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sábado, 14 de novembro de 2015

Ilustração: Ataques em Paris por Joann Sfar
Attacks in Paris by Joann Sfar
Attaques à Paris pour Joann Sfar


 8 - Amigos de todo o mundo, obrigado por #prayforParis, mas nós não precisamos de mais religião! A nossa fé vai para a música! Beijos! Vida! Champanhe e alegria! #Parisisaboutlife

Joann Sfar, conhecido em Portugal pela sua série Donjon, vomitou o seu asco pelo que aconteceu em Paris da única maneira que sabe: pelo desenho.
Apresento três deles neste post.



1 - A França é um velho país, onde os amantes se podem abraçar livremente.

2 - Paris é a nossa capital. Nós amamos a música, a embriaguez, a alegria.

Recados de Sfar para esta gente que não devia existir. A Europa é isso mesmo, liberdade despudorada, e este tipo de liberdade vai contra todos os ensinamentos de qualquer religião, sobretudo a desta "religião da paz".

Sfar errands for these people that should not exist. Europe is the owner of an unabashed freedom, and this kind of freedom goes against all the teachings of any religion, especially this one, the "religion of peace".

Podem ver mais no Instagram de Joann Sfar:

https://instagram.com/joannsfar/

Boas leituras


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quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Nós também somos o Charlie: Olá! O meu nome é MEDO.

Por favor desfrutem deste cartoon culturalmente etnicamente religiosamente e politicamente correcto, com responsabilidade.
Obrigado


O escreveu ontem sobre esta temática, o massacre no Charlie Hebdo, que vitimou alguns dos melhores cartunistas mundiais em nome de uma fé.
Costuma-se esperar à volta de 24 horas para o próximo artigo de opinião, mas este assunto na minha óptica é premente. Assim, com autorização do , reduz-se o tempo a metade para também eu falar de Liberdade Criativa e Liberdade de Imprensa.

Wolinski
A chamada sociedade ocidental, com os seus valores de liberdade demorou muito tempo para conseguir esses mesmo valores. Foram séculos de mortes, massacres, tortura, guerra para que hoje um indivíduo possa falar, escrever, representar, desenhar sem ter medo de ser preso, torturado ou morto.

Quer queiramos quer não o massacre de cartunistas de ontem vai deixar mazelas. O ser Humano na sua generalidade tem anseios, medos e temores. Toda a gente os tem em maior ou menor grau. E o ser humano para responder a estes sentimentos tem algo chamado auto-preservação.

Esta auto-preservação vai fazer com que outros se “encolham” agora, pois o valor “Liberdade” afastou-se do seu companheiro “Segurança”. A liberdade de expressão levou um grande murro no estômago e, ou a civilização europeia dá uma resposta rápida e cabal e este problema ou a liberdade de expressão ficará com esta mazela reumática para sempre, e que irá doer sempre que faça frio.

O Charlie Hebdo é um jornal satírico. Em liberdade só compra quem quer! Quem não gostar do que lá se escreve ou se desenha tem bom remédio: não compra. E se ninguém comprar ele desaparece. É assim em liberdade.

Este jornal satirizava tudo, dá a ideia pelas notícias que correm que só satirizava Maomé! Isto não é verdade, eles satirizavam tanto a família Le Pen (extrema-direita) como os árabes. Todos foram alvos dos artistas deste jornal: Deus, cristãos, judeus, patrões, extrema-direita, extrema esquerda, Governo, Presidentes de Estado enfim, tudo quanto é vulgar existir numa sociedade europeia.


Wolinski

Existem seres que se acham acima de sátira… são os mais fáceis de satirizar por isso mesmo. Para eles sátira é crime, e é punível com a morte. Enganaram-se com certeza na civilização onde vivem. E punindo com a morte à revelia de qualquer lei do país onde vivem, provocam o medo. E sim, tenho a certeza que muitos jornalistas agora irão pensar duas vezes antes de falar ou escrever sobre o Islão. Esta é a mais pura das verdades! O objectivo dos terroristas foi conseguido, a não ser que a sociedade francesa dê uma resposta brutal a este massacre (o que eu não acredito, somos tolerantes…)


Wolinski
Charb


























Charbonnier (Charb) era um homem sem medo. O seu instinto de auto-preservação devia ser quase nulo, como confirma a sua frase:
“Je Préfère mourir debout que vivre à genoux”
(“ Eu prefiro morrer de pé que viver de joelhos”)

E isto diz tudo sobre a filosofia que presidia aos criativos deste jornal:
Charb (Stéphane Charbonnier), Tignous (Bernard Verlhac), Cabu (Jean Cabut), George Wolinski e Philippe Honoré.

Uma amiga, a Madalena Vidal, escreveu isto que eu subscrevo a 100%:

"Dizer que "a França colheu o que plantou" neste caso é a mesma coisa que dizer, por exemplo, que uma mulher de mini-saia está a pedir para ser violada ou que um miúdo de óculos está a pedir para levar uma tareia na escola. A culpa NUNCA é da vítima, é SEMPRE do agressor. Vejam lá se metem isto na cabeça de uma vez por todas!"

