ir no Sábado, já sabendo de antemão que o Domingo ia ser melhor ainda... pena, fica para a próxima.
Penso que o Mário Freitas estará neste momento com um dilema enorme... a biblioteca Orlando Ribeiro já era pequena demais nos anos anteriores para tanta gente, este ano penso que ainda veio mais gente! De certeza que deve estar na cabeça do organizador que mais tarde ou mais cedo vai ter de mudar o local.

Os ecrãs no exterior do auditório foram uma excelente ideia e minimizaram um pouco as enchentes desse mesmo auditório.
Sinceramente orgulho-me de ter sido parceiro do Anicomics com este blogue.

Parabéns Mário!
Dificilmente se vê tanta alegria, cor, movimento e excelente ambiente num evento deste género!

Agora vamos às fotos.
:)







































































































































































































































































































O Leituras de BD orgulhou-se de apoiar o Anicomics Lisboa 2014

Boas leituras