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quarta-feira, 2 de maio de 2012

Capas: Action Comics #894

Death

Saiu em Outubro do 2010 este número da revista Action Comics.
Death é das personagens mais interessantes da Vertigo, é daquelas que ninguém esquece depois de ler Sandman!
Na sequência de outras tendências de incorporação de figuras Vertigo no Universo normal da DC, como aconteceu com John Constantine, Death tem aparecido aqui e acolá contracenando com alguns protagonistas do DCU.
Desta vez o encontro é com Lex Luthor...

Acho a capa magnífica na sua composição, com a figura da Death em grande plano, e depois disfarçado com um fundo caveiras o Lex Luthor!

O autor da capa foi David Finch, e isto aconteceu durante a "run" de Paul Cornell!

A Death está linda com a aquele ramo de flores mortas...
:)




Boas leituras
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sábado, 27 de agosto de 2011

Superboy, The Boy of Steel


Quando o Super-Homem foi morto às mãos do Doomsday o “Cadmus Project” resolve fazer um clone do Superman. Assim nasce o Superboy!
Infelizmente para este o DNA usado para a sua construção não foi apenas do Superman, mas também de Lex Luthor, o que viria mais tarde a revelar-se destruidor.
Os poderes deste rapaz são muito parecidos com os do Super-Homem, possuindo para além disso telecinésia táctil.
Foi criado em 1993 por Karl Kesel e Tom Grummett. O seu nome “Kryptoniano” Kon-El foi-lhe dado pelo Superman, e adopta como nome terrestre Conner Kent.
Foi um dos membros fundadores do grupo Young Justice, e mais tarde fez parte dos Teen Titans com Robin, Impulse, Wonder Girl, Cyborg, Starfire, e Beast Boy. É nesta altura que desenvolve sentimentos mais profundos com Cassie, a Wonder Girl.
A sua morte às mãos do Superboy-Prime em Infinite Crisis foi um momento excelente desta saga, deixando os fãs deste personagem a lavar o chão com tanta lágrima que foi vertida… (LOL). Foi um dos melhores momentos de Infinite Crisis, infelizmente para este clone e para a Wonder Girl, que ficou inconsolável…
Mais tarde Starman vem do futuro para deixar Kon-El numa câmara de regeneração. Este processo iria durar cerca de 1000 anos, exactamente para que no século XXXI Conner Kent voltasse a enfrentar o Superboy-Prime (Time Trapper) na série Final Crisis. Kon-El desta vez tem a sua vingança com este Superboy-Prime já adulto. Depois desta vitória regressa ao século XXI.
Este livro mostra o regresso de Kon-El à quinta dos Kent, agora com a Sr.ª Kent viúva, e é feito de uma maneira muito introspectiva, de alguém que não tem ainda a maturidade de um homem, mas ao mesmo tempo já é “velho” de mais para ser um adolescente…
Conner Kent sabe que fez muitas asneiras no passado e quer desta vez crescer sem falhas. Para isso serve-se do modelo Super-Homem, e tenta perceber o seu outro lado: Lex Luthor!
O livro é lento, pausado, centrando-se na insegurança deste jovem, e nas pontas soltas que ficaram após a sua morte! O exemplo da sua insegurança é o bloco de notas onde ele aponta aquilo que o Superman fez, e segue as suas acções à letra. Várias pontas soltas são tocadas, relançando a sua relação com Cassie (Wonder Girl) e com o seu melhor amigo Tim Drake (Red Robin). Estes dois jovens tinham tido um arremedo de romance e ambos se mostram embaraçados na presença de Kon-El.
Neste livro Luthor e Brainiac conseguem a fuga das instalações militares onde se encontravam presos, e Luthor procura Superboy. Luthor neste livro consegue estar num patamar de malevolência enorme, e é exactamente a única altura deste livro onde existe acção a sério!
Geoff Johns consegue estar ao seu melhor nível, como autor da estória, fazendo desta “apenas” uma reintrodução desta personagem no DCU com muita classe!
Quanto à arte de Francis Manapul, digamos que eu não sou fã, embora também não me desagrade. Cumpriu, e na realidade conseguiu uma meia dúzia de páginas de grande qualidade. Pena não ser assim no livro todo!
Conner Kent vai ter o seu nome bem presente no novo relançamento da DC com uma revista própria, Superboy, coexistindo também na série on-going Teen Titans!

Boas leituras!