Para os que acham que estes homens livres, castigados neste massacre, se "puseram a jeito" só posso dizer que merecem o meu vómito, e que não merecem viver nesta sociedade.


Charb
Tignous


























E já agora fiquem com um excerto do artigo de Miguel Esteves Cardoso para o jornal Público sobre este assunto:

"Não se percebe a gabarolice dos estúpidos assassinos quando gritaram "Matámos a Charlie Hebdo".
Não se pode matar a Charlie Hebdo. Não se pode matar a valente e hilariante revista que goza com tudo e com todos desde os tempos em que se chamava Hara-Kiri. Muitos poderosos tentaram censurar os satíricos da Charlie Hebdo. Nunca conseguiram. Nunca conseguirão.
O que se pode matar é a liberdade de expressão." (Clicar aqui para continuar a ler o artigo)


Cabu, Charb, Tignous e Wolinski, descansem paz ou então aproveitem o Álem para atormentar algumas almas que o merecem.


Fiquem com alguns cartoons criados por vários artistas em homenagem aos criativos do jornal Charlie Hebdo:



David Pope


Magnus Shaw



Loïc Sécheresse
Neelabh Banerjee
























Nate Beeler



Carlos Latuff



JM:o



Este atentado foi diferente de todos os outros até aqui. Tinham sido sempre contra alvos indiscriminados e em que os perpetradores desses mesmo atentados se suicidavam levando consigo o máximo de gente possível.
Este massacre foi uma execução, teve um alvo definido e os assassinos fugiram, não se suicidaram. O alvo foram desenhadores. O alvo foi a nossa liberdade, e dentro desta duas das mais importantes e mais queridas dentro da nossa sociedade: a Liberdade de Expressão e a Liberdade Artística.

PS: Nunca coloquei o avatar que circula em toda a net ("Je suis Charlie") por uma questão de respeito. Eu não sou Charlie, de maneira nenhuma. Nem perto nem longe! Não tenho 1/10 da coragem daquela gente, por isso faço esta ressalva.

Boas leituras
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quarta-feira, 29 de abril de 2009

Gripe suína ou crise porcal?


Desculpem-me os amantes de Banda Desenhada que costumam seguir este blog... troquei O Incal pelos porcos! Mas como qualquer blog, este blog é pessoal e por vezes serve também para os meus desabafos. O Incal fica para amanhã!
Lembram-se da Gripe das Aves? Ou já se esqueceram? Pois, eu lembro-me de todo o alarmismo estúpido que rodeou essa "pandemia"... ia morrer um terço da população mundial! Isto eu ouvi de um "epidemiologista" na televisão. Afinal... quem é que morreu de Gripe das Aves? 100, 200 pessoas? E onde? Em paises no extremo oriente onde cada cidade tem mais habitantes que Portugal todo junto! Já se esqueceram que foi na China, Filipinas e países limítrofes onde a salubridade e higiene são excelentes (isto foi um sarcasmo). Entretanto os Media e empresas farmacéuticas ganharam balúrdios com o alarmismo doentio que promoveram...
Agora temos os porcos a dar espirros :D
Desgraçados estes animais que dão o nome à doença, e sem grande culpa... só falta começar a abater os ditos, como fizeram aos galináceos!
Apenas mais uma estirpe do virús da gripe, que tem a diferença do virús normal na diarreia! Mortal? Tão mortal como o nosso, a que estamos habituados. Hoje no telejornal, e após 20 minutos de notícias para encher acerca deste assunto suíno, fiquei a saber que no México só estão confirmados 8 casos de morte (em vez dos cento e poucos indicados inicialmente) devido a esta doença: gripe! Sabem quantos habitantes tem a Cidade do México (capital do México)? Cerca de 26 milhões de habitantes! E quem é que morreu? Provavelmente os desgraçados que vivem na maior das misérias, e estes provavelmente morreriam com qualquer outra gripe, devido ao seu estado de fraqueza e miséria. Não digo que não se devam tomar providências em relação a quaiquer doenças facilmente transmissiveis, como é o caso da gripe. Estou é contra este aproveitamento alarmista dos Media, que põem toda uma população a gritar "ai Jesus que vamos morrer todos"! Pois... a quem interessa isto?
- Aos políticos, porque as pessoas deixam de pensar na crise.
- Aos Media, que aumentam audiências e vendas.
- A quem faz as máscaras higiénicas, que venderam aos milhões.
- Às farmacéuticas que produzem o Tamiflu ou equivalente, pois assim conseguem vender o que sobrou da Gripe das Aves (não sabiam que o medicamento era o mesmo, pois não?), e que não tem sequer 1% de comparticipação (segundo parece têm armazéns cheios disso, porque a "Gripe das Aves" foi um "flop").
Podia continuar, mas tenho de ir trabalhar... já agora, e por ver toda aquela gente de máscara, usem a máscara sempre que tenham qualquer doença infecto-contagiosa por via aérea (como a nossa conhecida e normal gripe, que também mata), pois estão a contribuir para a contenção de uma séries de doenças chatas, que se podem tornar mortais em pessoas mais debilitadas.
Bons hábitos higiénicos!
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