Hardcover
Criado por Geoff Johns e Francis Manapul
Editado em 2010 DC Comics
Nota : 8,5 em 10
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sexta-feira, 16 de outubro de 2009

JLA Vol.2 Deluxe Edition


Depois da compilação dos dois primeiros números escritos por Grant Morrison (arte a cargo de Howard Porter e John Dell), New World Order e American Dreams em JLA Vol.1 Deluxe Edition, surgem agora mais dois números compilados: Rock of Ages e Strenght in Numbers.
Para além disso ainda temos o crossover JLA/WildC.A.T.S. e a introdução de Prometheus.
A tripla de autores continua a funcionar muito bem, com Morrison a impor as suas “loucuras” nesta passagem, e recuperação, do apelidado “maior grupo de super-heróis da Terra”. Porter acompanha-o lindamente e tem alguns excelentes momentos.
Na primeira estória, Rock of Ages, Grant Morrison faz uma autêntica “sopa” com ingredientes tão díspares como um “Injustice Gang” liderado por Lex Luthor, uma procura pela pela "Pedra Filosofal" a pedido de um ser cósmico (Metron) e discrepâncias temporais, tão ao gosto da editora DC. Esta estória é bem complexa, típica de Morrison, e inicia-se com um combate entre os membros da JLA e os seus contrários (hologramas de luz sólida). Não foi mais que uma pequena manobra de Luthor, que inicia aqui o seu plano de destruição da Liga. Depois disto os elementos da Liga separam-se com missões bem distintas. Todos os personagens são muito bem tratados na sua vertente psicológica, o enredo está excelente embora aquele salto no futuro seja um pouco confuso, mas para mim é onde estão as melhores vinhetas da estória. Pormenores negativos… As estórias da JLA neste ciclo são contidas mas recebem influência de linhas editoriais das séries individuais de cada herói. Assim, continuo a não perceber como é que o Superman ficou com aquele fato e obteve os seus novos poderes (embora já tivesse investigado isso), é-nos dito que a Wonder Woman está morta e Aztek cai do céu!
Apesar destes pormenores achei este “Rock of Ages” a melhor aventura da JLA que eu li até hoje.
Em seguida temos a apresentação e origem de Prometheus que vai ser o vilão de serviço no próximo arco: Strenght in Numbers.
Strenght in Numbers é uma boa estória, apesar de novamente o pormenor negativo que eu apontei no arco anterior também seja verdadeiro neste, ou seja, a Wonder Woman está a ser ser substituída na Liga pela sua mãe Hippolyta, e Diana ( a verdadeira e única Wonder Woman) subiu na carreira e agora é a Deusa da Verdade… nem sabemos como isto acontece, nem como ressuscitou, nem como a mãe vai parar à Liga! Bom… passando à frente, Prometheus consegue infiltrar-se no Quartel-General da Liga aproveitando um evento publicitário com muita imprensa, e tomando o lugar do pretendente a herói, Retro. Depois de entrar, Prometheus faz miséria da JLA… anula-os um a um sem apelo nem agravo! Vale à Liga a intervenção da Catwoman que se infiltrou também (como jornalista) … embora o objectivo primeiro desta fosse a sala de troféus da JLA
Esta é também uma boa estória, mas bem mais simples que a anterior!
Para o final da compilação, a DC colocou um “bombomzinho” no final: JLA/WildC.A.T.S. Este crossover tem uma boa estória de entretenimento e é óptimo para “acompanhar com pipocas”, enfim… passar o tempo (não confundir com “perder tempo”).
Esta série Deluxe Edition não está a desiludir, antes pelo contrário, pois as estórias extra contidas nestas compilações também valem a pena! Penso que o terceiro livro desta série será o final da passagem de Grant Morrison pela JLA, e foi uma excelente passagem pois recuperou um grupo de heróis (que andava ao abandono) para os top de vendas norte-americanos (e com muito boas estórias).
Boas leituras!

Hardcover
Criado por: Grant Morrisson, Howard Porter e John Dell
Editado em 2009 pela DC Comics
Nota : 9 em 10
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terça-feira, 15 de setembro de 2009

52


52.
52 semanas sem a “santíssima trindade” do universo DC: Superman, Batman e Wonder Woman.
Este é uma série de quatro livros dos quais eu tenho alguma dificuldade em falar ou criticar. São muitos “plots”, é a ligação de muitas das pontas soltas, que já vêm da Infinite Crisis e Indentity Crisis já não falando dos inúmeros “twists” dentro da própria série.
É um exemplo de como se pode fazer uma série de inegável e aclamada qualidade, e no fim ser um sucesso comercial também. Temos apenas heróis de segundo e terceiro plano em diversos arcos que se vão interligando ao longo destas cinquenta e duas semanas em tempo real. Para isto contribui fortemente a escolha dos quatro argumentistas: Mark Waid, Geoff Johns, Grant Morrison e Greg Rucka.
É impressionante como a diferente narrativa que cada um delas imprime à estória se consegue harmonizar, apesar dos diferentes estilos de cada um. Toda a estória, nos vários momentos diferentes, com heróis e teatros distintos, se consegue manter sempre num alto nível ao longo de 1112 páginas, no conjunto dos quatro livros.
A arte, como seria de esperar, varia muito de qualidade e de estilo, ou não estivessem oito diferentes artistas de serviço a esta série.
No primeiro livro aparece um Booster Gold que tenta ocupar o lugar do Super Homem em Metropolis, como sendo o herói número 1. Para isso serve-se de Skeets, o seu parceiro robot, e do seu conhecimento do futuro. Mas este Booster Gold está ao serviço de marcas conhecidas, fazendo-lhe publicidade com “badges” no seu fato dourado. Tudo corre bem até ele falhar um acontecimento onde os três grandes heróis deveriam aparecer. Aqui ele desconfia que, ou Skeets está a funcionar mal, ou a linha temporal tinha sido alterada. No entanto continua na sua cruzada comercial, até aparecer um verdadeiro herói: Supernova! Este é mais poderoso, e não está ao seviço de grandes grupos comerciais. Aqui começa o declínio de Booster Gold. A descoberta da identidade de Supernova lá mais para a frente, é um delicioso “twist”… Booster Gold descobre que pode ter sido ele a quebrar a linha temporal.
Temos Lex Luther a fabricar o seu grupo de super-humanos (Infinity, Inc.) e a vender super poderes a qualquer pessoa. Como contraponto moral existe Steel, esse sim moralmente parecido com o Super-Homem. Por outro lado Renee Montoya em conjunto com o Question, começa a investigar actividades do Intergang. No espaço estão Animal Man, Adam Strange e Starfire, perdidos desde a Infinite Crisis. E também a partir deste evento, os desaparecidos Green Lantern Alan Scott e parte dos Teen Titans reaparecem, mas com muitas mazelas. Ralph Dibny, ainda amargurado e deprimido pela sua perda (Identity Crisis), procura uma maneira de trazer a sua amada esposa à vida, e tenta servir-se da magia para esse efeito.
Black Adam inicia uma cruzada à sua maneira com vista à eliminação de super-vilões, e inicia uma coligação entre Kahndaq e uma série de países com regimes políticos duvidosos, para fazer contraponto ao resto dos super-heróis. Entretanto são reunidos na ilha de Oolong um verdadeiro grupo de cientistas loucos e sanguinariamente depravados, "The Science Squad", com vista à criação de aberrações mortíferas.
Assim se monta o teatro da série, em que no segundo volume abranda um pouco, para uma explosão de acção no terceiro volume. O quarto livro é o grande final da série, em que tudo volta ao sítio, terminando com a World War III que podia ter o nome de “o mundo contra Black Adam”. A controversa figura da Batwoman homossexual é apresentada aqui nesta série, sendo ela um antigo amor de Renee Montoya (também protagonista na série 52). Deu que falar nos EUA há umas semanas atrás!
:D
Boas leituras!

TPB
Criado por: Mark Waid, Geoff Johns, Grant Morrison, Greg Rucka, Joe Bennett, Mike McKon, Jack Jadson, Chris Batista, Darick Robertson, Ruy Jose, Justiniano e Keith Giffen
Editado em 2007 pela DC Comics
Nota : 9,5 em 10
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quarta-feira, 20 de maio de 2009

Infinite Crisis


E pronto! Mais uma das fases da DC finalizada, com uma Crise, claro :)
Desta vez o escritor de serviço é o peso pesado Geoff Johns ( Green Lantern) e como artistas temos os não menos pesados Phil Jimenez, George Pérez (Crisis on Infinite Earths ) e Ivan Reis. Gostei bastante deste epílogo, que faz a ponte para outras sagas de sucesso, como por exemplo todo o arco do Green Lantern (Green Lantern: The Sinestro Corps War Vol. 1 e Green Lantern: The Sinestro Corps War Vol. 2), que vai culminar com o muito esperado Blackest Night.
Infinite Crisis leva ao extremo a desagregação da JLA, e sobretudo da perda de noção do que é ser um herói. Tanto Batman como Superman e Wonder Woman falham nos seus deveres como líderes e exemplos para a população e para os outros heróis, aliás, são estes (o novo Blue Beetle, Booster Gold, Night Wing, Wonder Girl, Kid Flash, etc), que fazem a grande barreira contra os planos de um novo Lex Luther.
Superboy Prime, Alexander Luthor Jr. da Terra 3, Superman da Terra 2 (Kal-L) e Lois Lane dessa mesma Terra 2, conseguíram sobreviver após o mega evento Crisis on Infinite Earths numa fenda espacial a que eles chamaram o paraíso. Daqui observaram tudo o que de mau se passava na Terra 1, pela qual eles se tinham sacrificado... e Kal-L decide intervir, possuído pelo desgosto de ver uma Lois Lane às portas da morte. Decide que os heróis que tinham sobrevivido à última crise não eram merecedores da única Terra existente neste momento.
É muito complicado falar deste livro sem começar a disparar spoilers, pois como a preparação para esta Crise foi longa e bem trabalhada, tudo se desvenda neste livro. Os verdadeiros vilões são desmascarados, alguns que pensavam que eram heróis são apenas loucos instáveis e outros foram bem enganados, por estarem emocionalmente desequilibrados. O leitor tem grandes e emocionantes batalhas, mortes trágicas e importantes, e no fim a ponte para a muito aclamada série de Geoff Johns: 52. São as 52 semanas em que os três pilares do universo DC, Batman, Superman e Wonder Woman, abandonam a Terra para voltar às suas raízes.
A estória está muito bem construída, e a arte muito, muito boa! Com Pérez no assunto, outra coisa não podia ser!
Boas leituras.

Hardcover
Criado por: Geoff Johns, Phil Jimenez, Jerry Ordway, George Pérez, Ivan Reis , Andy Lanning, Jeremy Cox e Guy Major
Editado em dezembro de 2006 pela DC Comics
Comprado na Abookarama
Nota : 9 em 10
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quarta-feira, 14 de novembro de 2007

Justice



Série fantástica, que terminou agora com o terceiro volume! A arte de Alex Ross (que tambem é um dos argumentistas) é impressionante, e juntando isso a um bom argumento, temos a 9ª Arte no seu melhor!

Tudo começa com sonho (pesadelo) comum a todos os grandes vilões do universo DC, a destruição do Planeta Terra e os seus heróis, além de não conseguirem deter a destruição, tambem perecem na tentativa de salvação do planeta (excepto o Super Homem, eventualmente).

Para evitar que esse pesadelo se torne realidade, estes vilões tentam desacreditar os heróis, fazendo obras de beneficência ( !!! ) e eliminando os principais heróis um por um !

Claro que Lex Luthor e Brainiac são os cérebros de toda uma trama extremamente bem orquestrada, em que só não contaram com os heróis "secundários", e isso sai-lhes caro no fim !


Não vou contar a história toda, se não não tem piada para quem quer comprar estes títulos, apenas digo que tem um final feliz ( eheheh) !



Hardcover
Criado por: Alex Ross, Jim Kruegar e Doug Braithwaite
Editado entre 2006 e 2007 por DC Comics

Nota : 9 em 10
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quarta-feira, 10 de outubro de 2007

Crisis on Infinite Earths : Absolute Edition

Não há muito a dizer desta edição DC... é uma excelente e grande estória, que visou por ordem no Universo DC (já haviam herois e Terras a mais!), e esta edição é um verdadeiro mimo para qualquer amante de BD! Esta edição contempla uma lindíssima caixa, com o respectivo livro, e um Compendium que tira dúvidas, lista "crossovers" e "Tie-ins", tem entrevistas, opiniões, enfim tudo o que girou à volta desta grande saga!
Tenho de referir que o episódio da morte da Supergirl, foi dos melhores que eu já li da BD oriunda dos EUA !
Os comics originais que deram origem a esta "Absolute Edition" datam de Janeiro até Dezembro de 1985 .




























Slipcased Hardcover
Criado por: Marv Wolfman e George Pérez
Editado em 1998 por DC Comics
Nota : 10 em 10
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